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terça-feira, 16 de outubro de 2012

#MISCELÂNEA: lha de Man – A corrida de moto mais insana do planeta.

Para quem gosta de velocidade e adrenalina a Ilha de Man é considerada o santuário dos pilotos mais audaciosos.

Localizada entre a Irlanda e o Reino Unido, a pequena ilha de 572 km², torna-se palco de corajosos pilotos que desafiam a si mesmo e a própria sorte.
A TT -Tourist Trophy- é o evento de motovelocidade mais antigo e prestigiado do mundo, que desde 1907 ocorre na ilha entre os meses de maio e junho. O circuito tem 60km de vias sem limite de velocidade, cruzando montanhas e vilarejos por suas curvas sinuosas... eis o motivo da atração do local!


O evento atrai milhões de turistas e muitos competidores. No circuito os pilotos passam a centímetros de distância de muros de pedras, casas, caixas de correio e dos espectadores, em uma velocidade média de 210km/h. Aliás esses moradores da ilha “nada sortudos” não deixam a desejar no quesito insanidade, expondo-se também aos riscos sentados em muretas, gramados e acostamentos.
Desde o início do evento que já dura um século, até os dias de hoje, morreram mais de 240 pilotos desafiando os perigos da ilha. Somente no ano passado em 2011, morreram 8 pilotos.
A Federação Internacional de Motociclismo já tentou banir a corrida do calendário de eventos, tentou até punir os pilotos oficiais que participassem das corridas, mas os anos foram se passando e nada se concretizou. Muitos ativistas assim como ex-pilotos, ainda brigam pelo término das provas. Discussões do tipo com as autoridades locais,  policiais, judiciais e departamentos de trânsito não conseguem intervir. Até quando a corrida vai existir, ainda é uma interrogação...
A grande maioria dos moradores apoiam o evento, apesar dos poucos que reclamam das pistas fechadas e lixo deixado pelos espectadores. Para os que apoiam, visam não só o fator econômico que movimenta a cidade mas também a questão da tradição, afinal já fazem isso a tanto tempo!
Para os pilotos é o reflexo de uma verdadeira paixão, o vício pela adrenalina, o prazer do desafio e da conquista que leva a contar com a sorte e claro que, uma pitada de insanidade explica tudo!
Mas e você leitor? Seria a favor do término de uma tradição de mais de 100 anos? Mediante ao perigo e a fatalidade ou o que importa mesmo é a paixão pelo esporte e cada um que assuma seus riscos e consequências?
Confiram mais um pouquinho da matéria através desse vídeo emocionante!



Fonte: http://www.encontrodemotos.com/ escrito por: Cris Rissanen.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

# Miscelânea: Motociclismo - Risco e Sensações.


Existem poucas sensações tão agradáveis como a de sentir o vento pela abertura da viseira do capacete, batendo no nosso rosto numa manhã ensolarada. Aquele sentimento de liberdade da estrada passando sob os pneus, da liberdade proporcionada pela condução de uma moto com responsabilidade, bem conduzida, ou, ainda, a visão de um pôr-do-sol que aparece ali bem pertinho, quando a motocicleta vai pela estrada em direção ao horizonte longínquo.

Não há como negar que muitos motociclistas, conhecidos como “motoqueiros” conduzem suas motos temerariamente, por ruas cheias de carros, buracos e pedestres que atravessam com desatenção. 
Esses “motoqueiros” que ajudaram a criar a fama negativa das motos, conduzindo com irresponsabilidade e loucura seus bólidos perigosos, estão sendo finalmente reconhecidos e distinguidos dos reais motociclistas, nós que conduzimos com segurança, responsabilidade, atenção, prazer, sem desafiar o equilíbrio e o bom senso.
Não posso deixar de citar aqui a negligência e a irresponsabilidade de grande parte dos motoristas, principalmente dos que nunca conduziram uma motocicleta, aqueles que por inexperiência, falta de cuidado ou despreparo, dirigem seus veículos com insensibilidade perante nós motociclistas, mais expostos aos perigos e acidentes devido às características das motocicletas que conduzimos.

Quando o noticiário cita o grande número de acidentes com motociclistas, esquece de informar que existem “motoqueiros”  e motociclistas, não citam os condutores de automóveis e caminhões enlouquecidos pelo infernal trânsito que ao volante não deixam para trás os problemas de suas vidas e exteriorizam seus recalques – às vezes até por não possuir uma motocicleta e a liberdade de pilotá-la... 
Esses maus motoristas nunca são o alvo da notícia, a notícia sempre é sobre a motocicleta. O noticiário não relata as súbitas guinadas e mudança de faixa sem qualquer sinalização, as freadas maldosas e a falta de consideração em facilitar uma ultrapassagem.

Quando perdemos ou se acidenta um amigo motociclista, sempre em circunstâncias não bem explicadas, toda nossa comunidade fica em evidência e um insano furor contra todos os “motoqueiros”  se instaura, como se sobre as duas rodas só rodassem irresponsáveis e insensíveis; como se apenas eles - esses selvagens envoltos em grossos blusões e mochilas nas costas praticassem acidentes.

Verifiquei recentemente que os pedestres brasileiros também não ficam atrás em matéria de desatenção e de cuidado. Muitos acreditam que motos não matam, e dançam diante delas, sem qualquer atenção ao atravessar as ruas numa indecisão que atemoriza e confunde e os motociclistas.

De uns anos para cá surgiu uma categoria nova desses abusados: os vendedores que aproveitam os engarrafamentos na hora do rush, circulando entre as filas de carros e olhando, desafiadoramente e sem se mover, o motociclista que se aproxima. Você já reparou isso?

Com mais de 50 anos sobre uma moto, vi a cidade de São Paulo crescer e o surgimento dos primeiros congestionamentos. No início não existia capacete, tudo era precário. Hoje temos eficazes equipamentos de proteção e procuro sempre pilotar equipado, protegido.

Entretanto, mesmo pilotando cada vez mais defensivamente, com cuidado e atenção redobrados venho notando, ano a ano, a piora sensível na capacidade de dirigir de nossos motoristas.

O uso de setas é desconsiderado pela maioria dos motoristas, que andam colado nos outros carros e até nas motos, ignorando faixas de pedestres e as mais básicas regras de respeito e convivência.

Alguns motoristas não respeitam motociclista, adoram intimidar nossos veículos de duas rodas, dando pequenas fechadas, espremendo as motos nos engarrafamentos e piscando faróis, exigindo passagem como se fossem os donos das estradas e ruas.

Em uma viagem de moto entramos em contato com nossos valores mais elevados, coisas como liberdade, respeito, responsabilidade, solidariedade, são sempre presentes.

Até mesmo nosso contato com o Criador é estimulado; nossa mente viaja também, medita, contempla. Diante de todas estas experiências olhamos para o dom maravilhoso que nos foi dado, a vida, e para aquele que nos deu tudo isso e somos levados a dizer, ainda que sem palavras: "muito obrigado".

Fonte: escrito por: Otavio Araujo – Gugu - postado em http://www.rockriders.com.br.

Boas estradas!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

#Dicas: Luvas, a sua importância.


As mãos estão sempre muito expostas quando andamos de moto. As diversas condições climáticas agem sobre elas de uma forma impiedosa, massacrando-as. Em caso de queda, não escapam ao abrasivo do asfalto.Elas agem como uma “segunda pele”, evitando males maiores.
Por tudo isto, não devemos hesitar em usar um par de luvas.
Certamente que não escapa à atenção de ninguém as espetaculares luvas que os grandes pilotos MotoGP utilizam. Contudo, o que é hoje uma realidade, nem sempre o foi! Os antecedentes das modernas luvas eram umas simples proteções em couro.

Muitas quedas e alguns anos de evolução permitiram chegar aos atuais modelos. Hoje encontram-se nas lojas luvas de grande qualidade. Os fabricantes especializaram-se, e a contínua exigência dos utilizadores e pilotos em usar o melhor, levou a um aperfeiçoamento notório nos materiais empregados, formas de fabricação e diversidade de utilizações. Existem luvas de MX, Trial, pista, uso diário, inverno…
Em todos os modelos procura-se conjugar o maior conforto possível, índices de tato nos comandos da moto, e proteção otimizada contra os efeitos abrasivos do asfalto e o choque.
Os materiais usados nas luvas dos tempos de hoje são os mais variados. O couro deu lugar a materiais sintéticos, resultado da profunda pesquisa feita pelos fabricantes. O grande objetivo é proteger eficazmente uma das zonas do corpo mais exposta a ferimentos em caso de queda ou acidente.
As luvas de couro, são de maioria de procedência bovina, são umas das mais generalizadas graças ao bom tato que proporcionam, permitirem uma transpiração otimizada e serem relativamente resistentes ao efeito abrasivo. Em alguns casos é usada a pele de canguru, proporcionando luvas mais leves, maleáveis e resistentes.
O Kevlar é muito resistente. É colocado nas luvas, nas zonas da mão mais expostas em caso de queda, nomeadamente a palma da mão e a parte superior das falanges.
O carbono é excelente em termos de propriedades anti-choque, graças à sua elevadíssima resistência e mínimo peso. Em forma de pequenas capas, é colocado nas luvas nos dedos e na zona dorsal do túnel carpiano.
A espuma anti-choque compreende desde uma simples borracha até às espumas absorventes brandas e elásticas, que endurecem subitamente ao sofrer um impacto. Instalam-se em zonas de máxima exigência protetora e por debaixo da fibra de carbono.
A cordura – tecido de compostura sintética – é resistente, ligeira, impermeável e bastante delgada, permitindo uma aplicação muito fácil, aceitando por debaixo dela o uso de material isolador necessário contra o frio. Este material utiliza-se sobretudo em luvas de inverno e luvas com utilização mista.
O Thinsulate, um material isolador muito leve e fino, generalizou-se na aplicação em luvas devido às suas características protetoras contra o frio, sendo aplicado em praticamente todo o tipo de luvas.
Outros materiais generalizados são o Nylon, a Lycra, o Polyester e o forro polar.
As luvas exigem uma manutenção específica. Aquelas que são fabricadas em materiais sintéticos devem de lavar-se com detergente próprio a uma temperatura que não ultrapasse os 30º. Devem secar-se com a zona do antebraço virada do avesso. Não devem de ser “espremidas”, escorridas, ou secadas com uma fonte de calor forte, uma vez que as membranas impermeáveis podem deteriorar-se.
Existem produtos próprios para aplicar nas luvas recomendados pelos fabricantes de modo a manter a superfície das mesmas em boas condições. No caso de luvas esportivas, não lavá-las com sabão nem aplicar-lhes calor se apanharem água. Antes de estarem completamente secas, devem ser colocadas na mão para que recuperem a forma.
Uma vez secas – luvas esportivas – há que aplicar um creme especial comercializado pela indústria auxiliar e pelos próprios fabricantes de luvas, limpando-as e devolvendo-as ao seu estado original.

 Fonte:  http://www.motoesporte.com.br/site/dicas/luvas-a-sua-importância

Luvas da Marca Lookwell.
Gostou? Faça-nos uma visita: Av. Hercílio Luz, 1395 sala 01 - Centro. Florianópolis - SC - Brasil. O Showroom está aberto todos os sábados.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

#Miscelânea: Aventureiro alemão que viaja pelo mundo em moto, faz parada no AM.

"Fuçando" na internet, procurando algo sobre motociclistas aventureiros, vejam o que encontrei: uma sensacional história que achei que valia muito a pena compartilhar com quem ainda não leu.
Este corajoso alemão Tobias Dreissig de 29 anos, natural de Stuttgar resolveu dar a volta ao mundo em sua motocicleta de 125cc.
Realmente, como diria Lobo usando sua citação favorita: " Não há limites para aqueles que têm a capacidade de sonhar e transformar seus sonhos em realidade".



O alemão Tobias Dreissig, de 29 anos, natural de Stuttgart, escolheu parar em Manaus em sua longa jornada ao redor do mundo em cima de uma motocicleta. Ele começou a viajar em novembro de 2011, já passou por Ásia, África e Europa, e está pela primeira vez no Brasil. Na América do Sul já passou por Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Colombia e Venezuela. Ele tem um próprio blog contando suas experiências durante a viagem.
Tobias sempre viaja com pouco dinheiro e leva consigo roupas e uma barraca, onde dorme na estrada. Ele conta que ao longo do caminho, muitas pessoas o ajudam com comida e estadia, mas na maioria do percurso, se vira como pode. "Encontrei gente que me ajudou muito, mas na maior parte do caminho, tive que procurar lugares mais isolados para acampar e contar com um pouco de sorte para comer", conta o alemão.
O aventureiro diz que gostou muito de Manaus, tanto que ficou na cidade mais que o planejado. "Queria passar uma noite aqui e acabei ficando uma semana inteira, apesar do calor é uma terra muito agradável", disse Tobias.
O motoqueiro segue na sexta-feira (30) rumo a Belém, no Pará, e de lá pretende ir até São Paulo sem fazer nenhuma parada. "Ainda tenho um amigo para visitar em Uberlândia (Minas Gerais). O objetivo original é ir de Belém à São Paulo sem parar mais, porém, se algo me chamar a atenção não hesitarei em descer da moto e tirar uma foto", contou ao G1.
Tobi, como gosta de ser chamado, diz que viajar pela América do Sul está sendo a parte mais emocionante e desafiadora de sua trajetória. "Quando disse aos meus amigos que iria passar por aqui eles acharam que eu estava louco, me contaram histórias horríveis, disseram que eu seria assaltado e poderia ser morto. Quando passei pela Venezuela, e agora no Brasil, que foram os lugares sobre os quais mais me contaram coisas horríveis, fiquei agradavelmente surpreso, pois encontrei gente hospitaleira, sempre disposta a ajudar e fiz muitos amigos", disse o aventureiro.
Tobias afirma que a busca pelo conhecimento o motivou a iniciar a viagem ao redor do mundo. "É impressionante o conhecimento que se adquire viajando assim, conhecendo pessoas, culturas, costumes, e povos completamente diferentes uns dos outros. Esse tipo de conhecimento não se aprende na faculdade", enfatiza o motoqueiro.
Dreissig pretende terminar sua jornada em setembro deste ano, com cerca de 28 mil quilômetros rodados, e voltar a sua vida normal, como funcionário de uma fábrica automotiva na Alemanha. "Preciso juntar dinheiro para fazer mais viagens como esta, por isso, quando voltar para a Alemanha vou voltar a minha vida normal, trabalhando e agora também escrevendo sobre minhas aventuras para uma revista", afirma Tobi.

A reportagem foi extraída do G1: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/03/

Isso é que chamamos de espírito aventureiro nato! Tobias, sucesso nas suas próximas jornadas! Entendemos perfeitamente o que te move!

Forte abraço e boas estradas.

terça-feira, 5 de junho de 2012

#Miscelânea - Campanha: Curta sua vida numa moto. Desacelere.






Estamos compartilhando este vídeo com você que também sente liberdade ao andar sobre duas rodas, com responsabilidade!
Curta sua vida numa moto. Desacelere.
Viva mais. Corra menos. Não seja apenas uma lembraça. Participe delas!!
Forte abraço!
Boas estradas!!!!

terça-feira, 22 de maio de 2012

# Notícias: Para ortopedistas, 16 anos é idade mínima para carona em motocicleta.


O representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT na câmara temática sobre “Transporte de Crianças em Motocicleta” defendeu a proibição de carona para crianças com menos de 16 anos. A tese, que foi vencedora na reunião promovida pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo será encaminhada ao Congresso Nacional, onde está sendo discutido o projeto de lei 6.401/99, do ex-deputado professor Victorio Galli.
O então parlamentar quer mudar a legislação atual, que proíbe o transporte de menores de 7 anos de idade em motocicletas, motonetas e ciclomotores, elevando a idade para 11 anos, tese que não é aceita pelos ortopedistas.
Durante a reunião da ‘Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito’ o representante da SBOT, ortopedista pediátrico Miguel Akkari, justificou que não há argumentos técnicos para defender a liberação aos 11 anos, pois do ponto de vista médico “não há diferenças anatômicas importantes entre a criança de 7 e de 11 anos, ao contrário do que ocorre quando a idade é de 16 anos, na qual a estrutura esquelética já é bem próxima daquela do adulto”.
Para Akkari, não há sentido em liberar uma criança de 11 anos para ser carona no veículo que mais se envolve em acidentes no Brasil, no momento em que as autoridades de trânsito procuram, em trabalho conjunto com as sociedades médicas, encontrar formas de minorar o número de mortes em acidentes com motocicletas, aumentando o nível de segurança de veículos em duas rodas.
O aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas é tão grande, no Brasil, que preocupa a Organização Mundial da Saúde, cuja representante, Mercedes Maldonado, recentemente lembrou que com uma frota mais reduzida que a de automóveis, as motos já representam 16% dos acidentes no País. Outro problema é a gravidade desses acidentes que, segundo depoimento de Mauro Ribeiro, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, fez com que em algumas localidades o índice de mortes em acidentes com motos passe a representar mais de 50% dos óbitos.
Outro levantamento, feito entre 2004 e 2008, justamente quando a frota de motos passou a crescer em maior velocidade, indica 6.700 mortes anuais de motociclistas, ao passo que outra estatística mostra que o total de mortes de motoristas de motos cresceu 2.000% em 16 anos.

Texto: DOC Press Luchetti.

terça-feira, 24 de abril de 2012

#Garupando: Lagoa, Joaquina e Barra da Lagoa!

Bom dia!!!!!! Fazia tempo que eu não passava por aqui para "garupar", já estava sentindo falta.
Bem, hoje eu gostaria de falar um pouco mais sobre a nossa Ilha da Magia.
Domingo desses eu e Lobo pegamos a moto e resolvemos andar pela ilha, moramos numa cidade tão linda e raramente rodamos por aqui. Resolvemos então explorar um pouco mais as belezas desse lugar.
Passamos pela Lagoa, depois fomos até a Joaquina e seguimos para a Barra. Um dia lindo de sol. Nosso paradeiro dessa vez foi no Projeto Tamar. Uma vergonha, tantos anos morando aqui e nunca tínhamos ido 
até lá.

Um pouco sobre esses lugares:

Lagoa da Conceição:

A região do bairro Lagoa da Conceição foi habitada primeiramente pelos Carijós, índios Tupi Guarani. Os vestígios dessa população são os sítios arqueológicos, onde foram encontrados pontas de flechas e sambaquis. As oficinas líticas, denominação dos lugares usados para fazer ferramentas, podem ser vistas nas pedras da Joaquina e da Galheta. Os índios também marcam presença em algumas heranças deixadas aos açorianos, entre elas o cultivo da mandioca e o feitio de canoa de garapuvu.

Em meados do século XVIII, a Corte Portuguesa determinou que a Ilha de Santa Catarina fosse colonizada para garantir sua posse. Os escolhidos foram os habitantes da Ilha de Açores, que sofriam com terremotos e superpopulação. Eles vieram entre 1748 e 1756 e foram assentados em micro regiões afastadas, cada qual com administração, igreja e polícia próprias, denomidadas freguesias. A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa foi a mais antiga, fundada em 1750, juntamente com Santo Antônio de Lisboa.

Certamente a visita mais ilustre que o local recebeu foi em 1845, quando Dom Pedro II aportou em Desterro. Na ocasião, o imperador doou uma custódia de prata para a Igreja da Lagoa. Ele voltou em 1861, dando outro presente à capela: os dois sinos que ainda estão lá.

Mesmo com novos moradores vindos de outras cidades, principalmente a partir de 1980, as tradições açorianas, como a pesca e a renda de bilro, e o folclore presente nas histórias de bruxas, feiticeiras, lobisomem e boitatá, ainda fazem parte da vida dos nativos. O Terno de Reis, a Ratoeira, a Cantoria do Divino, o Pau-de-Fita e o Boi-de-Mamão são algumas das manifestações artístico-culturais preservadas. Atualmente, o Centro Cultural Bento Silvério funciona como maior propagador destas atividades, oferecendo vários cursos durante o ano.


 Na Lagoa você encontra excelentes locais para comer e para se hospedar. Conta também com a prática de esportes radicais, passeios de escuna e muito artesanato local.
Para quem curte balada, este é um dos locais mais agitados e badalados da ilha.
Quer saber mais sobre a Lagoa? Acesse: http://www.guiafloripa.com.br/turismo/lagoa/

 Joaquina:


Joaquina foi uma rendeira do início do século XVIII, moradora de uma das praias do leste da Ilha de Santa Catarina, que além de ensinar as mulheres a entrelaçar linhas e formar belíssimos utensílios domésticos, preparava comida para os pescadores que costumavam matar a fome em seu rancho à beira mar.

Diz a lenda que certo dia ela estava na praia tecendo renda quando foi tragada pelas fortes ondas do mar.

A praia da "Joaca" foi ganhando fama a partir da década de 70, quando suas ondas foram descobertas por surfistas do mundo inteiro. Vários campeonatos de surfe foram surgindo, destacando grandes personalidades catarinenses.

Freqüentada por surfistas, belas garotas, praticantes de vôlei de praia e de um futebolzinho no fim de tarde, é uma das praias que oferece melhor infra-estrutura ao turista, recebendo durante os dias quentes da primavera e verão um grande número de excursões provenientes de todo o Brasil e do exterior.

O aglomerado de rochas, situado à esquerda, a iluminação noturna e os chuveiros públicos são algumas das marcas registradas da Joaquina. Há também um amplo estacionamento pago, sanitários, estacionamento para ônibus de turismo, salva-vidas, posto policial, loja de artesanato, bares, restaurantes e hotéis. 
 Além da praia, é possível curtir as dunas mais famosas do sul do país, e ainda praticar o sandboard ou surfe na areia.
As pranchas usadas na prática deste esporte podem ser alugadas no próprio local. No verão as dunas são invadidas por pessoas descendo e subindo as areias claras da Joaca.

 Barra da Lagoa:


Este importante núcleo pesqueiro da Ilha de Santa Catarina recebe a cada ano um número maior de turistas, atraídos pelas belezas naturais e pela cordialidade dos manezinhos, que tratam a todos como velhos conhecidos. Para receber quem vem de fora, a região conta com várias pousadas e restaurantes.
O Distrito da Barra da Lagoa foi instalado em 1995, quando a Lei Municipal nº 4.806/95 desmembrou a praia da Barra da Lagoa e a Fortaleza da Barra do Distrito da Lagoa da Conceição. Os 4,75km² estão em uma área privilegiada, incrustrados entre o Oceano Atlântico, a Lagoa da Conceição e o Morro da Galheta e traspassados pelo Canal da Barra, que liga as águas da Lagoa com as águas do mar.

Oficialmente, a praia da Barra da Lagoa conta com 650m. No entanto, a falta de algum acidente geográfico que a separe da praia do Moçambique faz com que a orla tenha mais de 8km de extensão, propiciando longas caminhadas nas areias brancas e finas. O mar possui ondas suaves, que permitem a prática do surfe mas não assusta os banhistas mais inseguros. Isso acontece porque as grandes ondas provocadas pelo mar aberto são freadas pela correnteza do Canal. De qualquer maneira, um posto Salva-Vidas mantém a ordem na praia.

Outra atração é a Ponte Pênsil que passa por cima do Canal da Barra. Do outro lado, uma pequena trilha que passa entre os casebres da comunidade dá acesso à Prainha, uma pequena enseada cercada por enormes rochas e sítios arqueológicos.(http://www.guiafloripa.com.br/turismo/barradalagoa/)


E é lá, na Barra da Lagoa que está situado o Projeto Tamar:
http://www.projetotamar.org.br/
Não deixe de visitar quando estiver por lá, vale a pena como forma de conscientização, conhecimento  e educação.







 



Lutando pela recuperação!


Depois, seguimos pela estrada verde do Rio Vermelho, passamos por Ingleses e voltamos para casa.





 Por hoje é isso! Para você que ainda não conhece Floripa, não deixe de vir. Para quem mora aqui e como nós, acaba acostumando com as belezas deste paraíso natural deixando consequentemente de visitar e conhecer melhor a cidade, aproveite para explorar, pilotar e garupar pela Ilha.
 Fica a dica!
Forte abraço e boas estradas.

sexta-feira, 16 de março de 2012

#Dicas: A polêmica das malas na hora de viajar.


Olá mulheres motociclistas e garupeiras de plantão!
   Falemos hoje um pouco mais de um dos assuntos mais polêmicos entre o casal motociclista na hora de pegar a estrada: AS MALAS.


   Quem foi que disse que nós mulheres precisamos andar desajeitadas ou sem os nossos mimos só porque vamos viajar de moto?

  É fato que realmente não teremos, nem mesmo, 10% do espaço que teríamos para levar nossas coisas em um carro, porém, vejamos por outro lado:

   Viajando de moto poderemos exercitar nosso desprendimento.
  Quantas roupas e sapatos você realmente usa de todas que leva na bagagem? Opte por levar um jeans básico, blusinhas de cores básicas e abuse dos acessórios como colares, lenços e brincos que cabem dentro dos calçados por exemplo.
   Faça uma pilha com tudo, absolutamente tudo que você realmente gostaria de levar. Depois reveja o roteiro da sua viagem, os passeios que irá fazer e comece a selecionar as roupas e calçados que melhor se adequam.
   Não esqueça que a maior parte do tempo você vai passar na moto, então não precisa de muita roupa extra. Quanto a roupa de viajem é extramente necessário que você opte por equipamentos confortáveis e a ajustáveis ao seu corpo. Nada de pegar aquela calça ou jaqueta que o seu parceiro não usa mais, só porque você não vai pilotar. Você também precisa de conforto e, mais do que isso, proteção.

   A escolha da roupa adequada para o seu tamanho é essencial e acredite, você vai comprovar isso na estrada. Um exemplo típico é o vento, tem algo pior que ficar sentindo aquele ar gelado passeando pela sua roupa e entrando por lugares indesejados como as suas costas? E a chuva? tira a vontade de qualquer um andar de moto néh!
  Desprendimento tudo bem, agora falta de conforto e proteção, nem pensar.
  Sinceramente, muitas mulheres querem andar de moto como se estivessem indo ao shopping, me desculpem o comparativo, mas é preciso colocar na cabeça que não dá para andar de moto toda apertada, é extremamente desconfortável. Escolha calça com elásticos laterais, elas sedem mais e se ajustam melhor ao seu corpo, cós mais alto também faz a diferença.
  Escolha uma jaqueta/parca que caiba uma segunda pele embaixo do forro e que permita você movimentar os braços e mexer-se. O cumprimento também é importante para impedir a  entrada da chuva e do vento. Roupas curtas sobem com o seu movimento e forçam você a ficar ´puxando-as´ para ajustá-las. Isso tira a sua concentração, seu equilíbrio e faz com que se preocupe com um incômodo que poderia ser evitado.
   Claro que não podemos esquecer do capacete e, cá para nós, hoje em dia os grafismos são um show não é mesmo?
   Escolha um bom capacete e prefira aqueles feitos com materiais mais leves, eles são mais confortáveis. Atente para o tamanho certo também. Capacetes largos, com a ação do vento, ficam ´sambando´ na cabeça, além do perigo de poderem sair na hora de um tombo.
   Capacetes apertados dão ´dor de cabeça´.
   Procure um especialista e informe-se bem, antes de adquirir um capacete.
   Em Florianópolis indicamos o Davidson (CPBikes - 48 32067544 / cpbikes@live.com) entende muito do assunto. Além disso, avalie a relação custo X benefício. Atualmente, temos ótimos capacetes por valores regulares.
   Luvas são necessárias, escolha o modelo que mais lhe agrade avaliando a temperatura em que vai ser usada. Neste caso, procure forros isotérmicos, eles manterão a temperatura de seu corpo, isolando a temperatura externa (meio ambiente).  Avalie também a necessidade de ser  impermeável e (principalmente se você vai pilotar) a tatilidade do material. Há luvas que são tão grossas, ou feitas com materiais tão duros, que fazem você perder o tato. Pode parecer um detalhe, mas para quem pilota atrapalha muito.

  Uma dica que deixamos aqui é que as luvas usadas tenham protetores externos por cima das articulações. No caso de acidente elas serão muito úteis, visto que os tecidos que revestem as articulações são os que tem maior dificuldade de cicatrização. Esta atenção serve para TODAS articulações do corpo (Joelhos, Cotovelos, Ombros e Bacia). Há alguns modelos que também têm um protetor para o escafóide (osso na base das mãos), isso faz muita diferença no item segurança.

  Nada impede que você leve/tenha mais de um tipo de luvas na sua bagagem, você não vai se arrepender.
  Botas, também são um problema para a maioria das mulheres na hora de escolher. Por natureza nós já nascemos no salto, é nato. Porém, mais uma vez é preciso lembrar a finalidade deste ítem durante a viagem: proteção. Prefira as impermeáveis, dessa maneira você não precisa ficar preocupada na hora em que pegar aquela pancada de chuva inesperada.
  Outro detalhe é a facilidade para serem calçadas. Não esqueça de prever que devem ser usadas com meias ´grossas´, isso pode alterar o tamanho escolhido. 
  Escrevi esse texto baseado na minha experiência como garupa. Inicialmente fiz como a moça aí da charge, separei um monteeeeee de roupas, calçados e acessórios para levar e sim, eu também achava estranhas "aquelas" roupas para andar de moto.
 Porém, nada como a prática pra você ir aprendendo qual o melhor equipamento a ser utilizado.
 Hoje, eu uso roupas, botas e luvas impermeáveis e superconfortáveis, que me permitem prestar atenção nas paisagens por onde passamos. Curto ao máximo nossas viagens com toda a proteção necessária.
  Optei por usar parca ao invés de jaqueta, achei que vestia melhor e me protegia mais.
  Não saio sem a balaclava, acho que ela protege melhor meus cabelos, me livrando dos nós e também deixando meu capacete limpo por mais tempo. Você pode utilizar lenços também, ficam lindos.
 Não abro mão do meu batom, rímel, protetor solar, sombra, perfume.  É só lembrar que as embalagens precisam ser menores do que as convencionais, para alguns produtos, de sua preferência.
 Enfim, levo tudo o que acho necessário e acredite, ainda volto com roupas sem usar. Abuso dos colares principalmente, adoro e dão um toque diferente nas suas fotos.
 Use a sua criatividade, leve tudo o que achar necessário e viaje muito, nada melhor que a experiência não é mesmo?
 Afinal, ninguém nasce sabendo e as dicas estão aí para que você aproveite da melhor maneira possível o seu passeio. Mostre ao seu companheiro que você é capaz de usar o alforge que lhe pertence da maneira mais otimizada possível. Ele vai acabar pedindo para que você arrume o dele também.

Dúvidas ou sugestões, deixe seu comentário ou escreva para nós: blogdaconfrariadoslobos@gmail.com.
Este espaço é nosso!
Forte abraço e boas estradas.
15/03/2012

Até a Próxima!

Confraria dos Lobos
                   Edna - A Garupa

                                                                                                                                                 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

#Dicas: Cuidado com os pneus!

Bom dia ensolarado a todo os amantes, simpatizantes e praticantes do bom motociclismo ! Véspera de feriado, que beleza. Tá pensando em pegar a estrada amanhã? Que tal dar uma lida nestas dicas sobre pneus?!!! Boas estradas e ventos favoráveis a todos!!!

Basta clicar no link para ser direcionado a nossa página!!!

http://confrariadoslobos.com.br/page48.php


terça-feira, 27 de setembro de 2011

#Dicas: Pilotagem 3

A cada dia que passa tem aumentado o volume de motocicletas em nossas ruas e por conseqüência tem aumentado também o número de acidentes com as motocicletas.

   Um dos motivos da elevada ocorrência de acidentes com as motocicletas em nosso país é a falta de uma cultura consolidada no uso da motocicleta.
Movidos pela necessidade de transporte eficiente e de baixo custo, muitos jovens compram suas motocicletas sem saber exatamente o que é uma motocicleta e sem saber que terão em suas mãos um veiculo extremamente perigoso, quando não utilizado de forma adequada.

A motocicleta  é perigosa:
   Essa é a dica mais importante para quem vai passar a utilizar uma motocicleta. Nunca subestime essa característica. Não se deve subir em uma motocicleta sem ter a consciência que se trata realmente de um veiculo perigoso e que nos expõe a um volume muito grande de riscos. Por menor que seja o acidente é impossível não ocorrerem conseqüências .

Motocicleta não é automóvel:


A motocicleta não oferece a mesma segurança que um veiculo de quatro rodas que se sustenta sozinho, onde os ocupantes estão protegidos pela carroceria. Estudos demonstram que pilotar motocicletas exige maiores habilidades do que conduzir automóveis. 

   Nunca é demais ressaltar que a motocicleta não fica de pé sozinha e sua tendência natural é cair. 

Os Comandos:
   Se você já dirige automóvel e vai pilotar uma moto pela primeira vez procure se familiarizar com todos os comandos. Os comandos da motocicleta são totalmente diferentes dos automóveis, as atividades realizadas com os pés e as mãos são diferentes, portanto nosso cérebro demora certo tempo para se adaptar. Já vi muitos acidentes com jovens motociclistas que não conseguiram parar a moto simplesmente porque “esqueceram” de usar o freio dianteiro pelo fato de seu acionamento ser feito  pela mão.

A manutenção da motocicleta:
   Os componentes mecânicos da motocicleta têm uma ação muito mais direta e importante na condução do veiculo. Não utilize sua motocicleta sem os devidos cuidados com a manutenção preventiva. 

   Especialmente nunca utilize sua motocicleta quando os freios ou pneus não estiverem em condições excepcionalmente adequadas.

A Carteira de Habilitação:
   De posse da carteira de habilitação os jovens motociclistas acreditam que já estão totalmente aptos para pilotar, isso é um grande engano, em geral as auto-escolas não ensinam a pilotar, elas apenas ensinam como passar no exame. 

Ganhando experiência:
   Pelo fato da maior dificuldade de se conduzir uma motocicleta, antes de começar a usá-la rotineiramente no transito pesado, é aconselhável que se pratique bastante em locais seguros com transito mais tranqüilo. Apenas enfrente o transito pesado após se familiarizar bastante com a condução da motocicleta, ou seja, não utilize a motocicleta rotineiramente se não tiver bastante experiência e acima de tudo se não se sentir seguro para isso. 

Pilotando com garupa:
   A motocicleta é um veículo proporcionalmente bem mais leve que os automóveis, portanto o pêso transportado tem uma influência muito maior na sua condução. 

   Só passe a transportar garupa quando já tiver adquirido boa experiência na pilotagem. O peso adicional da garupa altera totalmente a dinâmica da motocicleta e exige muito mais dos componentes mecânicos, em especial freio, pneus e suspensão. Já vi muitos acidentes onde o piloto não conseguiu parar a tempo a motocicleta por nunca ter andado com garupa. 

Pilote de forma tranqüila:
   Em virtude dos altos riscos, a pilotagem da motocicleta não permite margens para erros, pois eles sempre se transformarão em acidentes. Então se acostume a pilotar de forma compenetrada, fique sempre “focado” na pilotagem. Procure não desviar sua atenção e acima de tudo pilote de forma tranqüila, os mais corriqueiros acidentes ocorrem porque perdemos nossa concentração por estar preocupado com alguma outra coisa. Programe sempre seus horários, nunca saia atrasado para seus compromissos, pilotar com pressa e preocupado são uma formula perfeita para se evolver em acidentes. 

   Aqui vale a “Lei de Murphy”, se alguma coisa pode dar errado, com certeza vai dar.  

Pilote de forma preventiva:
   Procure pilotar tentando prever todas suas ações futuras. Procure sempre imaginar o “cenário” futuro de sua rota. Procure pilotar tentando interpretar as ações de todos fatores que compõe a sua rota. 
   
   Procure sempre visualizar o mais a frente possível. Aprenda a “enxergar” prováveis situações de risco, como um cachorro caminhando na calçada ou acostamento e a qualquer momento pode entrar na pista, ou de um veículo encostado cujo motorista esta prestes a abrir a porta e fechar sua rota. Somente a pilotagem de forma preventiva pode realmente diminuir os riscos de acidentes.

Respeite sempre as regras de transito:
   Parece besteira, mas lembre-se que toda a dinâmica no transito se baseia em regras que definem a participação de cada um nesse processo. Em geral os outros motoristas executam suas ações baseadas nas regras existentes, quando desvirtuamos essas regras aumenta muito o risco de nos envolver em acidentes. 

Os motoristas não “enxergam” as motocicletas:
   Estudos demonstram que a maioria dos motoristas em geral acaba condicionando seu cérebro a “enxergar” somente os veículos grandes como automóveis, caminhonetes, caminhões e ônibus. Muitos acidentes são causados porque os motoristas não conseguiram perceber a presença de animais, pedestres, ciclistas ou motociclistas. Evite sempre transitar e ultrapassar pela direita dos veículos.  ,

   Mantenha sempre o farol aceso. Use roupas coloridas e com faixas refletivas. 

Não confie nos outros motoristas:
   Imagine sempre que os outros condutores não estão vendo você, imagine que eles a qualquer momento vão cometer erros. Preste muita atenção nos cruzamentos, mesmo que a preferencial seja sua, reduza a velocidade e cruze com cuidado. 

   Lembre-se que em caso de acidentes envolvendo a motocicleta e um automóvel, não importa quem esteja com a razão, os motociclistas sempre serão os maiores prejudicados.

Equipamentos de segurança:
   Se você optou em comprar e utilizar uma motocicleta tem que tem consciência que é um veiculo que exige para sua utilização o uso de vestimenta adequada.  Capacete, jaqueta adequada, sapato ou bota resistentes são itens imprescindíveis.

   Não pilote sua motocicleta sem estar utilizando equipamentos mínimos de segurança. Esqueça o romantismo, a questão cultural e a questão climática, saiba que pilotar a motocicleta usando camiseta, bermuda ou chinelo é um ato de altíssimo risco.

Conhecendo os pisos:
   Como a motocicleta depende do equilíbrio para não cair, a condição do piso é muito importante para a pilotagem com segurança. Aprenda a visualizar todos tipos de perigo que você pode encontrar nos pisos como: locais molhados, areia na pista, óleo na pista, calçamentos de pedra, faixa brancas de sinalização. Procure transitar nas faixas de rodagem dos pneus dos automóveis, evite as laterais da pista, pois normalmente é onde a areia fica depositada, e evite o centro da pista, pois normalmente existe o respingo de óleo dos motores dos veículos. (leia mais em Pilotagem 2)

Pilotando com chuva:
   Para o motociclista a chuva é um acontecimento que tem uma influência muito grande, ela altera totalmente as condições de pilotagem. Devemos redobrar todos os aspectos com a segurança na pilotagem com chuva. Os pneus e freios perdem boa parte de sua eficiência, o piso fica escorregadio, a visibilidade diminui e muitas outras dificuldades acontecem. Em condição de chuva reduza a velocidade e procure pilotar com muito mais cuidado e atenção.

Excesso de confiança:
   Aprenda a controlar sua adrenalina e suas emoções, preserve sempre suas habilidades, não basta pilotar bem, é necessário conseguir distinguir com clareza todas as situações de risco. Normalmente após algum tempo pilotando motocicletas sentimo-nos mais à vontade e seguros e então “baixamos a guarda”, quando isso acontece os acidentes são inevitáveis. 

Respeite a motocicleta e os seus limites:
   Se você pilotar respeitando a características especiais da motocicleta e acima de tudo respeitando seus próprios limites, alem de ter em suas mão um excelente meio de transporte terá um veiculo que poderá proporcionar diversas alegrias por muitos e muitos anos.

Fonte: www.aguiasdoasfalto.com.b


#Notícias: Terceiro dia de Rock in Rio tem grupos de integrantes de moto clubes


Eu fui: Tomada pelo amor às motos




Que feche a primeira janela do navegador da internet quem não acha que heavy metal e motocicleta fazem uma combinação tão perfeita quanto feijão com arroz. Neste terceiro dia de Rock in Rio, dedicado ao puro rock n’ roll pesado, seria impossível não se deparar com integrantes de moto clubes.


Na Rua do Rock encontrei um grupo bastante simpático e animado: Wladas, Klaus, Fredi, Wilson Spartans M.C., William, o Bifinho Turma do Cachorro Loco, Renê Barreto F.P.F. e Márcio, o Lixo Turma do Cachorro Loco me receberam superbem em sua roda de conversa.


Eles chegaram ao Rio de Janeiro ontem, com suas jaquetas de couro adornadas com patches e um estilo de se vestir que evidencia que pertencem a moto clubes. Vieram de moto, claro. Perguntei quanto tempo levaram para fazer o trajeto São Paulo-Rio, e recebi um honesto: “Depende de quantos bares tinha no caminho”.


À gafe do meu colega, Roberto, sobre serem motoqueiros, eles logo fizeram questão de corrigir: “Motoqueiro, não! Motociclistas!”, disseram, emendando com “a motocicleta você pode até comprar, o espírito nunca”. Bonito.


O grupo veio para ver Motörhead e Metallica, claro, mas também estava no clima para assistir todas as outras bandas de rock, afinal, a ideia era, de qualquer jeito, curtir o espírito metaleiro. Entre ações filantrópicas aqui e acolá, os moto clubes se divertem em eventos como o Rock in Rio e ajudam a deixar os shows mais divertidos com seus figurinos descolados e seu espírito rock n' roll. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

#Notícias: no mínimo muito interessante!!!


O Deputado Federal Jesus Rodrigues (PT do Piauí) apresentou no último dia 1º um projeto de lei para eliminar os impostos federais sobre itens de segurança para motociclistas previstos no Código de Trânsito Brasileiro, mais precisamente capacete e vestuário de segurança.
No texto da justificativa do projeto de lei, o Deputado fala do 'grave problema de saúde pública que atinge todas as regiões do nosso país'. É citado que em 2010 o Sistema Único de Saúde (SUS) arcou com um custo de 187 milhões de reais com as internações dos 145.920 acidentados com motos no país.
O Deputado é do Piauí, estado que conta com uma proporção alta de motocicletas em sua frota total (54,6% composta por motos). Com o consequente barateamento de capacetes e vestuário de segurança, espera-se que isso estimule motociclistas que não usam equipamentos de segurança. Em várias cidades do interior do país é comum até que não se use capacetes.
Para ler o inteiro teor do projeto de lei, pode-se acessá-lo pelo site da Câmara Federal,clicando aqui.
Fonte:
http://www.motodica.com

Ítem indispensável a todo motociclista!

Nós, estamos na torcida para que o projeto lei seja aprovado! Finalmente alguém neste país mostra alguma preocupação e bom senso em relação aos ítens de segurança essenciais a todo motociclista. Não basta apenas fazer campanhas para conscientização é preciso também proporcionar a todos a possibilidade de se protejer!!!! Apoiado!!!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

#Mulheres e motos, descubra o seu estilo sobre duas rodas.



  Hoje em dia é muito comum ver mulheres andando de Moto pelas ruas. Isso é muito bom, sinal de que as Motos estão se popularizando cada vez mais como meio de transporte e de diversão.

  Antigamente, a figura da mulher que andava de moto era meio masculinizada, algumas vezes até demais, faltavam roupas adequadas ao corpo feminino. 
Além disso, as motos eram complicadas, pesadas, altas e a partida? No pedal.
   Estes eram alguns dos fatores que nos "impediam" de dominar esta máquina.

   Agora os tempos são outros. Os fabricantes enxergaram o crescente, e valioso, ´nicho´ de mercado. Por isso, tanto as motos quanto os equipamentos e 
acessórios ganharam itens mais femininos, atualmente as mulheres podem andar em suas máquinas com facilidade e estilo.

  Aliás, hoje as mulheres querem ter seu próprio estilo e o mercado nos oferece inúmeros produtos para tal. Não precisamos mais andar naquelas roupas "quadradas" e usar "cuturnos" para termos segurança ao pilotar ou andar na garupa.

  Segurança é algo que não pode ser esquecido na hora de escolher nossos equipamentos. Além da estética, precisamos de produtos 
confortáveis e de qualidade.

  Portanto, seja qual for o seu estilo, nunca saia sem os ítens básicos de segurança: 

1. Capacete:
  Veja se o seu capacete, além de ser bonito, é o seu tamanho ideal, é resistente, confortável, leve e silencioso. Isto fará toda a diferença em viagens de longa distância.

2. Jaqueta:
  A jaqueta é o segundo item mais importante dos equipamentos de proteção, ficando atrás apenas do capacete, além de proteger na hora do acidente, 
também deve proteger das chuvas que simplesmente aparecem do nada. Opte por jaquetas com forros removíveis, tanto para o frio como para chuva.
  Escolha o seu modelo ideal e lembre-se também de verificar as proteções necessárias que ela deve ter: ombros, costas, cotovelos.

  Outro fator importante são os acabamentos, pode parecer 
bobagem, mas seu uso tanto no dia-a-dia como em viagens deve ser confortável. Nada de golas sem acabamento que ficam "pegando" no seu pescoço, ou mangas largas sem opções de fechamento, nada pior que um indesejado vento entrando pelo seu braço ou uma manga que impossibilite a colocação correta das luvas.

  Outro fator que considero importante é o comprimento da sua jaqueta, o ideal é que ela fique 
no mínimo um palo abaixo da cintura da tua calça. Acredite, em dias frios ou de chuva, insto fará muita diferença. Existem vários modelos de ´parcas´ no mercado que além de bonitas e femininas, nos deixam mais confortáveis.

3. Calça:
  A dica é comprar modelos femininos, elas tem a cintura mais alta e ajustável ao seu corpo. Existem modelos com elásticos laterais que proporcionam maior conforto e ajuste ao corpo feminino.

  Não esqueça novamente de verificar as proteções, joelho e laterias um pouco abaixo da cintura. Opte também pelos forros removíveis, são bem mais práticos. Se possível compre a jaqueta e a calça do mesmo 
fabricante, isto garante que você consiga acoplar a jaqueta na sua calça, proporcionando maior conforto e proteção.

4. Luvas:
  Opte por modelos impermeáveis, elas te darão maior conforto ao pegar chuva e mantém suas mãos aquecidas.

5. Botas:
 Assim como as luvas o ideal é que elas sejam impermeáveis, caso não seja possível, uma galocha também resolverá seu problema em dias de chuva.

 
Outra dica é comprar um número (tamanho) que permita a você utilizar uma meia mais grossa em dias mais frios, sem tirar o seu conforto.

  Pronto. Depois de estar com os equipamentos devidamente escolhidos, utilize seus acessórios, com aquele toque feminino, para curtir seus passeios com segurança e estilo esteja você pilotando ou garupando.

Então, boas estradas garotas!

Abraços!

Até a Próxima!
Confraria dos Lobos
                   Edna - A Garupa