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terça-feira, 2 de junho de 2015

#Dicas: Pneus - entenda as siglas.

As Siglas Impressas nos Pneus de Moto Trazem Informações Importantes Sobre Suas Características, velocidade máxima, carga, dimensões, formato devem ser respeitados para cada tipo de moto.



Atualmente o sistema numérico ISO (International Organization for Standardization) é o mais utilizado na descrição das características dos pneus. E é esse sistema que vamos abordar aqui. 

Exemplo de pneu descrito no Sistema Métrico ISO
CLIQUE NAS IMAGENS PARA VISUALIZA-LAS EM ALTA RESOLUÇÃO



Largura da banda de rodagem (tread): Dado em milímetros (mm) indica a largura da seção disponível a entrar em contato com o solo. Varia na faixa de 60mm (Honda Biz 100cc) em motos pequenas a 240mm (Ducati Diavel), ou mais.

Perfil: Indica a altura do pneu, o valor é uma relação entre a largura do pneu com a altura do flanco. (Perfil % = Altura / Largura).

Assim, no exemplo acima: 
Perfil = 60 
Altura = X 
Largura = 180
Fica:
60 = X * 180
X= 0,6 * 180
X= 108 = Altura = 108 mm

A sigla Z indica, e só está presente em, pneus esportivos.

Construção: Indicado pelas siglas R para radial, B para bias ou por um hífen "-" para diagonal ou convencional. Determina o modo de construção das estruturas internas do pneu. 

Exemplo de escrita métrica para pneu diagonal:
90/90 - 21 M/C




Características de cada tipo de construção: 

Bias:  
Possui uma carcaça mais rígida, oferecendo boa estabilidade lateral. A rigidez lateral adicionada oferece vantagem para maiores cargas.

Radial:
 Tem um invólucro mais flexível, que oferece maior conforto na condução, maior durabilidade da superfície, tração superior, flututação e menor consumo de combustível

Diagonal / Convencional: 
 Mais apropriado para "off-road" aguentam maiores cargas, mais resistentes a impactos, porém duram menos, pois o atrito entre as lonas causa aquecimento e esses pneus trabalham sob maior temperatura e podem apresentar deformações, prejudicando a estabilidade.


Diâmetro do aro: o valor representa o diâmetro do aro em polegadas. Os diâmetros mais comuns utilizados em motocicletas são 17", 18", 19" e 21".

M/C: A sigla indica que é um pneu de motocicleta. A sigla para carros de passeio é P e comercial C.

Índice de carga: Representa, através de um número, qual a capacidade de carga do pneu. O número não indica o peso em quilogramas diretamente, existe uma tabela de conversão e o valor da carga é por pneu. 





Índice de velocidade máxima: Indica a velocidade máxima suportada pelo pneu.




Parênteses: O parênteses nos índices de carga e velocidade máxima indicam que o pneu suporta também além da especificação indicada.

Tipo de Montagem: Os pneus podem ser montados com ou sem câmara interna. 

TL: Tubeless -> Sem câmara
TT: Tube Type -> Com câmara

Pneus sem câmara permitem que se use câmara quando o aro é raiado.
No entanto, pneus com câmara não podem ser montados sem câmara.

ATENÇÃO: A calibragem do pneu é expressa no manual da motocicleta e deve ser respeitada. A impressão de pressão no flanco do pneu indica o limite máximo suportado e não a calibragem adequada para o uso. Consulte o manual do proprietário!

DOT: Outra informação que vale a pena conhecer sobre o pneu é entender a sigla DOT (Department of Transportation), que determina quando o pneu foi fabricado, podemos assim saber a "idade" do pneu, veja como: 
- O código começa com as letras DOT
- Em seguida por duas letras ou números que representam a fábrica que o produziu 
- Depois há três ou quatro números dependendo de quando foi produzido

Veja o exemplo:
DOT BW 0615 

BW: A sigla da fábrica
06: A semana em que se produziu (o ano possui 52 semanas)
15: O ano de fabricação

Então, a fábrica "BW" produziu este pneu entre os dias 8 e 14 de fevereiro de 2015.

Fonte:http://cpmoto-oficial.blogspot.com.br/

Esse post foi útil para você? Então, que tal compartilhar?

Bons ventos!!!!


quarta-feira, 2 de julho de 2014

#Miscelânia: sancionado adicional de 30% para quem trabalha com moto.

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quarta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Planalto, lei que inclui a atividade de quem trabalha com motocicleta no rol de profissões consideradas perigosas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Com a sanção, os motociclistas terão direito a adicional de 30% sobre o salário por periculosidade. Segundo a Secretaria Geral da Presidência, a lei vai abranger as profissões de mototaxista, motoboy, motofrete e serviço comunitário de rua.

Durante a cerimônia, Dilma disse que a mudança na legislação é justa e necessária. "Hoje, com a sanção da lei, estamos mudando a CLT, para agarantir a todos os motoboys, mototaxistas, motofrentistas o direito ao adicional de periculosidade e que significa o adicional de 30% sobre seus salários. Nada mais jutos, nada mais necessário", disse a presidente.
O texto a ser sancionado pela presidente Dilma deverá ser publicado na edição do "Diário Oficial da União" desta sexta (20) e vai especificar a partir de quando as regras passarão a valer.
O projeto foi aprovado pelo Senado em 28 de maio e garante os direitos a quem trabalha com motocicleta.
Atualmente, a CLT considera perigosas as atividades que “impliquem risco acentuado” ao trabalhador em virtude de exposição a produtos inflamáveis, explosíveis ou energia elétrica, além de seguranças pessoais ou de patrimônio.
Os profissionais que exercem atividades sujeitas a esses riscos também têm assegurado o direito ao adicional de periculosidade de 30%.
De acordo com o Ministério da Saúde, o número de mortes em acidentes de trânsito com motos no Brasil aumentou 263,5% entre 2001 e 2011. Segundo dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM),  foram 11.268 mortes no país em 2011 e 3.100 em 2001.

Fonte: G1

segunda-feira, 2 de junho de 2014

#Dicas: Buzinar pode dar multa e não faz o carro à sua frente 'derreter'.

Se carro muda de faixa na sua frente, não há freio nem barulho que salve.
Motociclista deve se equipar e reduzir velocidade no congestionamento,
Roberto Agresti
Especial para o G1


A cena é comum nas grandes cidades brasileiras: a moto avança, rápida, no corredor formado pelos carros quase parados. Com ela, vem o irritante ruído da buzina, acionada pelo condutor da motocicleta como se fosse uma sirene de ambulância, brutalizando os ouvidos e a paciência de quem já tem bem pouca.
Quem usa esse ruidoso método costuma justificá-lo pela necessidade de ser percebido e para evitar as clássicas “fechadas” de consequências imprevisíveis, quase sempre graves. Mas quem adota essa medida de segurança certamente desconsidera que, agindo assim, comete uma infração passível de multa (R$ 53,20, três pontos na carteira) prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Em seu artigo 41, ele define que o condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, "desde que em toque breve", nas seguintes situações:
I - para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;
II - fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.

Já o artigo 227 relata as as circunstâncias passíveis de multa:
I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as 22h e as 6h;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e frequências estabelecidas pelo Contran.
Ainda não inventaram buzinas com o dom de desmaterializar obstáculos à frente
A habilidade vinda de décadas ao guidão até que me permitiria rasgar o fiorde de veículos bem maiores do que o meu em velocidade, porém, minha central de controle – o cérebro – me impede. Não é uma questão de simples medo, mas sim de conhecimento, raciocínio e lógica.
Sei bem que bastaria apenas um carro ameaçar mudar de faixa à minha frente para que o desastre potencial se realizasse. Não haveria habilidade ou freio capaz de me salvar, e tampouco inventaram buzinas com o dom de desmaterializar obstáculos à frente.
Na melhor das hipóteses uma motocicleta nova exige de 15 a 20 metros para parar quando freada a 60 km/h em piso seco e perfeito. Um tombo decorrente de uma eventual perda de controle nesta delicada fase da descaleração de emergência, a frenagem “estilo pânico”, seria o menor dos problemas. Sem obstáculo à volta e com o motociclista devidamente trajado – bota, luvas, calça e jaqueta com proteções e o capacete – a chance dos ferimentos serem mínimos é grande.
O problema mais grave é outro: bater com força no que for. E, concordem, rodar a 60 km/h no meio de um mar de veículos conduzidos por gente estressada é dar muita chance para o azar, elevando a níveis intoleráveis a probabilidade de um choque.
Buzinar incessantemente virou, assim, uma fórmula adotada por alguns que, me desculpem, carecem de total lógica como exposto acima. O que resolveria é, segundo outros, radicalizar, simplesmente proibir a circulação de motos no chamado corredor como já ocorre em alguns países.
De minha parte considero que tal medida seria inadequada e excessiva, resultando em problemas de ordens diversas, entre os mais significativos a dificuldade de fiscalização associdada à natural resistência de quem usa a moto, que resultaria em mais uma situação de desobediência civil. Mais uma “lei que não pega”.
Tirar da moto, por decreto, sua melhor qualidade, a agilidade, é simplificar demais o problema
Tirar da moto, por decreto, sua melhor qualidade, a agilidade, é simplificar demais. Equivale a proibir a fabricação de armas para evitar assassinatos ou a bebida alcoólica para evitar os porres e suas más consequências.
A primeira e mais óbvia solução seria promover uma forte campanha de concientização envolvendo todas as mídias, destacando que a velocidade das motos nos corredores não pode superar um máximo de 20 ou 30 km/h quando há congestionamento.
E, para os motoristas, haveria a efetiva contrapartida, com outra campanha, estimulando a atenção na mudança de faixa, sempre precedida pela devida sinalização, de braço ou de pisca-pisca, como manda a regra. Nada de muito estranho, não? Seria simplesmente seguir leis já existentes e estabelecer um pacto de não beligerância: motos mais devagar, motoristas mais atentos.
Gentileza
A agressividade presente na condução de qualquer meio de locomoção, seja de duas, quatro ou mais rodas é um destacado traço negativo da sociedade brasileira, e que contrasta com a propalada cordialidade de nosso povo. Atrás de um guidão ou volante, o carro a nossa frente é o "rival" a ser derrotado (ultrapassado) e a moto ao nosso lado é a ameaça que devemos eliminar. Maluco, não?
Dirigir qualquer tipo de veículo por ruas e estradas da Europa, América do Norte e de alguns países da Ásia como Japão é Coréia do Sul é uma experiência e tanto para nós brasileiros. Invariavelmente ficamos maravilhados pela diferença brutal com a nossa realidade. Lá, mesmo quando o trânsito é intenso, há uma cadência suave, um ritmo calmo, e respeito tanto às leis quanto aos outros condutores de qualquer tipo de veículo.
Motocicletas permitem mais mobilidade que automóveis, mas cobram o preço em forma de risco. O guidão nem sempre é acessível a todos por conta da habilidade e despreendimento que demanda. Mas seja quem anda de moto ou quem prefere o carro para se locomover deveria sempre lembrar do mote tornado famoso pelo “Profeta Gentileza” , espécie de maluco beleza que habitou as ruas do Rio de Janeiro entre os anos de 1970 e 1990: “gentileza gera gentileza” era sua frase principal, escrita em muros, pilares, onde quer que fosse. Ela sintetiza a mais óbvia das soluções para diminuir o clima de guerra temperado por fechadas, freadas e buzinas.




Boas estradas!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

#Dicas: Enchendo o tanque.


Dicas que podem salvar sua pele - O tanque está ficando com o nível baixo, então você entra no primeiro posto de combustível que encontra. Você para ao lado da bomba. Desce o apoio lateral. Os seguintes passos podem salvar sua vida:

Desligue seu motor

Se gasolina vazar enquanto você leva a mangueira até o tanque, ou porque você encheu demais, você corre o risco de explodir tudo. O motor e escapamento vão estar quentes, e o sistema elétrico pode fazer faíscas.

Retire seu capacete

Se você está com o capacete, não vai conseguir detectar um fogo tão rápido quanto conseguiria sem ele. E se houver um cabo de rádio conectando o capacete à moto, você não vai conseguir evacuar a área com rapidez.

Desça da motocicleta

Por algum motivo este passo constuma ser mais ignorado que os outros. Talvez seja preguiça de descer da moto após uma longa viagem. Mas se a gasolina vazar do tanque, vai encharcar diretamente seu "amigão". Além de arder pra burro, se alguém acender um cigarro, você vai ter uma bela carreira como transexual.

Encha o tanque, mas não até em cima

Como a maioria das tampas não é selada, a gasolina pode vazar na primeira curva ou buraco. Algumas motos possuem dois tanques lado-a-lado, interligados. Um truque com estes tanques é que, quando você enche o tanque de cima, deve sempre olhar o nível no tanque de baixo. Já que a moto está no apoio lateral, a moto está inclinada também. Se você encher muito, a gasolina vai vazar pelo tanque mais baixo.

Não fume a menos de 10 metros de uma bomba de gasolina

Nem a menos de 10 m da moto, com o tanque aberto. E mantenha a ignição desligada. E principalmente não use seu CB.

Se algum dia você ficar com a "virilha" encharcada de gasolina, despeje muita água em cima. Encharque sua roupa d'água. Isto também vale para qualquer peça de roupa que entre em contato com gasolina.

NÃO ANDE. A eletricidade estática que vai se formar pode "acender" a gasolina com facilidade. Peça para alguém outro correr para buscar a água.

Se estiver em casa, não coloque estas roupas para lavar na máquina. Molhe bastante e deixe secar ao ar livre.

Lembrete: se você consegue sentir o cheiro de gasolina, é porque há o suficiente para pegar fogo.

http://moto-pilotagem.blogspot.com.br

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

# Miscelânea: Motociclismo - Risco e Sensações.


Existem poucas sensações tão agradáveis como a de sentir o vento pela abertura da viseira do capacete, batendo no nosso rosto numa manhã ensolarada. Aquele sentimento de liberdade da estrada passando sob os pneus, da liberdade proporcionada pela condução de uma moto com responsabilidade, bem conduzida, ou, ainda, a visão de um pôr-do-sol que aparece ali bem pertinho, quando a motocicleta vai pela estrada em direção ao horizonte longínquo.

Não há como negar que muitos motociclistas, conhecidos como “motoqueiros” conduzem suas motos temerariamente, por ruas cheias de carros, buracos e pedestres que atravessam com desatenção. 
Esses “motoqueiros” que ajudaram a criar a fama negativa das motos, conduzindo com irresponsabilidade e loucura seus bólidos perigosos, estão sendo finalmente reconhecidos e distinguidos dos reais motociclistas, nós que conduzimos com segurança, responsabilidade, atenção, prazer, sem desafiar o equilíbrio e o bom senso.
Não posso deixar de citar aqui a negligência e a irresponsabilidade de grande parte dos motoristas, principalmente dos que nunca conduziram uma motocicleta, aqueles que por inexperiência, falta de cuidado ou despreparo, dirigem seus veículos com insensibilidade perante nós motociclistas, mais expostos aos perigos e acidentes devido às características das motocicletas que conduzimos.

Quando o noticiário cita o grande número de acidentes com motociclistas, esquece de informar que existem “motoqueiros”  e motociclistas, não citam os condutores de automóveis e caminhões enlouquecidos pelo infernal trânsito que ao volante não deixam para trás os problemas de suas vidas e exteriorizam seus recalques – às vezes até por não possuir uma motocicleta e a liberdade de pilotá-la... 
Esses maus motoristas nunca são o alvo da notícia, a notícia sempre é sobre a motocicleta. O noticiário não relata as súbitas guinadas e mudança de faixa sem qualquer sinalização, as freadas maldosas e a falta de consideração em facilitar uma ultrapassagem.

Quando perdemos ou se acidenta um amigo motociclista, sempre em circunstâncias não bem explicadas, toda nossa comunidade fica em evidência e um insano furor contra todos os “motoqueiros”  se instaura, como se sobre as duas rodas só rodassem irresponsáveis e insensíveis; como se apenas eles - esses selvagens envoltos em grossos blusões e mochilas nas costas praticassem acidentes.

Verifiquei recentemente que os pedestres brasileiros também não ficam atrás em matéria de desatenção e de cuidado. Muitos acreditam que motos não matam, e dançam diante delas, sem qualquer atenção ao atravessar as ruas numa indecisão que atemoriza e confunde e os motociclistas.

De uns anos para cá surgiu uma categoria nova desses abusados: os vendedores que aproveitam os engarrafamentos na hora do rush, circulando entre as filas de carros e olhando, desafiadoramente e sem se mover, o motociclista que se aproxima. Você já reparou isso?

Com mais de 50 anos sobre uma moto, vi a cidade de São Paulo crescer e o surgimento dos primeiros congestionamentos. No início não existia capacete, tudo era precário. Hoje temos eficazes equipamentos de proteção e procuro sempre pilotar equipado, protegido.

Entretanto, mesmo pilotando cada vez mais defensivamente, com cuidado e atenção redobrados venho notando, ano a ano, a piora sensível na capacidade de dirigir de nossos motoristas.

O uso de setas é desconsiderado pela maioria dos motoristas, que andam colado nos outros carros e até nas motos, ignorando faixas de pedestres e as mais básicas regras de respeito e convivência.

Alguns motoristas não respeitam motociclista, adoram intimidar nossos veículos de duas rodas, dando pequenas fechadas, espremendo as motos nos engarrafamentos e piscando faróis, exigindo passagem como se fossem os donos das estradas e ruas.

Em uma viagem de moto entramos em contato com nossos valores mais elevados, coisas como liberdade, respeito, responsabilidade, solidariedade, são sempre presentes.

Até mesmo nosso contato com o Criador é estimulado; nossa mente viaja também, medita, contempla. Diante de todas estas experiências olhamos para o dom maravilhoso que nos foi dado, a vida, e para aquele que nos deu tudo isso e somos levados a dizer, ainda que sem palavras: "muito obrigado".

Fonte: escrito por: Otavio Araujo – Gugu - postado em http://www.rockriders.com.br.

Boas estradas!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

#Dicas: Relação. Coroa, corrente e pinhão.


A corrente de transmissão é um método leve e fácil para transmitir o movimento da caixa de câmbio até a toda traseira. As perdas de rendimento são na ordem de somente 1% e além disso as correntes permitem a troca da relação de transmissão facilmente. Como desvantagem há o grande ruído e trancos produzidos e a necessidade de manutenção freqüente.

Manutenção periódica.
Pinhão/coroa.
Corrente.
Montagem.
Avaliação do desgaste.
Manutenção periódica.

Existem lubrificantes especiais para corrente que prometem uma maior adesão do lubrificante mantendo a relação lubrificada por mais tempo. Difícil de avaliar se estes lubrificantes funcionam realmente... A Honda e a Yamaha recomendam óleo 90. Quem faz trilha sabe que depois do primeiro riozinho ou atoleiro a corrente fica totalmente seca e o desgaste é altíssimo, portanto o maior problema não é o tipo de lubrificante e sim a falta de lubrificação.

Devido ao movimento da suspensão traseira através do seu curso, à distância do centro da coroa e do pinhão varia. Portanto é muito importante manter a folga correta na corrente de acordo com o manual do proprietário.


Periodicamente, para prolongar a vida útil da relação é interessante retirar a corrente da moto e fazer uma limpeza com querosene e escova de aço e depois um banho em óleo. Deixar a corrente escorrer o excesso antes de colocar na moto.
Pinhão/coroa.

Escolher a relação ideal depende do tipo de percurso, moto e gosto pessoal. A moto com relação mais "curta" (pinhão menor e/ou coroa maior) possui uma subida de giro mais rápida e mais força nas arrancadas e subidas dando uma sensação de motor mais esperto. Porém se a moto for muito reduzida, a moto passa a requerer trocas de marcha a todo instante fazendo o piloto perder tempo além de perder em velocidade final.

Uma moto com a relação mais "longa" (pinão maior e/ou corôa menor)ganha velocidade final e a impressão de motor mais "elástico" já que as marchas "rendem" mais. Devem-se testar várias combinações de relação para saber qual se adapta mais ao estilo do piloto e ao trajeto. Mas em 99% dos casos a relação ideal não está muito distante do que as fábricas recomendam para o modelo a não ser que você use uma moto de cross para fazer trilha.

O pinhão por ser a engrenagem menor é a que apresenta o maior desgaste. Deve ser escolhida uma relação onde o pinhão seja o maior possível. Por exemplo.
Pinhão -Coroa - Relação
11 - 41 - 3,72
12 - 45 - 3,75
13 - 48 - 3,69

Para a gama de opções acima, foi calculada a relação de transmissão dividindo o número de dentes da coroa pelo número de dentes do pinhão. Quanto maior o número, mais reduzido à moto fica.
As três opções foram aproximadamente equivalente e a melhor escolha do ponto de vista da durabilidade é a 13 48 já que com o pinhão maior a tendência é ele durar mais além de forçar menos o eixo e o rolamento da caixa.
Corrente


Para as motos off road existem basicamente dois tamanhos de corrente. A corrente 428 e a corrente 520. A corrente 428 é utilizada em motos menores: DT 180, XL 125, oitentinhas... A corrente 520 é mais reforçada e usada na maioria das motos de trilha. Existe também a corrente 530. A diferença da corrente 520 para a corrente 530 é que a 530 é mais larga.

Há correntes com emenda e correntes sem emenda. As correntes sem emenda exigem que a balança seja retirada para poderem ser montadas, mas tem a vantagem de não possuírem o elo de emenda que é um ponto mais fraco na corrente.

Para desmontar correntes sem emenda ou para retirar elos existe a chave de corrente. É uma ferramenta que estraga fácil por isso muitos mecânicos preferem usar o esmeril e um punção, mas a chave de desmontar corrente torna o serviço mais prático e pode ser levada para trilha dentro da pochete.


Há também correntes com retentor e correntes sem retentor. Originalmente toda moto de trilha sai de fábrica com corrente com retentor e as motos de cross com corrente sem retentor. O motivo é que usando corrente com retentor a moto perde perto de 0,8CV por que a corrente é mais pesada e mais dura de se movimentar. Para o cross isso pode fazer diferença mas para motos de trilha a durabilidade e confiança que a corrente com retentor proporciona compensa enormemente a perda de um pouquinho de potência.

Na hora da troca da relação, muita gente opta pela corrente sem retentor por que ela é mais barata. Bem, se a grana está curta, a corrente sem retentor dá conta do recado e não afeta a segurança, mas usar uma corrente com retentor compensam apesar do preço mais alto por que a durabilidade é bem maior e a necessidade de ficar regulando a corrente é menor.
Montagem

A relação deve ser trocada por inteiro. A troca de somente um ou dois componentes do jogo é antieconômica por que as peças novas são rapidamente desgastadas pela peça velha. Por isso troque sempre a corrente, coroa e pinhão ao mesmo tempo.

O pinhão deve encaixar no eixo com uma folga mínima, pois qualquer folga pode acabar destruindo as estrias do eixo.

Em muitos casos o pinhão possui um ressalto em um dos lados e é muito comum a pessoa montar o pinhão com o ressalto para o lado errado. Esse ressalto é importante para manter o pinhão alinhado com a coroa, alinhamento esse que é muito importante para evitar um desgaste prematuro da relação.

Durante a montagem deve-se ficar atento ao alinhamento do pinhão com a coroa. Olhando a moto por trás a uma certa distância para conferir se está tudo certo. Rolamentos da balança e da roda com defeito também causam desalinhamento entre o pinhão e a coroa. Meça com uma trena a distância entre o eixo da balança e o eixo da roda traseira e certifique-se que não há nenhuma diferença.

O estado de conservação das chapas de travamento, das porcas autotravante e anéis trava são importantes, pois são itens que sofrem muita vibração e existe grande chance de se soltarem caso não estejam em bom estado e provocar o travamento da roda.

Deve-se conferir também o estado dos guias da corrente.

As porcas da coroa devem ser apertadas em seqüência cruzada com o torque adequado. por que caso os parafusos do cubo fiquem bambos, o cubo pode vir a quebrar.

Atenção para montar a trava com o lado fechado no sentido de movimentação da corrente.

Avaliação do desgaste.

Existem vários métodos de avaliar a vida da relação.

1- Puxe um dos elos da corrente sobre a coroa. Se der para ver mais de meio dente da coroa então a relação já era.

2- Force com a mão a corrente lateralmente sentindo a folga. A corrente não deve apresentar um jogo demasiado o que indica folga entre os elos. Na imagem aqui, tem uma comparação entre a corrente nova e uma bem usada.

3- Análise visual dos dentes do pinhão o da coroa.

Fonte: Moto Dicas, postado por Roberto Leal.


terça-feira, 5 de junho de 2012

#Miscelânea - Campanha: Curta sua vida numa moto. Desacelere.






Estamos compartilhando este vídeo com você que também sente liberdade ao andar sobre duas rodas, com responsabilidade!
Curta sua vida numa moto. Desacelere.
Viva mais. Corra menos. Não seja apenas uma lembraça. Participe delas!!
Forte abraço!
Boas estradas!!!!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

#Dicas: manutenção regular.


Nunca é demais repetir: mantenha a moto regulada e em bom estado de funcionamento, pois os cuidados com a motocicleta são fundamentais para garantir segurança. Mesmo sabendo dessa necessidade, muitos motociclistas se esquecem de prestar manutenção em suas motos. Em um recente levantamento feito pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), os dados apresentados mostraram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança no trânsito. O estudo apontou que 90% das motos em circulação na capital paulista apresentam alguma necessidade de manutenção e o detalhe fica agravado pela deficiência de um ou mais itens. Quase metade das motos inspecionadas tinha falhas em mais de quatro itens.

Alguns itens devem ser checados com frequência. Lembrando que calibrar os pneus, lubrificar a corrente de transmissão e verificar o funcionamento das lâmpadas da moto, por exemplo, são procedimentos que devem ser feitos semanalmente.

Fonte: http://www.traxx.com.br/andenumaboa

terça-feira, 8 de maio de 2012

#Novidades: Airbags para motos.


Tecnologia pode reduzir risco de morte em até 80%; preço salgado de algumas marcas ainda é empecilho.

Você é daquele tipo de pessoa que ama a vida sobre duas rodas, a sensação de liberdade quando está sobre uma moto e não suporta pegar mais de duas horas de trânsito enquanto os motociclistas passam ao seu lado com a maior facilidade? Porém, sua mãe, pai, esposa ou marido sempre diz que comprar uma moto é “perigoso”? Bom, eis aqui uma possível solução (ou desculpa) para sua futura compra.

Já está à venda no Brasil uma tecnologia semelhante a dos airbags utilizados em automóveis, mas para as motos, que promete reduzir em até 80% o risco de morte.
Uma das empresas que traz a novidade é a marca japonesa Mugen Denko. São três tipos de jaquetas à venda pela internet que partem de R$ 1.799 e chegam a custar R$ R$ 2.762. Os trajes inflam em 0,25 segundos para formar uma proteção nas áreas críticas do cortpo, trazendo mais segurança em caso de quedas ou batidas mais graves.

O acessório funciona a partir de um cabo preso à moto e à jaqueta do condutor. A partir do momento em que ele é lançado da motocicleta, o cabo aciona um cartucho de gás CO² (incluso no kit) que infla a bolsa de segurança. O cartucho ainda pode ser substituído, tornando a jaqueta-airbags reutilizável. Cada cartucho custa R$ 73.






Fonte: http://carros.ig.com.br/motos/
Ícaro Bedani | 1/3/2012 14:18 


terça-feira, 27 de março de 2012

#Curiosidades: moto, na Lua?


Técnicos da NASA testam a “Moto Lunar” em avião que simula a ausência de gravidade do espaço

Se a ideia de andar de moto na superfície lunar é absurda demais para a sua cabeça, saiba que pela mente dos engenheiros da NASA ela já passou. Em 1969, a agência espacial norte-americana chegou a construir um protótipo de veículo de duas rodas que seria utilizado caso o Buggy Lunar não ficasse pronto a tempo de ser levado pela Apollo 15.

As informações técnicas da “Moto Lunar” nunca foram divulgadas e, na verdade, tudo que se sabe sobre o modelo é que ele existiu, mas não chegou a ser utilizado, uma vez que o buggy foi terminado no prazo.

Entretanto, a NASA cogitou colocar a moto como veículo complementar na missão Apollo 20. Porém, com o cancelamento do programa pouco antes da Apollo 18 partir, ainda está por vir o dia no qual uma motocicleta irá, de fato, ver as estrelas.   (por Carlos Bazela)



Fonte: http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2012/03/20/de-moto-na-lua

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

#Campanha Nacional: Cerol Não!

Um levantamento da Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) divulgado no último mês chama atenção para dados alarmantes: linhas com cerol (mistura de caco de vidro e cola) usadas para soltar pipas causaram uma centena de acidentes no país nos últimos 12 meses e, destes, 25% foram fatais. De acordo com o presidente da associação, Lucas Pimentel, o último levantamento feito apontou que 50% dos acidentes deste tipo deixaram as vítimas em estado grave ou gravíssimo e outros 25% dos acidentes causaram danos leves.

#vocêsabia? “A lei estadual 14349, de 2002, proíbe o uso de pipas com linha cortante em áreas públicas e comuns. O infrator está sujeito à multa, no valor de R$ 100 e máximo no valor de R$ 1.500, sendo reajustada por índice oficial. No caso de crianças, os responsáveis por menores que se envolverem em acidentes relacionados com o uso do cerol serão responsabilizados”, alerta.



Fonte:


Compartilhe esta campanha!!!
Boas estradas!!!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

#Notícias: Puyehue volta a "atacar"

Boa tarde, em Floripa, hoje desde o amanhecer, cheiro de fuligem no ar e cinzas a encobrir os morros da capital.

Esperamos visitar em breve o  Puyehue e esperamos também que ele não esteja em erupção!!!
Para quem está na estrada, bom passeio. Nós, continuamos em terra firme aguardando e planejando a chegada de janeiro e a nossa partida rumo ao Chile!
Infográfico vulcão Puyehue - versão 1 (Foto: Arte / G1)




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

#Miscelânea: Andar na garupa é:

Olá amigas de Garupa e do motociclismo.

   Dia desses lancei um desafio no facebook:
  "ANDAR NA GARUPA É..."
e, com a ajuda de algumas amigas, construí o texto abaixo.

P.S. Também houve ajuda de um amigo, autor da última frase.   rsrsrs

Andar na Garupa é:
_ Rezar...Pedir ao PAI uma viagem com muita paz e sabedoria.

_ Acenar para as crianças, ver o brilho do seu olhar ao nos ver passar.

_ Despertar sonhos, curiosidades, emoções...

_ Estar presente nas mais deliciosas aventuras.

_ Sentir o vento e perfumes nunca antes percebidos,
despertar sentidos até então adormecidos.

_ Ver as cores, todas as cores, do nascer ao pôr do sol.

_ Apreciar as mais belas paisagens,
   fazer parte da paisagem,
   ser a própria paisagem.

_ Sentir-se grande, imensa, poderosa...

_ Desfrutar a proximidade, a intimidade, a cumplicidade.

_ Sentir piloto e garupa, pulsando num só coração!
   Andar na garupa é pura emoção!!!!

_ E, é claro, às vezes, bater com o capacete no capacete do piloto!!!


Agradeço a colaboração das amigas de Garupa:
Rúsmar Leão, Dilma Sampaio Silva, Nádia Maria Sendtko Resener, Heloísa Abdalla Freire.


Ah! e do piloto Antonio Naf (ninguém percebeu que a última frase foi a dele néh?    rsrsrs)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

#Miscelânea: Você tem um sonho?

Boa tarde amigos, tudo bem? Este comercial é muito interessante. Conta a história de um grupo de amigos de Taiwan, todos na faixa dos 80 anos de idade e cada um com seu problema de saúde. Um belo dia em um dos seus encontros, resolvem realizar um grande sonho, então começa a preparação. Não deixe de assistir e refletir, quantos de nós já não sonhamos com algo grandioso  e por vários motivos vamos adiando e nos rendendo ao que a vida nos impõe?! Pense nisso, não importa o tamanho do seu sonho, nunca é tarde é para realizá-lo, mas, para que esperar tanto????
Pegue sua moto, seu amor, sua paixão,amigo (a), irmão (a)...vá só, mas vá!! Pegue a estrada e seja feliz!!!
O comercial é do TC-Bank e é emocionante.
Forte abraço!!! Boas estradas!!!


terça-feira, 13 de setembro de 2011

#Dicas: Efeitos da altitude em nosso corpo, você conhece?


Efeitos da Altitude
Efeitos da altitude em nosso corpo.
por Gabriel Miranda - Redação Saúde Plena
 
   Poucas horas após desembarcar numa cidade de altitude elevada, é comum a pessoa sentir o impacto do ar rarefeito no organismo. Dentre os principais problemas enfrentados por quem está nos pontos mais altos do planeta, estão os males relacionados ao frio, à pressão e à respiração. Em alguns casos, os riscos são perigosos. Confira os principais perigos para quem pretende encarar as alturas.

1. Qual é a diferença entre as condições encontradas nessas cidades?
   Quanto maior é a altitude, menor é a pressão atmosférica e mais rarefeito é o ar que respiramos. Também há uma redução na temperatura, que cai em média 6,5 graus a cada 1.000 metros de altura. Por fim, há um aumento na intensidade dos raios solares (que, aliás, podem provocar graves queimaduras). Com o ar rarefeito, somado ao incômodo provocado pelas condições climáticas mais duras, o funcionamento do organismo muda, e podem ocorrer efeitos desconfortáveis.

2. O que acontece quando alguém sai do nível do mar e sobe demais?

   Quem vive em cidades ao nível do mar ou em localidades relativamente baixas não está acostumado às condições atmosféricas das grandes altitudes – portanto, o organismo sente o impacto da mudança e precisa de tempo para se adaptar. O corpo responde da seguinte maneira: a freqüência respiratória aumenta, a freqüência cardíaca se acelera e a concentração de glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio para os músculos, aumenta no sangue. Nesse período de adaptação, os sintomas mais comuns são respiração curta, dores de cabeça, náusea, vômitos, tontura, insônia (em dois terços dos casos) e perda de apetite (em um terço das pessoas). 

3. Todas as pessoas sentem os sintomas negativos da altitude maior?

   Não. É impossível prever se alguém sofrerá com os sintomas ou terá uma adaptação tranqüila. Calcula-se que os sintomas negativos sejam sentidos por cerca de 15% das pessoas a 2.000 metros de altura. O índice sobe para 60% quando se chega a 4.000 metros. A mais de 5.000, todas as pessoas sentem algum tipo de efeito negativo. Qualquer pessoa está sujeita ao problema – fatores como idade ou sexo não são determinantes. A característica que mais pesa na definição de quem sofre ou não com os efeitos da altitude é a condição física. Geralmente, quem está bem condicionado lida melhor com a situação. O bom preparo e o fôlego em dia, porém, não garantem totalmente que uma pessoa ficará livre dos sintomas. 

4. O que é possível fazer para amenizar (ou eliminar) esses sintomas?

  O melhor é subir aos poucos, ou seja, viajar a alturas sucessivamente maiores e dar tempo suficiente para a adaptação. Quanto mais rápida é a chegada e mais alto é o destino, piores são os sintomas. Assim, uma pessoa que vive ao nível do mar e resolve visitar La Paz, a mais de 3.600 metros, pode evitar problemas gastando alguns dias numa altura intermediária, a pouco mais de 2.000 metros. Quem não tem tempo para fazer a adaptação deve tentar chegar ao destino com uma boa condição física – recomenda-se caminhar ou correr nas semanas que antecedem a viagem.

5. Que tipo de substância é possível ingerir para evitar os problemas?

  Alguns médicos prescrevem medicamentos para combater os efeitos da altitude. O Diamox (acetazolamida), que ajuda a metabolizar mais oxigênio, é um deles – o consumo deve começar 24 horas antes da chegada ao destino, duas ou três vezes ao dia. Outras opções são a dexametasona, um esteróide, e o gingko biloba, um fitoterápico. O uso dos remédios, contudo, é polêmica. Muitos médicos não gostam de receitar essas substâncias contra a altitude. Soluções mais seguras são a aspirina, a cafeína e, nos países andinos, o chá de coca – todos são capazes de amenizar os efeitos da altitude.

6. Quais são as cidades onde os sintomas podem ser mais sentidos?
  Todas as que são localizadas em grandes cadeias de montanhas ou em altiplanos. Há localidades muito altas na Europa, América do Norte e Ásia, em especial Nepal e Tibete. No continente sul-americano, as mais altas cidades estão na Bolívia, no Peru, no Equador e na Colômbia. O país de Evo Morales tem, além de La Paz, as cidades de Oruro, El Alto e Potosí – essa última é conhecida como a cidade mais alta do planeta, a mais de 4.100 metros. A peruana Cusco (3.400 metros), a equatoriana Quito (2.800 metros) e a colombiana Bogotá (2.650 metros) são outras cidades muito altas nos países vizinhos. 

7. Existe risco de vida para uma pessoa que viaja às altitudes maiores?

  Sim. Nos casos de sintomas mais graves, pode surgir até um edema pulmonar (fluidos nos pulmões) ou edema cerebral (inchaço do cérebro). Se o visitante de uma cidade muito alta não cometeu excessos (na alimentação, no consumo de bebidas alcoólicas e no excesso de atividade física) mas ainda assim sofreu sintomas fortes demais, recomenda-se procurar um médico. Os sintomas devem ser levados a sério: se não desaparecerem com o tempo, precisam ser examinados. 

8. Quem mora na altitude elevada pode passar mal ao descer ao mar?

   Algumas pessoas nessa situação reclamam de algum desconforto, de perda de apetite e de dores de cabeça por causa da diferença nas condições climáticas. No geral, porém, os moradores de cidades muito altas não enfrentam dificuldades na descida. No caso dos atletas, isso é até usado em favor de um melhor desempenho. Quem treina na altitude rende mais ao nível do mar. Como o ar rarefeito ensina o organismo a absorver e a processar melhor o oxigênio, o rendimento melhora.



sexta-feira, 8 de julho de 2011

#Viagem: Ushuaia - Terra do fogo!

Tem certas coisas que simplesmente temos vontade fazer.

   Não há muita lógica, mas havia muita vontade de ir até Ushuaia. 

   Não sei se porque é o ponto mais ´austral´ (ao sul) do continente americano. Não sei se porque para chegar até lá, há uma Patagônia inteira nos separando. Não sei se era para fazer uma ´prova de fogo´ atravessando 132 Km do temido ´rípio´ .

   Mas, de um motivo eu tenho plena convicção. Eu sonhava atravessar a Cordilheira dos Andes de moto. 

   É pura magia.

   Ushuaia.  Uma viagem ao ´Fim do Mundo´.


Lobo.






Veja um pouco mais desta viajem no nosso site:


http://www.confrariadoslobos.com.br/page16.php?view=thumbnailList&category=1
http://www.confrariadoslobos.com.br/page21.php

Forte abraço!
Boas Estradas!