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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

#Do Dakar ao MotoGP: competições ajudam evolução de motos de rua.

Em 1 dia, provas exigem dos freios o que a maioria precisa em 1 mês.
Marca líder de vendas foi criada por um apaixonado em corridas.

Se você acha que sua moto funciona bem, agradeça a um “maluco”. Não a um qualquer, mas sim a um específico, o que topa experimentar aquilo que outros “malucos”, técnicos ou engenheiros, bolaram. De quem estou falando? Dos pilotos de moto profissionais.
É uma categoria tida invariavelmente como gente que tem um parafuso a menos e, neste exato instante em que você lê esta coluna, um bando deles está agarrado aos guidões de motos muito especiais, participando daquela loucura chamada rali Dakar, que neste ano chega à sua 34ª edição 
Acredite: boa parte da evolução técnica nasceu de experiências realizadas em competições como esta, que percorre os piores terrenos, premiando as melhores marcas e pilotos com glória, prestígio, reconhecimento e... conhecimento.
Tanto em ralis como o Dakar como em outras modalidades do esporte sobre duas rodas – motocross,  enduro, motociclismo de velocidade– a tecnologia anda de braços dados com a necessidade de superação. É uma guerra sem fim na busca de resultados esportivos, tecnológicos e, claro, comerciais. 
Quem anda nelas há pelo menos uma dezena de anos há de constatar que hoje o ato de frear é algo bem mais fácil do que era no passado. O mérito dessa evidente maior segurança se dá, integralmente, aos pilotos profissionais. Exigindo dos freios o máximo, os “malucos” do guidão deram aos técnicos a informação necessária para aperfeiçoamento dos sistemas.
Se funciona bem na pista, funcionará otimamente no dia a dia.

Haja freio

Os que agora correm feito alucinados pelas areias dos desertos da Argentina, Bolívia e Chile exigem dos freios em um só dia mais do que a maioria de nós precisa em um mês. O mesmo acontece naqueles 30 ou 40 minutos de duração de uma corrida da MotoGP, onde Valentino Rossi e seus colegas usam suas motos de uma maneira que bem poucos mortais seriam capazes.
Exigir de freio, pneu, motor, amortecedor o máximo, provocando um exagero na utilização na fase de desenvolvimento é o segredo para que sua moto, seja ela uma pequena 125 ou uma grande 1.200 cc, consiga sair da linha de montagem tendo um comportamento adequado, seja do ponto de vista da performance, da excelência do funcionamento em termos dinâmicos, seja do ponto de vista da segurança. Resumindo: exceder na utilização (caso típico das competições...) eleva o grau de confiabilidade. Se funciona bem na pista, funcionará otimamente no dia a dia.
Um bom exemplo de evolução está nos sistemas hidráulicos, presentes nas suspensões bem como nos freios. Tais aparatos estão muito expostos a situações de uso radical mesmo nas mãos de um condutor comportadíssimo. Descer uma serra cheia de curvas vai obrigar a frear continuamente, e o vira para a direita-vira para a esquerda fará as suspensões trabalharem bem mais do que se você estivesse percorrendo uma estrada reta. É nessa hora que o "maluco" que compete no Dakar ou na MotoGP deve ser louvado, pois a especificação dos fluidos de freio e óleos da suspensão de sua moto deriva da experiência em utilização excepcional.
Do mesmo modo que a frenagem e dirigibilidade de sua moto se beneficiam da correria por pistas e trilhas planeta afora, o motor também ganhou em termos de performance global por causa da competição. Durabilidade, potência e economia é um tripé onde se apoia a evolução definitiva que o esporte da motocicleta ofereceu a indústria do setor.
Colocou a moto no bolso Soichiro Honda, fundador da empresa que leva seu nome, era um apaixonando por competições. Gostava delas não apenas no aspecto esportivo, mas principalmente pela chance de expandir seu conhecimento técnico para melhorar seu produto, seja para uso em pista ou no dia a dia.
É notório um episódio ocorrido entre o final dos anos 1950 e o começo dos 1960, quando o sr. Honda começou a inscrever suas motos para competir em eventos internacionais. Aquela era uma época onde as marcas dominantes eram europeias, e diz a lenda que, depois de uma humilhante derrota em uma corrida no Reino Unido, Soichiro comprou a motocicleta vencedora para levá-la para o Japão e estudar profundamente a tecnologia empregada.
Obstinado, renunciou à sua bagagem pessoal e ali mesmo, na fila de embarque, desmontou a pequena moto, enchendo os bolsos de seu sobretudo com as partes essenciais à sua pesquisa
Com a companhia aérea querendo impedi-lo de embarcar com a pequena moto – uma cinquentinha – alegando excesso de peso na bagagem, o obstinado sr. Honda renunciou à sua bagagem pessoal e ali mesmo, na fila de embarque, desmontou a pequena moto, enchendo os bolsos de seu sobretudo com as partes essenciais à sua pesquisa.
Tal fato escancara a importância da guerra travada nas pistas pela melhor performance, uma benção para a indústria de veículos em geral, verdadeiro laboratório de testes a céu aberto difícil de ser reproduzido entre quatro paredes por maior e melhor que seja a tecnologia empregada. E ,além disso, fascinante ação de marketing refletida pela manjada máxima: vencer no domingo, vender na segunda-feira...
Lubrificantes de motor, sistemas de arrefecimento e várias outras fronteiras tecnológicas estão em constante evolução graças à competição. Processo químicos inéditos, metalurgia experimental e uso cada vez mais extensivo de materiais cerâmicos, compósitos (fibras aramídicas e etc...) e polímeros tem no motociclismo, o esporte praticado ao guidão de uma moto seja na terra, na areia, lama ou asfalto,  a ferramenta ideal de progresso.
Goste você ou não de corridas, o fato é que na chegada a Valparaíso, Chile, daqui a uma dezena de dias, o Rali Dakar terá contribuído para o aperfeiçoamento das motos que você comprará daqui bem pouco tempo. Tenha certeza disso.




Fonte: Por Roberto Agresti para o G1.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

#Dicas:Veja 10 prós e contras da moto flex.

Tecnologia ainda não está na maioria dos modelos, mas só tende a crescer.
Flex são mais modernas, diz colunista; mas motor com etanol 'bebe' mais.

Com as pequenas motos de 150 cilindradas se modernizando através das recém-lançadas Honda CG e Yamaha Fazer, ambas com motor bicombustível, uma pergunta paira no ar: quais as reais vantagens da moto flex?
Já consagrada nos carros brasileiros, a tecnologia ainda não está na maioria dos modelos de motos, mas abrange esta enorme fatia das 150 cc e só tende a crescer. Veja abaixo 10 itens a considerar se estiver pensando em comprar uma.
Mande dúvidas sobre motos no espaço de comentários; as selecionadas serão respondidas em colunas futuras.
1) Etanol é sempre é mais barato?
O preço do etanol é influenciado pela entressafra da cana-de-açúcar e também pela localização geográfica de zona de plantio e das usinas. Na Região Sudeste, próxima dos maiores centros produtores, o preço costuma ser menor do que em localidades mais distantes.
No posto, o litro do etanol geralmente custará menos que o da gasolina. Porém, assim como para os carros flex, para saber qual combustível é mais vantajoso, é necessário fazer uma continha básica: multiplicar o preço do litro da gasolina por 0,7. O resultado da conta será o valor máximo que deve ser pago pelo litro do etanol.

2) Motor 'bebe' mais com etanol


Por que multiplicar o preço do litro da gasolina por 0,7? É que o álcool tem cerca de 70% do poder calorífico (de queima) da gasolina; ou seja, o poder do etanol é 30% menor que o de sua “rival”.
É por isso que qualquer motor abastecido com etanol consome mais para percorrer uma mesma distância do que se alimentado com gasolina. Rodando com um mesmo condutor, a mesma moto, em um percurso igual, proporciona menos quilometragem por litro com etanol.

3) Viagem? Gasolina pode economizar tempo



Não existe milagre: ao optar pelo etanol, seu tanque "secará" mais cedo do que se estivesse com gasolina. Sendo assim, além do preço, é necessário considerar também a situação de uso da moto.
Em caso de viagens mais longas, talvez seja preferível optar pela gasolina, para diminuir o número de paradas de reabastecimento -que são sempre mais demoradas para motos-, mesmo que o custo financeiro seja ligeiramente maior. Parando menos, em vez de economizar dinheiro, economiza-se tempo. Caberá a você escolher.

 4) Não vai deixar a moto esfriar? OK para etanol



Se o plano for de percorrer longos trajetos, mesmo com clima frio, sem muitas paradas, a temperatura do motor estabilizada e mantida por maior tempo oferecerá a economia que o etanol proporciona, se ele estiver com preço bom.
Se a moto for usada para trajetos curtos e entremeados por paradas de mais de 1 hora, a cada vez que for ligado, o motor vai demorar mais para chegar à temperatura de exercício correta. Com etanol, isso acarretará maior consumo.

5) Com etanol, potência é maior?


Está aí outra diferença entre carros e motos. Enquanto nos carros muitas marcas anunciam que os motores, quando abastecidos com etanol, oferecem maior potência, a análise das fichas técnicas divulgadas pelos fabricantes das motos flex indica que não há vantagem predominante de um ou outro combustível.

6) Na moto flex,
misturar é obrigatório



Nem Honda nem Yamaha recomendam usar apenas um único combustível no tanque. Pelo fato de não haver, como nos carros, tanquinho de sistema de partida a frio ou equivalente auxiliar de partida, nas motos a recomendação é que, em caso de optar pelo etanol, ele seja misturado a uma parcela de gasolina na proporção indicada no manual do proprietário.
Tal regra deve ser especialmente seguida em regiões de clima mais frio ou no inverno. Se houver apenas etanol no tanque, a partida será mais difícil e o tempo para alcançar a temperatura de exercício ideal do motor, maior. Aliás, se estiver frio, a moto simplesmente não vai deixar você partir, seja por conta de dispositivos eletrônicos, que impedirão rodar enquanto a temperatura do motor não estiver correta, ou pelos “engasgos” que o coitado do bloco geladão vai dar...
Respeitando o que diz o manual, é importante lembrar que usar preferencialmente um ou outro combustível não acarretará grandes diferenças em termos de durabilidade ou desempenho do motor da moto.
7) Toda moto flex é mais moderna


Não existe moto bicombustível que não seja dotada da mais atual injeção eletrônica. Ou seja, nada de carburador. Isso é bom ou ruim? Apesar dos mais conservadores não enxergarem grande mérito na injeção em motos ditas utilitárias, uma coisa é certa: trata-se de um sistema que consegue se adaptar de maneira mais uniforme a diferentes qualidades de combustível, algo infelizmente corriqueiro no Brasil.
Por isso mesmo é que, só com injeção, as motos flex podem existir. Um carburador funciona muito bem, é fácil em termos de manutenção, barato e etc, mas, ao envelhecer, perde sua eficácia e exige regulagens cada vez mais constantes. E nunca, nunca mesmo, será capaz de oferecer um funcionamento tão regular a um motor quanto os mais modernos sistemas de injeção eletrônica.
8) Risco da gasolina 'batizada'


Em tempos de combustível "batizado", tanto faz a gasolina ou o etanol? Nem é bem assim, pois, no caso da gasolina, o tal “batismo”, a adição de líquidos para adulteração do combustível e consequente lucro criminoso, se dá com solventes e porcarias químicas. No caso do etanol, o “batismo” é mais raro, mas existe, feito com a mais inofensiva água, que causa menores danos ao motor de uma moto do que as “melecas” adicionadas na gasolina.

9) Etanol enferruja o tanque?


O etanol é um líquido que ataca o metal agressivamente, mas a tecnologia usada nas motos e carros já avançou e, assim, não há o que temer. Sua moto flex não sofrerá maior oxidação do tanque ou escapamento e nem terá dutos do sistema de alimentação mais prejudicados pelo uso do álcool.

10)  Gasolina é vilã para o meio-ambiente?



O tema é controverso, mas, em princípio, a natureza "agradece" quando motores a combustão interna queimam etanol no lugar de gasolina. Evidentemente, motores bem regulados, usando gasolina, podem ser menos nocivos ao meio ambiente do que um motor mal ajustado abastecido com álcool.
A conclusão é que moto flex, disponível no Brasil e em outros poucos países do planeta, oferece uma inegável vantagem: a possibilidade de escolher o combustível. O importante é saber quando gasolina ou etanol será mais vantajoso, considerando as questões acima.
Como ocorre na indústria automobilística, onde praticamente 100% dos carros mais vendidos no Brasil são flex, a tendência nas motos também é essa: mais e mais modelos incorporarão tal tecnologia, por ora exclusiva dos motores 150 cc e 250 cc.

Fonte: G1 - Roberto Agresti.


Boas estradas!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

#Atenção: 5 maiores erros ao pilotar.

1 - Falha em reconhecer o perigo antecipadamente:
Pilotos inexperientes ou mal treinados normalmente não desenvolvem a capacidade de antecipar situações de perigo, que é fundamental na pilotagem segura. Quanto mais tempo você tiver para reagir, maiores chances terá para evitar um acidente. Ou, alguns, simplesmente não reconhecem um perigo e conseqüentemente não fazem nenhuma correção para evitá-lo.
A triste realidade do motociclismo é que você é menos visível do que os veículos maiores. Sua habilidade em evitar perigos depende de sua capacidade em reconhecer situações no tráfego em que você pode estar invisível aos outros usuários da estrada e que exigem ajustes de sua parte, relacionados à velocidade e posicionamento na pista.

2 – Frenagem excessiva da roda traseira:
Você conduziria seu carro com somente 30 a 40 por cento dos freios disponível?
As investigações demonstram que pilotos inexperiente fream excessivamente a roda traseira, às vezes excluindo totalmente os freios dianteiros. Obviamente isto aumentará a distâncias de parada e a possibilidades de uma colisão. Muitos pilotos, interrogados logo após um acidente, não recordam nem mesmo se aplicaram os freios dianteiros. Por outro lado, usar exclusivamente os freios dianteiros, numa motocicleta de grande porte, provoca a mesma situação. A regra de ouro ainda é aplicar mais intensamente os freios dianteiros, mas agregar a frenagem dos freios traseiros, também.

3 – Negociação nas Curvas:
Os seguintes erros são os mais frequentes:
Entrar na curva com velocidade excessiva – incapaz de reconhecer a severidade da curva, o piloto normalmente decide aplicar os freios ao inclinar-se para reduzir a velocidade, levando à inevitável perda de aderência e de tração.
Não olhar através da curva, geralmente fixando-se em um obstáculo. A regra de segurança determina que você deve fixar sua visão aonde você quer estar e não no ponto à sua frente.
Falha na inclinação correta, de acordo com a velocidade. Muitos pilotos falham em usar a inclinação necessária para passar pela curva, inclinando-se demasiadamente (e perdendo tração) ou inclinando-se menos e saindo da faixa da curva.
Aplicar os freios enquanto se inclina. Na maioria das vezes, a quantidade de frenagem aplicada excede a capacidade de tração dos pneus, na inclinação em que se encontra a motocicleta.
Escolha da trajetória – o piloto escolhe uma trajetória que o leva a cruzar a faixa de separação das pistas ou o coloca muito próximo desta faixa, ficando no caminho dos veículos em direção oposta e que podem estar muito próximos da mesma faixa.

4 – Direção:
As investigações demonstram, frequentemente, situações em que parece que o piloto virou em direção ao outro veículo, ao invés de distanciar-se dele. Ou não fizeram um movimento evasivo que poderia ter evitado a colisão. Ou, ainda, seguiram em direção a um obstáculo que poderia ter sido evitado.
Este erro é atribuído à falta de conhecimento da contra-exterção. As motocicletas necessitam de comandos distintos em baixa e alta velocidade. Em baixa velocidade, ou quando estamos manobrando, normalmente giramos o guidão na direção aonde queremos chegar. Em alta velocidade, o movimento é ao contrário: se queremos ir para a direita, o guidão tem que ser movido para a esquerda.

5 – Falta de treinamento:
A falta de treinamento é um erro gravíssimo. Muitos acidentes poderiam ser evitados se os pilotos tivessem treinamento adequado, antes de entrar numa rodovia. Pilotar na cidade, em baixa velocidade, é totalmente diferente de faze-lo numa rodovia, em velocidades superiores a 100 km/h.
Muitos acidentes ocorrem com motociclistas inexperientes e mal treinados. Este é um erro terrível porque acidentes com motocicleta podem ser muito sérios.
   A inexperiência conduz sempre a uma pilotagem além de sua capacidade ou habilidade.
   Pilote sempre com a segurança em primeiro lugar.

Texto: Escrito por: Comandante Maccori - treinador e orientador do motociclismo.




Boas estradas! Pilote com atenção e compartilhe essa informação!
Forte abraço.

#Dicas: BALACLAVA, POR QUE USAR?

A balaclava é um equipamento que tem como principal finalidade (pelo menos a mais conhecida) a proteção térmica da cabeça do piloto. Mas ela não se restringe apenas a esse fim.

Ela protege também o pescoço do piloto contra os resíduos que estão suspensos na estrada, como poeira, insetos e poluição. Evita que o cabelo longo danifique ou fique cheio de nós ao entrar em contato com o vento.

Outra função da balaclava: já lavou o seu capacete e percebeu que havia insetos dentro da ventilação dele? Pois é, a balaclava entra como proteção nesse caso também. Ela impede que esse inseto ou algum resíduo entre em seu cabelo sem que você perceba.

Já percebeu também que em uma viagem de maior distância, em certa altura, sua cabeça começa a coçar mais que o normal? Muita gente chama de “piolho de capacete”, mas é apenas uma brincadeira. Trata-se do suor, que impregna no cabelo e por consequência no capacete, e o transforma em uma estufa. Uma balaclava que transfere esse suor para fora é essencial para uma pilotagem confortável, além de uma ação bacteriostática, que inibe a formação de odores, algo que também merece muita atenção dos motociclistas.

E proteção solar? Sabe aquele espaço que sobra sem proteção, entre a jaqueta e o capacete, na nuca do piloto? Esse é o maior ponto de queimaduras de sol durante uma viagem.

Só vantagens usar balaclava afinal, você pode se proteger no frio e no calor, além de proteger seu equipamento, aumentando e muito sua vida útil!

Nós usamos sempre!
Forte abraço e boas estradas!

Em Villa La  Angostura, Chile (Jan/2012).

Fonte: Texto adaptado de rockriders.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

# Curiosidades: Quem é quem no mundo das motos.

Conheça das palavras que definem o mundo das motocicletas

Nas publicações sobre motociclismo, é comum o leitor às vezes ficar confuso com os termos utilizados para definir uma ou outra categoria de moto. Então, para esclarecer as várias nomenclaturas que definem o mundo das duas rodas, consulte o glossário a seguir:






Alguns termos usados acima:

Underbone – nome dado às versões “cub” cujo revestimento estilístico acompanha o elemento principal de seu chassi.
Sidecar – dispositivo carenado, afixado na lateral das motocicletas ou motonetas, para transporte de passageiro em posição sentado.
Carenagem – Revestimento em formato de “carroceria”, conferindo à motocicleta aparência assemelhada às versóes destinadas à competição.
On road – veículos destinados à circulação em vias pavimentadas.
Off-road – veículos destinados à circulação em vias NÃO pavimentadas.



Fonte: motonline | Fonte: Mário Sérgio Figueredo - consulta: Abraciclo / CTB


Boas estradas!
Confraria dos Lobos

terça-feira, 27 de agosto de 2013

#Você conhece a Medusa?

Medusa é a moto mais cara já produzida no mundo.

Apenas o quadro, feito com 315 kg de ouro, vale US$ 1 milhão; design é inspirado em personagens mitológicos

Todo apaixonado por motos, sabe: elas são um símbolo de aventura, liberdade e estilo de vida. Motos estilo choppers costumam ser customizadas, ficando mais caras que as convencionais.



Mas no caso da motocicleta Medusa customizada pela TT Custom Choppers, leva o título de ser a mais do mundo, pois custa U$ 1.2 Milhões de Dólares!



Mas ao olharmos esse veículo rústico com aspecto de enferrujado, deve-se perguntar, porque é tão caro? Segundo o proprietário, essa joia sobre duas rodas foi feita com ouro branco e amarelo em estado bruto, como encontrado na natureza.




A moto possui a cabeça da personagem mitológica esculpida no tanque. Já o motor, rodas e suspensão são envoltos por esculturas de cobras. A criação, um tanto excêntrica, é obra de um turco milionário chamado Tarhan Telli, designer de motos da TT Custom Choppers.



Telli levou mais de um ano para concluir o projeto e finalmente conseguiu um lugar no Guinness Book, como a moto mais cara do mundo. No entanto, o valor final do veículo não foi divulgado.



Com 700 quilos de peso total, a Medusa é equipada com um motor V-Twin de 1801cc, com 125 cavalos de potência e câmbio de seis marchas.





Fonte: Midia News/ Design Inova


Boas estradas!
Confraria dos Lobos

quarta-feira, 15 de maio de 2013

#Dicas: Idade mínima para andar de carona em motocicleta.


PARA ORTOPEDISTAS, 16 ANOS É IDADE MÍNIMA PARA CARONA EM MOTOCICLETA.

O representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT na câmara temática sobre “Transporte de Crianças em Motocicleta” defendeu a proibição de carona para crianças com menos de 16 anos. A tese, que foi vencedora na reunião promovida pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo será encaminhada ao Congresso Nacional, onde está sendo discutido o projeto de lei 6.401/99, do ex-deputado professor Victorio Galli.
O então parlamentar quer mudar a legislação atual, que proíbe o transporte de menores de 7 anos de idade em motocicletas, motonetas e ciclomotores, elevando a idade para 11 anos, tese que não é aceita pelos ortopedistas.
Durante a reunião da ‘Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito’ o representante da SBOT, ortopedista pediátrico Miguel Akkari, justificou que não há argumentos técnicos para defender a liberação aos 11 anos, pois do ponto de vista médico “não há diferenças anatômicas importantes entre a criança de 7 e de 11 anos, ao contrário do que ocorre quando a idade é de 16 anos, na qual a estrutura esquelética já é bem próxima daquela do adulto”.
Para Akkari, não há sentido em liberar uma criança de 11 anos para ser carona no veículo que mais se envolve em acidentes no Brasil, no momento em que as autoridades de trânsito procuram, em trabalho conjunto com as sociedades médicas, encontrar formas de minorar o número de mortes em acidentes com motocicletas, aumentando o nível de segurança de veículos em duas rodas.
O aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas é tão grande, no Brasil, que preocupa a Organização Mundial da Saúde, cuja representante, Mercedes Maldonado, recentemente lembrou que com uma frota mais reduzida que a de automóveis, as motos já representam 16% dos acidentes no País. Outro problema é a gravidade desses acidentes que, segundo depoimento de Mauro Ribeiro, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, fez com que em algumas localidades o índice de mortes em acidentes com motos passe a representar mais de 50% dos óbitos.

Texto: DOC Press Luchetti. 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

# Curiosidades: Robocop pilotará uma Z1000 da Kawasaki em filme dirigido por brasileiro.


Imagine-se andando pelas ruas de Toronto (Canadá) quando, de repente, passa por você uma Kawasaki Z1000 customizada, pilotada por ninguém menos que Robocop. A cena pôde ser vista por alguns transeuntes que presenciaram as gravações externas da refilmagem do sucesso norte-americano de 1987, na cidade canadense.  O remake é dirigido pelo brasileiro José Padilha, que assina títulos como Ônibus 174 e Tropa de Elite, e tem previsão de estreia nacional para 2014.


O novo visual do policial do futuro não agradou a todos os fãs. Agora, ele pilota uma moto (que, pelas imagens, parece ser uma Kawasaki Z1000 customizada) e possui um design mais futurista, entretanto, com um estilo contemporâneo. O que o resultou em um look menos robô e com mais armadura, que chega até a lembrar o herói de Gothan City, Batman, sem capa.

O roteiro original, de autoria de Edward Neumeier e Michael Miner, ganhou uma revisão de Josh Zetumer, Nick Schenk (Gran Torino) e James Vanderbilt (Zodíaco, O Vingador do Futuro), que deu a polida final.

A trama continua basicamente a mesma e promete trazer o clima violento da Detroit criada pelo holandês Paul Verhoeven, que assina a produção original. “O ano é 2028 e o conglomerado multinacional OmniCorp é o centro da tecnologia robótica. Seus aviões teleguiados estão vencendo as guerras norte-americanas ao redor do mundo e agora eles querem levar essa tecnologia para casa. Alex Murphy (Joel Kinnaman) é um marido e pai amoroso, um bom policial, fazendo o seu melhor para conter a onda de criminalidade e corrupção em Detroit. Depois que ele é gravemente ferido em serviço, a OmniCorp utiliza a sua notável ciência robótica para salvar a vida de Alex. Ele retorna às ruas da sua amada cidade com incríveis novas habilidades, mas com questões que um homem comum nunca precisou enfrentar”, diz a sinopse.

As gravações tiveram início em setembro de 2012 e contaram com um elenco de peso. Entre os atores escalados, estão: Joel Kinnaman (Robocop), Abbie Cornish (esposa de Alex Murphy), Gary Oldman (Dr. Robert Norton, o cientista que cria a máquina), Samuel L. Jackson (Pat Novak, um megaempresário de televisão), Jay Baruchel (Pope, diretor de marketing da OCP), Jackie Earle Haley (Maddox, o homem que dá treinamento militar ao policial),Michael Keneth Williams (parceiro de Murphy), Jennifer Ehle (Liz Kline), Marianne Jean-Baptiste (uma oficial de polícia), Douglas Urbanski (prefeiro de Detroit) e Michael Keaton como o CEO da Omni Corp., ou OCP.

A promessa é que os fãs de ação e adrenalina ficarão muito satisfeitos com os efeitos especiais e terão uma overdose de computação gráfica.

Autor: Bárbara de Alencar// 
Fonte: www.luissucupira.com.br pesquisada em 14/02/2013.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

#Miscelânea: Tipos de moto.


Existem vários tipos/estilos de moto, muitos estilos se confundem entre si, mas vamos tentar mostrar cada um. confira cada estilo:
Motociclos

Motos capazes de ultrapassar 50 Km/h, e que possuem cilindrada superior a 50cc.
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Ciclomotores



Motos capazes de chegar até 50 Km/h, e que possuem cilindrada inferior a 50cc.
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Motoneta, Lambreta, Scooter ou Vespa


São veículos motorizados de duas rodas, no qual o condutor condiciona suas pernas para a frente de seu tronco, em vez de para os lados, como ocorre nas motocicletas. Não há necessidade de usar os pés para a troca de marchas, e normalmente são montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variáveis.

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Motos Esportivas / Super Esportivas

As esportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cilindradas, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades superiores a 300 Km/h.
Em geral possuem discos de freio duplos, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo, avanços com posição de pilotagem baixa, escapes com ruído esportivo, carenagem para reduzir a resistência com o ar e pneus largos visando uma boa área de contato com o solo.
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Motos Custom


As custom são motos estradeiras que não priorizam a velocidade, mas o conforto. A altura do banco é baixa, as pedaleiras são avançadas, de forma a proporcionar uma posição confortável para pilotagem. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente.


A maioria das peças é cromada e brilhante, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. São motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60.
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Roadsters

Motos que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.
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Motos chopper
São motos que derivam das custom com a diferença na posição do tanque, que é alto na frente e baixo atrás, formando uma linha com o eixo da roda traseira. O garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor, maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande.

A maioria não tem amortecedor traseiro e normalmente possui motor Harley Davidson. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante dispojado e agressivo.
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Dual Purpose
São motos geralmente com cilindrada acima de 800cc com motorização forte, com estilo de pilotagem bem confortável, fica um estilo entre uma street, naked e off-road.
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Motos Naked / Street


As naked são motos que têm bom desempenho em relação ao motor, e conjunto mecânico. Permitem uma posição de pilotagem menos “deitado”, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, seu guidão é mais alto do que nas esportivas e não possuem carenagem.

São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento. Existem no mercado bolhas e semi-caranegens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram o visual da moto. è bem parecido ou se assemelha ao estilo street.
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Motos off-road

As motos off-road possuem diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, raids e trail. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra e as rodas são maiores para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.
O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cilindradas ou mais.
Outra variação desta categoria são as Motocross. Motos vendidas sem acessórios obrigatórios para a utilização em vias urbanas, como lanternas, espelhos e piscas.
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Motos Supermotard ou Motard
A supermotard é uma moto trail com ciclística esportiva, rodas/aros mais largos de 17/18 polegadas e pneus esportivos. Ganham maleabilidade incrivel e estabilidade.
Fonte: http://www.motoesporte.com.br/site/dicas/tipos-de-moto

Forte abraço e boas estradas!!!!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

#Miscelânea: Motos famosas do cinema.

Nesse post gostaríamos de destacar algumas motos incríveis que marcaram sua época e alguns clássicos do cinema.

Harley Chopper do Motoqueiro fantasma





Motoqueiro Fantasma foi Johnny Blaze, que trabalhava num show de motociclismo de um circo antes de fazer um acordo com o demônio Mefistofelis (que ele pensava ser Satã), com o intuito de salvar seu mentor e pai adotivo, transformando-se assim no Motoqueiro Fantasma. Mais o interessante aqui é a moto Só sei que é uma Harley Chopperusada no filme ,e por sinal é muito louca e sinistra confira as imagens.


O selvagem' (1950)
Moto: Harley-Davidson Hydra Glide
Ator: Marlon Brandon



A moto com suspensão hidráulica fez sucesso no filme que marcou a imagem de Marlon Brandon como um 'bad boy' do cinema. O modelo Hydra Glide reforçou a marca Harley-Davidson nos anos 50.

'A grande escapada' (1963)
Moto: Triumph T6
Ator: Steve McQueen


A bordo da Triumph T6, o ator Steve McQueen protagonizou a famosa cena em que tenta pular a fronteira da Alemanha com a Suíça durante a Segunda Guerra e acaba enrolado com a moto e a cerca de arame farpado.


'Sem Destino' ('Easy Rider') (1969)
Motos: Harley-Davidson FLH e Hydra Glide
Atores: Dennis Hopper e Peter Fonda


O mais famoso 'road movie' do cinema mostra a dupla Dennis Hopper e Peter Fonda cruzando os Estados Unidos a bordo de suas Harleys. A moto usada por Peter Fonda, uma Harley-Davidson FLH decorada com a bandeira dos EUA, virou um ícone.

'Purple Rain' (1980)
Moto: Honda 400
Ator: Prince


O filme é fraco, as músicas de Prince em 'Purple Rain' já saíram de moda, mas a moto Honda 400 da cor púrpura usada pelo ator-cantor valeu o ingresso.

'Tron' (1982)
Moto:
 Lyght Cicles (Animação)
Ator: Jeff Bridges
O filme de ficção científica produzido pela Disney marcou época por causa dos efeitos especiais criados em computador. A cena do pega entre as motos Lyght Cycles é antológica. Para quem não viu o filme nos anos 80, 'Tron' terá uma nova versão em 2010, com motos digitais ainda mais invocadas.

'007- Nunca mais outra vez' (1983)
Moto: Yamaha XJ650 Turbo Seca "Spybike"
Ator: Sean Connery



Com Sean Connery como o agente secreto, James Bond fez acrobacias pilotando uma Yamaha XJ650 Turbo Seca "Spybike" no filme "Nunca mais outra vez".


'Top Gun - Ases indomáveis' (1986)
Moto: Kawasaki Ninja 900
Ator: Tom Cruise


Além das acrobacias com os caças da Força Aérea Americana, Tom Cruise, no papel do piloto Maverick, também brilhou na telona pilotando a moto japonesa Kawasaki Ninja 900.


'Akira' (1988)
Moto: animação


O desenho animado japonês Akira traz a moto futurista vermelha do herói no poster do filme que narra uma suposta guerra no ano de 2019. A motocicleta virou mania entre os fãs do desenho e ganhou réplicas em tamanho real no Japão.


'Exterminador do Futuro 2' (1991)
Moto: Harley-Davidson "Fat Boy"
Ator: Arnold Schwarzenegger





Arnold Schwarzenegger, atual governados do Estado da Califórnia, popularizou a click aqui para saber mais Harley-Davidson "Fat Boy" no filme "Exterminador do Futuro 2", no início dos anos 90.


'Pulp Fiction' (1994)
Moto: Harley-Davidson FXR Super
Ator: Bruce Willis


"Whose motorcycle is this?" (De quem é essa moto?)

"Its a chopper, baby." (É uma chopper, baby"

"Whose chopper is this?" (De quem é essa chopper?)

"Is Zed's." (É do Zed)

"Who's Zed?" (Quem é Zed?)

"Zed is dead, baby. Zed is dead." (Zed está morto, baby.)

O diálogo entre Maria de Medeiros e Bruce Willis em "Pulp Fiction" é um clássico. A Harley-Davidson FXR Super acabou virando a "moto do Zed". Quem é Zed? Zed is dead, baby.


'Missão impossível 2' (2000)
Motos: Triumph Daytona 955i /Triumph Speed Triple 955i
Atores: Tom Cruise e Dougray Scott


No fime dirigido por John Woo, os personagens de Tom Cruise e Dougray Scott travam uma batalha espetacular a bordo de duas supermotos da Triumph.

'Tomb Rider - A Origem da Vida' (2003)
Moto: Yamaha TRX 850
Atriz: Angelina Jolie

A musa Angelina Jolie como a heroína Lara Croft pilotando uma Yamaha TRX 850 é um dos pontos altos do filme "Tomb Rider - A Origem da Vida", o segundo da série. Mais sexy, impossível.

'Matrix Reloaded' (2003)
Moto: Ducati 998
Atriz : Carrie-Anne Moss



A moto italiana Ducatí 998 é usada pela personagem Trinity em 'Matrix Reloaded' em uma incrível cena de perseguição. A moto tem motor de 139 cavalos, e é capaz de atingir 280 km/h.

'Diários de motocicleta' (2004)
Moto: Norton 500
Atores: Gael Garcia Bernal e Rodrigo de la Serna


A intrépida moto Norton 500 percorreu as estradas da América do Sul no filme que remonta a viagem de Che Guevara e seu amigo Alberto Granado, partindo da Argentina rumo ao Peru, em uma epopéia que marcou o início da criação do mito Che.



Batman - O cavaleiro das trevas' (2007)
Moto: Batpod (protótipo inspirado na Dodge Tomahawk)
Ator: Christian Bale



Além do Batmóvel, o último filme do Batman apresentou a moto(click aqui para saber mais ) Batpod,que foi construída tendo como inspiração a Dodge Tomahawk, uma monstruosa moto-conceito com rodas duplas na frente e atrás, equipada com o motor V10 do Viper de 8,3 litros e 500 cavalos
Y2K Turbine Superbike Filme "Fúria em duas rodas"

Alimentado por um Rolls-Royce Allison, modelo 250 motor de turbina, produzindo 238 kW (320 cv), a moto tem uma velocidade registada topo de 227 mph (370 km / h), com um preço de E.U. $ 150.000 (E.U. $ 185.000 em 2004 ).


Fonte:batalhax.com.br/2012/01/motos-famosas-do-cinema.html


Forte abraço e boas estradas!


#Miscelânea: Norton 500 (1939) e Ernesto Che Guevara.


Mesmo para aqueles que não andam sobre duas rodas, as motocicletas costumam despertar certo fascínio. Principalmente quando são “estrelas” de filmes — os de ação são os melhores exemplos.
Em “Diários de Motocicleta” (2004), do diretor brasileiro Walter Salles, a moto é um dos personagens principais da história. No filme, os jovens Ernesto Che Guevara – mítico guerrilheiro argentino que se notabilizou durante a Revolução Cubana, na década de 50 – e Alberto Granado partem para uma viagem pela América do Sul em cima de uma motocicleta.
Nessa viagem, os aventureiros usam uma Norton 500, fabricada em 1939 e apelidada de “La Poderosa”. A moto leva a dupla por todos os contrastes políticos, geográficos e sociais do continente, quebrando após oito meses de viagem. Os dois, então, terminam a peregrinação entre caminhadas e caronas.
Embora imortalizada por Che Guevara, a Norton é uma fabricante de motocicletas pouco conhecida entre quem não é fã de motos clássicas. A história da marca, criada pelo britânico James Landsworne Norton, é marcada por mudanças constantes entre alguns momentos de glória e outros de crise, que levaram à interrupção da produção em 1995.
Nascido em 1869, James Norton aprendeu o ofício de torneiro em uma joalheria da Inglaterra. Em 1898, fundou a Norton Manufacturing Co., especializada na produção de correias e outros itens para bicicletas. A primeira motocicleta Norton foi construída em 1902 e não passava de uma bicicleta adaptada com um motor. Novos modelos foram construídos, e 11 anos mais tarde veio a primeira crise financeira. Seu principal credor, R.T. Shelley & Co., intercedeu e salvou a companhia, transformando-a em Norton Motors Ltd.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a empresa fechou contrato com o governo britânico, passando a oferecer peças para o exército. Ao mesmo tempo, a Norton mudou-se para o condado de Surrey, onde havia sido construída a pista de Brooklands, que serviria de testes para a marca.
Ao final de 1918, a Norton era uma das principais marcas de motocicletas famosa por motores de cilindro único e válvula lateral. Na mesma época, passou a participar de corridas. Ganhou diversas competições e estabeleceu novos recordes de velocidade para a época. O momento de glórias foi interrompido apenas em 1937, para o fornecimento de motos para o exército na Segunda Guerra, período em que a produção de modelos de competição foi suspensa.
Com o fim da Guerra, a marca se voltou para o crescente mercado americano, resolvendo entrar para as famosas competições de Daytona. Os motores haviam passado por uma visível evolução, com válvulas transferidas para a parte superior e cilindros duplos verticais. A máquina, de 500 cilindradas (como a usada por Che Guevara), colecionou diversos títulos, até que essa categoria de motor foi banida das competições.
Em 1953, a empresa se deparou com uma nova crise, gerada pelo desinteresse do público por motores considerados obsoletos e pela falta de capacidade de produção para atender a crescente demanda por motocicletas. No mesmo ano, a empresa foi assumida pela Associated Motorcycles Ltd., que foi à falência uma década mais tarde.
Nos anos seguintes, a empresa passou por diferentes administrações, sofrendo modificações drásticas na produção e conquistando raros títulos e recordes. Resistiu até a década de 90, sempre aos tropeços, e ficou conhecida como “A Inalcançável” não apenas pela história de recordes, mas por sobreviver tanto tempo apesar de todas as dificuldades, sendo a única marca britânica de motocicletas a produzir por longos períodos.
Anos após o fechamento das fábricas da Norton, os direitos da marca foram adquiridos pelo jovem britânico Stuart Garner. Fã de motocicletas, o novo proprietário ressuscitou a tradicional empresa em 2010, com o lançamento da Norton Commando. A promessa era de que o modelo chegaria ao Brasil naquele mesmo ano, o que infelizmente não aconteceu.
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Fonte: blogrlmotostore.com.br


Boas estradas e até a próxima!