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quarta-feira, 15 de maio de 2013

#Dicas: Idade mínima para andar de carona em motocicleta.


PARA ORTOPEDISTAS, 16 ANOS É IDADE MÍNIMA PARA CARONA EM MOTOCICLETA.

O representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT na câmara temática sobre “Transporte de Crianças em Motocicleta” defendeu a proibição de carona para crianças com menos de 16 anos. A tese, que foi vencedora na reunião promovida pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo será encaminhada ao Congresso Nacional, onde está sendo discutido o projeto de lei 6.401/99, do ex-deputado professor Victorio Galli.
O então parlamentar quer mudar a legislação atual, que proíbe o transporte de menores de 7 anos de idade em motocicletas, motonetas e ciclomotores, elevando a idade para 11 anos, tese que não é aceita pelos ortopedistas.
Durante a reunião da ‘Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito’ o representante da SBOT, ortopedista pediátrico Miguel Akkari, justificou que não há argumentos técnicos para defender a liberação aos 11 anos, pois do ponto de vista médico “não há diferenças anatômicas importantes entre a criança de 7 e de 11 anos, ao contrário do que ocorre quando a idade é de 16 anos, na qual a estrutura esquelética já é bem próxima daquela do adulto”.
Para Akkari, não há sentido em liberar uma criança de 11 anos para ser carona no veículo que mais se envolve em acidentes no Brasil, no momento em que as autoridades de trânsito procuram, em trabalho conjunto com as sociedades médicas, encontrar formas de minorar o número de mortes em acidentes com motocicletas, aumentando o nível de segurança de veículos em duas rodas.
O aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas é tão grande, no Brasil, que preocupa a Organização Mundial da Saúde, cuja representante, Mercedes Maldonado, recentemente lembrou que com uma frota mais reduzida que a de automóveis, as motos já representam 16% dos acidentes no País. Outro problema é a gravidade desses acidentes que, segundo depoimento de Mauro Ribeiro, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, fez com que em algumas localidades o índice de mortes em acidentes com motos passe a representar mais de 50% dos óbitos.

Texto: DOC Press Luchetti. 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

#Pedágio: é isso que penso.


Pessoalmente, acredito que uma cancela específica para motos seria essencial:

Em primeiro lugar, porque - teoricamente - seria mais limpa.
Nota-se que nas passagens  pelos pedágios o asfalto é muito sujo de óleo (que vaza dos caminhões e/ou carros de passeio) tornando a frenagem e o apoio dos pés do motociclista na hora de parar, um ´sabão´. Já vi derrapagens e motos caindo por causa deste problema. As concessionárias poderiam - no mínimo - lavarem, manterem limpas as passagens pelos caixas.

Além do óleo, se acumula areia nos cantos da passagem.
Acontece que para os carros as rodas ficam mais no meio da pista, portanto não há maiores problemas. Mas, as motos têm que encostar mais próximas ao ´meio-fio´ para poderem alcançar o dinheiro ao caixa sem incliná-las muito.

É aí que mora o perigo.
Pneu ou pé na areia também atraem escorregões.

Sem contar a hora de arrancar com a moto tracionando em cima do ´areão´.

Outro detalhe, são os apressadinhos que colam seus carros na moto para dar sinal de que estão com pressa. Quando não businam.

Temos que - na melhor das hipóteses - parar a moto, manter o equilíbrio, abrir o bolso (com luvas), pegar o dinheiro (com luvas), estender o braço pra dentro do caixa (mantendo o equilíbrio da moto), pegar o troco, guardar o troco no bolso, mesmo que nos esforcemos muito seremos mais lentos que um motorista. Mas, não há esta compreensão, portanto há a impaciência.

O ideal mesmo é como acontece em alguns pedágios do RS, Chile e da Argentina onde as motos, além de não pagarem, têm uma passagem exclusiva ao lado do pátio do pedágio.

É isso que penso.

Lobo-Confraria dos Lobos

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

# Festividades: FELIZ 2012!

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA.Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais..., mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. As vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE.Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes.Desejo para todo mundo esse olhar especial.O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"

Carlos Drummond de Andrade

Desejamos a todos que 2012 venha repleto de realizações, saúde, paz, harmonia e amor!!! Vamos fazer este ano valer a pena, sem medo ou vergonha de olhar para trás!!

Muita poeira, muita curva e muita estrada para todos nós!!!

Forte abraço!
Edna e Lobo

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

#Notícias: Indignação e desabafo de uma esposa de motociclista

À todos os motociclistas, moto clubes e moto grupos...

Estão ai três palavras que passei a admirar, a me apaixonar e a acreditar que, por mais estressante que a dura realidade do dia-a-dia pode proporcionar, tão bem aventurado torna-se o prazer de estar sob tão potente máquina de liberdade e admiração.

Forte, poderoso, duro e prazeroso. Sentimento de um motociclista, que com olhar brilhante e envolvido por tão admirável cena, escuta as galopadas de um bruto cavalo aprisionado em um pequeno grande corpo de metal á tremer em suas pernas.
Mas me diga (se assim espero com poucas palavras envolver á todos que aqui lêem e a passar um pouco do quão é grande o valor e o que sela uma moto e um motociclista), porque uma sociedade que respeita e enche a boca ao gritar por valores e por tantas coisas, não respeita e não enxerga, não aceita que motociclista, que amor a moto, que o símbolo pregado em um colete indicando tão profundo respeito à vida, pode ser por um segundo agredido, levado e impotentemente tirado e nada mudado.
Afirmo novamente: Motociclista, antes de tudo separe esta palavra de qualquer “ser” que seja visto pelas ruas a carregar mercadorias, a costurar trânsitos, a causar acidentes imprudentemente, a empinar motos, a desrespeitar sinalizações......entre muitos e muitos, que fama trazem á quem apenas sobe na moto por prazer e por paixão a curtir o que o mundo oferece...viajando, passeando e apreciando.

Mas por um momento, por um segundo, todo esse conforto, essa realização, esse êxtase pode ser arrancado, retirado, covardemente desrespeitado, mesmo que sinalizado por um colete, por um símbolo avistado enormemente em você e em sua máquina. E o que fazem: aponta uma arma, um pequeno poder feito das mãos de um homem que te deixa impossibilitado de reagir e ver que sua luta, seu suor, seu trabalho, sua rebolada em apertar as contas, em cortar os gastos, em privar outros sonhos é levado por essa marginalidade, culpa de um governo pichado em letras grandes “SAFADOS” que decidem ter a atitude vergonhosa de não fazerem nada, nada, nada por cidadãos brasileiros, que sustentam essa porcaria de país, que pagam impostos, que trabalham horas por dia, que colocam no bolso o valor das necessidades, não devendo e nem sobrando, como chamo agora” somos intermediários do sustento da porcaria em que vivemos”.

E agora, a quem ou o que recorrer, porque nesse país ajudamos aquele que está pedindo em um sinal, aquelas campanhas como doem para fulano, ajudem ciclano, uma criança ainda tem esperança.....pois é...até te tirarem de forma brutal algo seu, e você só sabe o que é isso quando acontece, muitas vezes, na base da ameaça, do trauma, da dor e da morte.

Agora me diz, nesse país, o pobre precisa de ajuda, o marginalizado, o drogado, o favelado, o mendigo na rua, e ai vem, a esposa do traficante que fez duzentos filhos e colocou no mundo, o homem que nem precisa trabalhar porque com tanta bolsa educação, bolsa gás, bolsa família nem precisa (poderíamos juntar todas em uma bolsa só “Bolsa Brasil - Use e Abuse”). O presidiário que o governo paga muito melhor do que qualquer frentista, balconista, garçom e como muitas outras profissões exploradas e assalariadas, ao qual no mês vem aquele maravilhoso desconto em seu holerite para manter essa sociedade carente de um chute na bunda e um tapa na cara para parar de sustentar malandro e bandido.

Agora me digam, recorrer a quem? A essas pessoas que ganham para viver, que trabalham, se sustentam e sustentam o governo ao invés de ficar pedindo, “intermediários” do sustento do país. Posso fazer uma campanha, passar o número da minha conta-corrente, ajudei tanto e hoje sou eu quem preciso, posso criar uma associação de motociclistas: “vamos doar R$10,00 para ajudar por mês um motociclista roubado, lesado....que não faz mal a ninguém, que não rouba, que não da prejuízo”. Posso ir ao programa do Jô Soares contar minha história, minha revolta ao invés de ver um Brasil preocupado com uma dupla de sertanejos que está se afogando no dinheiro ou o Criança Esperança....”tenho dois cachorrinhos para criar” (adotados por amor e vira-latas, para serem dois a menos na rua)....porque filho....não consigo...estou sustentando o país ao invés de me sustentar.

Pior, podemos assistir em rede nacional filhinhos de papai, “boyzinhos” se acharem no direito de sustentar traficantes e viciados dentro de uma universidade modelo de educação no país, que reivindicam sim o livre comércio de drogas, a insegurança de circular por noites escuras dentro do enorme campus universitário, pois afinal...a policia não está ali. Ótimo, e morre quem não tem culpa, e a arma vem apontada para o cidadão direito, honesto e impotente de reação.

Onde está “o CARA” dos Direitos Humanos, que acha que o certo é estufar o peito e abrir a boca para dizer que bandido também tem direito. Quero ver esse cidadão dizendo os direitos de uma pessoa que apontou a arma para seu filho e matou ele. Ou quando esse cidadão por legitima defesa atira em quem ia lhe matar por uma pequena besteira. E ainda corremos o risco de sermos presos por nos defendermos....fato que deveria ser direito nosso, isso sim. Defesa, justiça e segurança.

E depois ainda falam, porque não pagou o seguro....porque.... já pago as várias merdas de impostos para o governo. Porque pago aluguel, educação, alimentação, carro, telefone, água, luz, internet e moto....minha moto, com seguro obrigatório (leigos de informação vão ver quanto custa isso para a moto), IPVA, etc. Porque não sou aproveitadora desse Brasil que beneficia quem nada oferece a ele e não olha para nós “Intermediários” da exploração.

Sim, fui roubada. Sinto muito por todos que também foram, por aqueles que perdem mais que o bem material, principalmente a vida, afetando assim outras vidas. Não me conformo com a dura realidade e hoje falo por todos os MOTOCICLISTAS , muitos que conheço ou não, que apenas possuem o vício da estrada, o vicio da admirada máquina em sua garagem e o amor pela moto, pelo moto clube, pelo motociclismo e pela vida.

Aqui estou na dura esperança de que algo ou alguém de boa fé irá acionar a luz da minha alegria novamente. De poder novamente montar no meu cavalo de metal. E em poucas palavras poder de alguma forma confortar á tantos impotentes de justiça que vivem nesse país chamado Brasil.

Dedico ao meu marido e á todos os motociclistas.




“A moto do meu marido foi roubada na noite do dia 01/11/2011 em Piracicaba-SP”. Uma falcon NX 400 Azul/Prata Tribal, com baú Givi de 45 litros e bolha Universal Givi. Por Favor motociclistas, divulguem! Agora recorro a vocês. Qualquer informação denunciem a Policia e envie um e-mail para murilo.montanari@gmail.com

Fonte: Divulgação RockRiders.com.br - Texto escrito pela esposa do motociclista Murilo Montanari murilo.montanari@gmail.com

Se você também concorda, compartilhe!!!

terça-feira, 19 de julho de 2011

#Miscelânea: A Confraria dos Lobos também diz Sim à motocicleta!

Fazendo uma varredura pela internet, encontramos esta matéria, gostamos e estamos compartilnado com você motonauta de plantão!

Eu digo Sim à motocicleta

Apesar de sua importância social e econômica, atualmente, a moto e seu mundo são vistos negativamente pela sociedade, e seus problemas específicos não são levados em conta.
A moto é uma solução, não um problema.
SIM –  A moto é uma ótima alternativa, além de ser viável e transmitir liberdade de ir-e-vir, sem depender de ninguém.
SIM – Diante dos problemas causados por outros meios de transporte e da falta de um transporte coletivo coerente, a moto oferece um transporte livre, individual e sustentável.
SIM – Os motociclistas favorecem a circulação, deixam mais espaços para os demais veículos e facilitam projetos favoráveis à criação de espaços de melhor convivência.
SIM – A motocicleta merece ser potencializada e aceita como uma ótima solução ao tráfego urbano e para o lazer. A nossa campanha enfocará a segurança e as melhorias para todos os motociclistas. Essas são algumas das medidas que nós pleitearemos junto aos órgãos responsáveis: estudo para a liberação da faixa de ônibus ao uso das motos e a
ampliação das faixas exclusivas; criação de mais estacionamentos específicos; não à proibição indiscriminada de estacionar em calçadas, pois existem espaços onde seria totalmente viável; incentivo ao uso e à diminuição dos custos dos equipamentos de segurança como: jaquetas, calças, botas e luvas apropriadas; diminuição dos impostos sobre a motocicleta devido à sua prestação social; preço do seguro mais justo; planos de financiamento mais amplos; equivalência da Carteira de Habilitação B-A1 como ocorre na Europa.
A motocicleta e o tráfego
A moto merece respeito e atenção de todos. Os carros são maioria no trânsito, mas, assim como caminhões, ônibus, vans etc., as motocicletas merecem uma atenção específica às suas características e necessidades junto ao trânsito, ao pavimento e à sinalização. Essa atenção prioriza a segurança e contempla o desenvolvimento de suas capacidades e vantagens ao máximo. Por isso, deve-se projetar ruas e estradas pensando nela, como guard-rails com proteção inferior, sinalização horizontal antideslizante, sinalização vertical apropriada e conservação do pavimento ou asfalto.
A moto como um elemento de lazer
A moto é positiva. Além de ser útil e um imprescindível meio de transporte, a motocicleta oferece importantes valores quanto à liberdade e à satisfação em seu uso. Transmite uma sensação de bem-estar aos seus usuários e acompanhantes. Por isso, o uso da moto deve ser uma atividade segura e prazerosa.
A moto na sociedade
O motociclista é um cidadão. Desconsiderando a marginalidade provocada por alguns, estamos orgulhosos por andar de moto e fazer parte da sociedade. Por isso, reinvidicamos seu uso, tanto prático como de lazer. Não devemos ficar na defensiva. Somos mais de 9 milhões em todo o Brasil, o suficiente para chamar a atenção dos políticos e da sociedade em geral. A forma de pleitear e defender nossos direitos será parte essencial da mensagem positiva da moto, o que descarta qualquer tipo de resposta agressiva aos demais cidadãos.

Por: Rafael Miotto
http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=58






Nós, da Confraria dos Lobos, também Dizemos SIM à Motocicleta e ao Motociclismo, desde que seu uso seja de maneira consciente!

Forte abraço!
Boas estradas!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

#Miscelânea: Paciência, onde vende?

Nos dia de hoje paciência é um artigo raro, ninguém mais tem paciência para nada, no trânsito então isto é evidente e está ficando insuportável. O número de acidentes aumentam a cada dia, bem como o número de vítimas fatais. Será pela falta de paciência em esperar um pouquinho para ultrapassar, ceder a vez, não correr...?
 Ninguém melhor que o grande Arnaldo Jabor para nos falar deste produto em extinção: a PACIÊNCIA!!!


PACIÊNCIA     (Arnaldo Jabor)
Ah!  Se  vendessem  paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas trabalhadoras do cais"...
E o bem comportado executivo?
O  "cavalheiro"  se  transforma  numa  "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os  filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento,
o  jeito  do  chefe  é  demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido  uma  "mala  sem  alça".  Aquela  velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro  dia,  vi um jovem reclamando que o banco dele, pela internet, estava demorando  a  dar  o  saldo,  eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi  uma  moça  abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres  de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A  paciência  está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte  para  alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Aonde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê? Por quem?
Seu coração vai aguentar?
Se  você  morrer  hoje  de  infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O  mundo  está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia
vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

LEMBRE-SE:
NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL.
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA.



Tá estressado?! Pegue sua moto, sua Garupa e vá PASSEAR!

Então pessoal, muita, mas muiiiiiiiita paciência!!!!!
Forte Abraço a todos!!!






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quinta-feira, 19 de maio de 2011

# Miscelânia: relatodoleitor - Emoção e Ciclomotor

A minha experiência...
   Para falar a verdade não posso dizer que me lembro exatamente da minha "primeira vez". Porque andava com meu irmão que era muito louco.

   Aos 16 anos ele tinha passado de uma bicicleta com motor pra moto, na época eu  adorava "voar". Isso mesmo, voar era a palavra certa!!!

   Ele me colocava na garupa e ia "dar umas bandas" com a maior velocidade que podia, as curvas eram tão deitadas que ficava com medo do meu joelho encostar no chão.

   Resultado, me levava pra Praça XV e resolvia sair em grande estilo 
empinando a moto depois de subir e descer as escadarias da Catedral.

  Eu claro, gritava e cravava as unhas nele..

Leia o restante deste relato da nossa amiga Carla Rodrigues no nosso site: http://www.confrariadoslobos.com.br/page63.php





Confraria dos lobos
Edna - a Garupa.