Utilizando o consagrado tetracilíndrico em linha que equipa modelos como Z 1000 e Ninja 1000, a Kawasaki acaba de mostrar a imprensa a novíssima Versys 1000. Com controle de tração KTRC e ABS de série, a poderosa usina desenvolve 118 cv a 9 000 RPM e 10,2 kgfm a 7 700 RPM. O chassi é construído em alumínio fundido e agrega suspensão invertida na dianteira e monoamortecedor na traseira.
Apesar do aumento de cilindrada e prestações, a Kawasaki Versys mantém o estilo da versão menor de 650 cm3, utilizando farol duplo sobreposto e um acabamento simples, porém de bom gosto. A posição de pilotagem privilegia o conforto para os dois ocupantes e a gama de acessórios faz da Versys 1000 uma opção válida para grandes viagens.
Com a política de expansão que a Kawasaki do Brasil apresenta nos últimos meses (lançou no salão Duas Rodas a Concours 14 e a Ninja 1000), é possível que essa nova Versys chegue logo ao nosso país, e nós torcemos para isso!
Fonte:http://motociclismo.terra.com.br/ Redação Motociclismo / Rafael Paschoalin
Imagens Rafael Paschoalin
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
#Novidades salão de Milão:Husqvarna Moab, saudosismo e modernidade numa mesma motocicleta.
A Moab, destaque no estande da Husqvarna na 69ª do Salão de Milão, ainda é apenas uma motocicleta conceito. Mas se depender do alarde causado por ela entre os jornalistas presentes em sua apresentação, é muito provável que a empresa de origem italiana se convença de colocá-la em produção muito em breve.
Seu nome foi inspirado no deserto americano localizado no estado de Utah, lugar cultuado por entusiastas de off-road nas décadas de 1960 e 1970, onde as motocicletas da marca ganharam fama ao serem pilotadas por celebridades como o ator Steve Mc Queen.
Equipada com o mesmo motor monocilíndrico da BMW G 650 GS, de 650 cm³, rodas de 17 polegadas como pneus mistos e pára-lama dianteiro junto à roda, a Moab se destaca sobretudo por seu design. Apesar de moderno, tanto a ponteira de escapamento, quanto as laterais plásticas, o number plate com múltiplos faróis em led, o pára-lama traseiro e o banco dão a essa nova moto conceito um forte apelo vintage, considerado pela Husqvarna como uma re-leitura do estilo scrambler.
Outra curiosidade na Moab é a solução adotada em seu quadro, que utiliza traves laterais em tubos de perfil redondo.
Resta a nós, aficionados por motos interessantes, cruzar os dedos para que ela não só seja produzida, como também comercializada por aqui!
Redação http://motociclismo.terra.com.br/ Motociclismo / Laner Azevedo
Imagens Cauê Aguiar
Seu nome foi inspirado no deserto americano localizado no estado de Utah, lugar cultuado por entusiastas de off-road nas décadas de 1960 e 1970, onde as motocicletas da marca ganharam fama ao serem pilotadas por celebridades como o ator Steve Mc Queen.
Equipada com o mesmo motor monocilíndrico da BMW G 650 GS, de 650 cm³, rodas de 17 polegadas como pneus mistos e pára-lama dianteiro junto à roda, a Moab se destaca sobretudo por seu design. Apesar de moderno, tanto a ponteira de escapamento, quanto as laterais plásticas, o number plate com múltiplos faróis em led, o pára-lama traseiro e o banco dão a essa nova moto conceito um forte apelo vintage, considerado pela Husqvarna como uma re-leitura do estilo scrambler.
Outra curiosidade na Moab é a solução adotada em seu quadro, que utiliza traves laterais em tubos de perfil redondo.
Resta a nós, aficionados por motos interessantes, cruzar os dedos para que ela não só seja produzida, como também comercializada por aqui!
Redação http://motociclismo.terra.com.br/ Motociclismo / Laner Azevedo
Imagens Cauê Aguiar
#lançamento: KTM lança oficialmente a Freeride com presença dos seus principais pilotos.
Mesmo com algumas das principais estrelas da equipe oficial KTM, quem mais chamou a atenção no estande laranja durante a 69ª edição do Salão de Milão foi a novíssima criação da marca, a Freeride. Equipada com um propulsor elétrico e com emissão zero de poluentes, esta é a primeira motocicleta produzida pela fábrica de Mattighofen com esta tecnologia. Segundo a KTM, o intuito era provar que diversão sobre duas rodas e sustentabilidade podem, sim, andar juntos.
Apelidada pela líder mundial off-road como "Mobilidade Sporty", a Freeride, mesmo equipada com propulsor elétrico, mantém o princípio "ready to race" da marca. Ainda segunda a KTM, o modelo revolucionário é incomparável em relação à concorrência quando o assunto é desempenho; a chave do sucesso está no conjunto extremamente leve (95 kg) e altamente dinâmico. Prova disso são os 22Kw de potência, algo em torno dos 30 cv. A autonomia é cerca de 1 hora e 50 minutos.
Contudo, a família Freeride não tem apenas a sua representante elétrica, aproveitando a ocasião, a marca também lançou a Freeride 350, essa, equipada com motor à combustão. O objetivo é atender uma nova classe de usuários, atendendo as necessidades do dia a dia nas vias urbanas e dando a oportunidade de desfrutar do off-road com a mesma máquina aos fins de semana. O preceito básico é a facilidade de uso, demonstrados no baixo peso e altura do assento. Mesclando características das máquinas off-road de cross e trial, a Freeride 350 ganhou o prestigiado propulsor DOHC 350 que foi especialmente reprojetado para o modelo.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
#Novidades: Moto elétrica atinge novo recorde de velocidade: 240 KM/h
A motocicleta elétrica mais rápida do mundo é a Mission One, capaz de atingir 240 km/h. O novo recorde foi atingido no dia 4 de setembro pelos membros da Mission Motors – montadora responsável pelo novo veículo. Para seus responsáveis, o feito ajuda a firmar as motos elétricas como alternativas sustentáveis sem perda de potência.
A façanha foi executada no deserto de sal de Bonneville, no estado de Utah, USA. A empresa, porém, garante que em outra oportunidade a moto chegou aos 260 km/h. O problema, segundo eles, é que a marca não foi registrada pela Associação Americana de Motocicletas, valendo apenas o último registro.
Movida a baterias de íon-lítio e isenta de emissões de gases poluentes, a Mission One tem uma autonomia de 240 km e pode ser recarregada em 2h30 (em tomadas de 220 V) ou em 8h (em tomadas de 110 V).

O veículo elétrico bateu os 240 km/h no deserto de sal de Bonneville/Fotos: Divulgação

A moto pode percorrer até 240 km com 2h30 de carga
Veículos do presente
“Nós queríamos construir uma moto elétrica que fosse melhor do que as movidas a gasolina. Esse tem sido nosso principal objetivo desde o início dessa companhia, há dois anos: construir a motocicleta do futuro. Hoje nós pensamos um pouco diferente. Essa não é mais a moto do futuro; é a moto do presente”, afirmam os responsáveis pela Mission Motors.
Para seus diretores, ao integrar baterias mais modernas, motores mais potentes e tecnologias mais inteligentes, é possível superar os motores à combustão. “Esse é um momento decisivo para os veículos elétricos e uma prova de que a era das super motocicletas elétricas já começou”, afirmou o presidente e fundador da Mission Motors, Edward West.
Além de melhorar a qualidade ambiental dos veículos, a marca também pretende mudar a imagem da moto elétrica e fazer com que os consumidores a vejam como algo “sexy e esportivo”. "Estamos criando um produto maravilhoso, algo que as pessoas vão ver e dizer, 'Uau'. Sou motociclista e sempre pensei nas motocicletas elétricas como algo lento e chato", afirmou o Gerente de produto Jeremy Cleland. "Queremos mostrar que elas podem ser quentes também", completou.
A empresa já está fazendo reservas da Mission One. A motocicleta deverá ser entregue em 2010, em uma série especial de apenas 50 unidades. O preço é salgado, os interessados devem fazer um depósito de US$ 5 mil para a reserva e um pagamento de US$ 69 mil pela moto. As inscrições podem ser feitas no site da Mission Motors. Já a produção em série da moto deverá começar em 2012.
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/moto-eletrica-atinge-novo-recorde-de-velocidade
Condições de uso do conteúdo Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/moto-eletrica-atinge-novo-recorde-de-velocidade
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#Notícias: Como nasceram os motoclubes.
Conheça um pouco da história dos motoclubes no Brasil.
No Brasil a primeira associação, fundada em 1927, foi o Moto Club do Brasil sediado na Rua Ceará no estado do Rio de Janeiro.
Alguns anos depois, mais precisamente em 1932, surgiu o Motoclub de Campos. E talvez, seja este o mais antigo MC que se tem notícia no mundo.
Lá fora, nesta época (década de trinta) surgiam moto clubes com tendência mais rígida e muitos acontecimentos vieram a expor a imagem do motociclista ao ridículo, principalmente pela imprensa sensacionalista da época, que acusava os motociclistas de arruaceiros, desordeiros e outros superlativos.
Mais tarde, já na Década de 60, as motocicletas voltaram a ser tema de Hollywood com Elvis Presley, Roustabout e Steve McQueen (A Grande Fuga), uma série de filmes que chegou ao auge com ‘Easy Riders’.Finalmente inicia-se a mudança da imagem do motociclista com o início da sua fase romântica, que perdurou até o final da década de 70.
Este período fixou o motociclista como ícone de liberdade e resistência ao ´sistema´.
No Brasil, nessa época surgiu em São Paulo-SP o Zapata MC (1963) e já no final da década, no Rio de Janeiro, o Balaios MC (1969) grupo este que já seguia os novos padrões internacionais e o princípio de irmandade.
A partir da década de 70 viu-se a implantação de diversos motoclubes pelo mundo, a maioria já seguindo o princípio de hierarquia e irmandade.

No Brasil a popularização iniciou-se na década de 90 quando da liberação da importação pelo governo do então presidente Collor.
O maior MC brasileiro era OS ABUTRES que perderam o lugar para a irmandade BODES DO ASFALTO.
Atualmente, o maior MC do mundo é HELLS ANGELS MC (EUA – 1948).
Os MCs mais antigos são, no Brasil (talvez no mundo) o Moto Club do Brasil (1927) e nos EUA são as Motormaids M.C. (1940).
Isso mesmo: um MC de mulheres segundo a AMA - USA.
Para ler mais clique no post e será direcionado ao texto na íntegra.
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