terça-feira, 27 de março de 2012
#Curiosidades: moto, na Lua?
Técnicos da NASA testam a “Moto Lunar” em avião que simula a ausência de gravidade do espaço
Se a ideia de andar de moto na superfície lunar é absurda demais para a sua cabeça, saiba que pela mente dos engenheiros da NASA ela já passou. Em 1969, a agência espacial norte-americana chegou a construir um protótipo de veículo de duas rodas que seria utilizado caso o Buggy Lunar não ficasse pronto a tempo de ser levado pela Apollo 15.
As informações técnicas da “Moto Lunar” nunca foram divulgadas e, na verdade, tudo que se sabe sobre o modelo é que ele existiu, mas não chegou a ser utilizado, uma vez que o buggy foi terminado no prazo.
Entretanto, a NASA cogitou colocar a moto como veículo complementar na missão Apollo 20. Porém, com o cancelamento do programa pouco antes da Apollo 18 partir, ainda está por vir o dia no qual uma motocicleta irá, de fato, ver as estrelas. (por Carlos Bazela)
Fonte: http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2012/03/20/de-moto-na-lua
#Notícias: Fique atento: CET começa a fiscalizar motos com radar portátil em São Paulo
Depois dos pedestres, o alvo da vez da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) são os motociclistas.
A partir de hoje, seis novos radares portáteis, conhecidos como "radares pistolas", vão fiscalizar o excesso de velocidade das motos nos 65 pontos com maior índice de acidentes, em toda a cidade.
Por enquanto, a medida será "educativa". As multas começarão a ser aplicadas a partir da próxima segunda.
Até então, os 576 radares fixos da cidade não davam conta do recado: muitas motos escapam deles por circularem fora das faixas de rolamento, pelo tamanho reduzido da placa e por não terem identificação na frente.
A CET não soube informar quantas multas foram aplicadas aos motociclistas, porque diz que não diferencia as infrações por tipo de veículo.
Agora, 150 agentes de trânsito vão poder focar o radar diretamente nas placas, dar zoom e bater a fotografia --que é registrada apenas quando o veículo está acima da velocidade permitida.
Outras infrações, como andar entre corredores de carros ou na faixa expressa da marginal Tietê, não serão fiscalizadas pelos aparelhos.
Dulce Lutfalla, assessora de fiscalização da CET, diz que "a preocupação é com o número altíssimo de mortos e feridos nas motocicletas".
No último balanço do órgão, em 2010, foram 478 mortes de motociclistas vítimas de acidentes de trânsito, 11,7% a mais que em 2009.
A princípio, os seis equipamentos farão um rodízio nas 65 vias. As marginais Tietê e Pinheiros, o Elevado Costa e Silva e a avenida Liberdade estão entre elas. Os radares foram alugados por um ano ao custo de R$ 226.639.
Fonte: CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
#Dicas: O RÍTMO CERTO PARA SUA MOTO:
VELOCIDADE DE CRUZEIRO (http://www.confrariadoslobos.com.br/page86.php)
Assim que entrar na estrada, procure estabelecer uma velocidade de cruzeiro compatível com os limites legais da rodovia, possibilidades de desempenho de sua moto e sua própria habilidade. Nas motos de baixa cilindrada (e algumas de média cilindrada), a velocidade de cruzeiro não deve ser maior que 70% da sua velocidade máxima.
Nas motos maiores e mais potentes, o limite é o do bom senso, com atenção à sinalização de velocidade máxima permitida na rodovia. Qualquer moto acima de 500 CC roda muito bem dentro d faixa de 110 ou 120 km/h, as máximas na maioria das rodovias brasileiras.
Veja, seja visto: esse lema de segurança também vale muito na estrada. A primeira medida é ligar o farol assim que sair de casa. Com o farol ligado, mesmo de dia, a visualização da moto fica muito mais fácil pelos motoristas que vão à frente. Fique atento também a veículos mais rápidos que possam estar se aproximando atrás.
Evite ficar nos ângulos “mortos” de visão – locais onde o motorista não consegue enxergar a moto, como atrás da carroceria de um caminhão, por exemplo. Uma maneira boa de se saber se está ou não no ângulo morto de um veículo é observar se você está vendo a face (região dos olhos) do motorista. Se você não a estiver vendo, cuidado, ele também não pode te ver.
Algumas motos mais potentes, como as superesportivas e esportivas turismo, são capazes de acelerar e atingir grandes velocidades em poucos segundos. Com tal capacidade, as ultrapassagens podem ser feitas com maior segurança utilizando-se espaços menores.
Porém, o piloto deve redobrar seus cuidados ao realizar a manobra, sinalizando com piscas e até com o farol, se necessário, pois os demais motoristas podem não perceber a aproximação rápida demais, mudando de faixa de repente simplesmente por não ver a moto. Nunca ultrapasse pelo acostamento e atenção redobrada, quando houver necessidade de ultrapassagem pela direita em rodovia com mais de uma pista em cada sentido.
DESLOCAMENTO DE AR
Ao ultrapassar grandes veículos, como caminhões e ônibus, por exemplo, tome cuidado com o deslocamento de ar causado por eles e que podem desestabilizar a moto.
Atrás desses veículos, o turbilhão de ar tende a “puxar” a moto para próximo deles (efeito do vácuo). Na parte dianteira, o ar deslocado direciona-se para os lados, tendendo a “empurrar” a moto para a lateral. Para evitar tais incômodos, mantenha uma distância segura dos veículos durante a manobra de ultrapassagem (cinco metros, pelo menos). Muito cuidado com veículos transportando pedras, areia ou cargas soltas ou mal amarradas.
Em estradas simples, de mão dupla, o mesmo efeito do deslocamento de ar poderá também ser causados por grandes veículos que vêm em sentido contrário. Um forte golpe de ar pode atingir a moto lateralmente. Para evitar esse efeito, procure manter-se mais à direita quando perceber a aproximação do caminhão ou ônibus.
Evite andar “colado” aos veículos que seguem à frente, especialmente caminhões e ônibus, que – além de lhe limitarem a visão para os obstáculos da pista, como os buracos, por exemplo – podem frear repentinamente (não esqueça e efeito do vácuo).
Muito cuidado ao entrar em postos de gasolina com calçamento feito em paralelepípedos, cimento, terra ou pedriscos. Muitas vezes, habituado a uma velocidade maior na estrada, o piloto entra no posto mais rápido do que deveria, sem dar conta das condições de aderência. Ao frear para diminuir repentinamente a velocidade, pode derrapar e tomar um tombo “bobo” – mais comum do que se imagina.
Além disso, as chances de uma entrada de posto à beira de estrada ter acúmulo de óleo são muito grandes, pois nele param caminhões.
Caso perceba que irá atravessar uma mancha de óleo, procure manter-se na trajetória, com a moto mais “neutra” possível e “em pé”, acionando a embreagem e evitando tocar nos freios.
Algumas motos, que obrigam a uma posição de pilotagem mais esportiva, podem provocar dores lombares depois de determinado tempo de viagem (vide o texto sobre POSTURA http://www.confrariadoslobos.com.br/page5.php). Por isso, recomenda-se paradas a cada 100/150 km rodados para descansar.
Aproveite para fazer alongamentos na região dorsal, nas pernas e nos braços (vide texto sobre MUDRAS http://www.confrariadoslobos.com.br/page56.php).
Fonte: Bleiner Fernandes de Meloquinta-feira, 22 de março de 2012
#Miscelânea: Confraria dos Lobos: PRECONCEITO COM MOTOCICLISTAS
Por favor, clique no título para ler o texto na íntegra.
Obrigada.
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