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quarta-feira, 30 de abril de 2014

# Segurança: MULHERES X ESTILO SOBRE RODAS.

Mulheres e motos, descubra o seu estilo sobre duas rodas.

  Hoje em dia é muito comum ver mulheres andando de Moto pelas ruas. Isso é muito bom, sinal de que as Motos estão se popularizando cada vez mais como meio de transporte e de diversão. 
  
  Antigamente, a figura da mulher que andava de moto era meio masculinizada, algumas vezes até demais, faltavam roupas adequadas ao corpo feminino. Além disso, as motos eram complicadas, pesadas, altas e a partida? No pedal.  
   Estes eram alguns dos fatores que nos "impediam" de dominar esta máquina.

   Agora os tempos são outros. Os fabricantes enxergaram o crescente, e valioso, ´nicho´ de mercado. Por isso, tanto as motos quanto os equipamentos e acessórios ganharam itens mais femininos, atualmente as mulheres podem andar em suas máquinas com facilidade e estilo.

  Aliás, hoje as mulheres querem ter seu próprio estilo e o mercado nos oferece inúmeros produtos para tal. Não precisamos mais andar naquelas roupas "quadradas" e usar "cuturnos" para termos segurança ao pilotar ou andar na garupa. 

  Segurança é algo que não pode ser esquecido na hora de escolher nossos equipamentos. Além da estética, precisamos de produtos confortáveis e de qualidade.
Portanto, esqueçam calçados do tipo rasteirinha, scarpim, sapatilha, chinelos, seja para andar na garupa ou pilotar sua máquina. Calçado tem que ser fechado e de preferência no mínimo até a altura do seu tornozelo. Abaixo listamos outras vestimentas adequadas e indispensáveis a sua segurança.



Seja qual for o seu estilo, nunca saia sem os itens básicos de segurança: 

1. Capacete: 
  Veja se o seu capacete, além de ser bonito, é o seu tamanho ideal, é resistente, confortável, leve e silencioso. Os capacetes de modelo todo fechado, são os mais seguros. Evite modelos estilo "coquinho", eles não oferecem praticamente nenhuma proteção. Isto fará toda a diferença em viagens de longa distância.

2. Jaqueta: 
  A jaqueta é o segundo item mais importante dos equipamentos de proteção, ficando atrás apenas do capacete, além de proteger na hora do acidente, também deve proteger das chuvas que simplesmente aparecem do nada. Opte por jaquetas com forros removíveis, tanto para o frio como para chuva.

  Escolha o seu modelo ideal e lembre-se também de verificar as proteções necessárias que ela deve ter: ombros, costas, cotovelos. 

  Outro fator importante são os acabamentos, pode parecer bobagem, mas seu uso tanto no dia-a-dia como em viagens deve ser confortável. Nada de golas sem acabamento que ficam "pegando" no seu pescoço, ou mangas largas sem opções de fechamento, nada pior que um indesejado vento entrando pelo seu braço ou uma manga que impossibilite a colocação correta das luvas. 

  Outro fator que considero importante é o comprimento da jaqueta, o ideal é que ela fique, no mínimo, um palmo abaixo da cintura da calça. Acredite, em dias frios ou de chuva, isto fará muita diferença. Existem vários modelos de ´parcas´ no mercado que além de bonitas e femininas, nos deixam mais confortáveis.

3. Calça:
  A dica é comprar modelos femininos, elas tem a cintura mais alta e ajustável ao seu corpo. Existem modelos com elásticos laterais que proporcionam maior conforto e ajuste ao seu corpo. O material fica a sua escolha, seja couro ou cordura. Evite apenas a calça jeans.

  Não esqueça novamente de verificar as proteções, joelho e laterias um pouco abaixo da cintura. Opte também pelos forros removíveis, são bem mais práticos. Se possível compre a jaqueta e a calça do mesmo fabricante, isto garante que você consiga acoplar a jaqueta na sua calça, proporcionando maior conforto e proteção.

4. Luvas:
  Opte por modelos com proteções e  impermeáveis, elas te darão maior conforto ao pegar chuva e manterão suas mãos aquecidas e secas.

5. Botas:
 Assim como as luvas o ideal é que elas sejam impermeáveis, caso não seja possível, uma galocha também resolverá seu problema em dias de chuva. Escolha modelos adequados e feitos para andar de moto, eles te oferecerão maior segurança.

 Outra dica é comprar um número (tamanho) que permita a você utilizar uma meia mais grossa em dias mais frios, sem tirar o seu conforto.

  Pronto. Depois de estar com os equipamentos devidamente escolhidos, utilize seus acessórios, com aquele toque feminino, para curtir seus passeios com segurança e estilo esteja você pilotando ou garupando.

Então, boas estradas garotas!

Abraços!
Edna-Mey


#Relato: SEGURANÇA! MENINAS!

Hoje ao sair com minha super potente Honda Lead, encontrei no caminho uma menina com uma Honda Biz cor-de-rosa. Para muitos, a guria parecia ter saído de um desenho animado. (...) Mas como gosto não se discute, o figurino dela era rosa mas não poderia atrapalhar ou causar algum dano a ela, causou a mim que fiquei irritada e por alguns segundos esqueci do transito (...) 

   Deixando o meu gosto pessoal de lado, o que quero falar nesse post é o que não usar enquanto andamos de moto, seja pilotando ou na garupa. No caso dessa moça o que ela não deveria estar usando é justamente o capacete `peruzinho´ e o ´tamanquinho´ de salto alto, esse estilo de capacete não protege o rosto, deixa exposto todo o maxilar da piloto, e caso ela caia, o seu lindo rostinho provavelmente iria precisar de algumas plásticas.

   Falando em tombo, o motivo do tombo poderia ser o tamanco. Além de ser de salto alto, era aberto, deixando os dedos expostos. Ao parar no sinal, ou em alguma subida, ela poderia tombar a moto e não agüentar o peso, e como o apoio está relativamente solto pode torcer o pé e levar um tombo ou ainda tombar em cima de algum carro, causando danos materiais a outra pessoa que não tem nada haver com o seu figurino. Em caso de queda, os seus dedos iriam pro espaço, ficariam ralados e em casos extremos até seriam amputados.

   Agora imaginem um lindo tamanqinho de salto alto ROSA sem o seu dedão. Acho que a aparência não ficaria tão agradável, não é mesmo? Então gurias: se vocês querem usar salto ao andar de moto, que seja uma bota fechada, que segura o tornozelo fazendo com que o pé fique mais firme. Eu não uso salto pra andar de moto, prefiro um sapato fechado ou um bom tênis, mas se for necessário eu uso. A questão é que para andar de moto nós mulheres não precisamos andar como caminhoneiras, mas também não é legal priorizar a aparência e deixar de lado o mais importante, que é a segurança

   Um outro ponto importante, mas que tenho certeza que a maioria das pessoas não lembra é do chiclete. Pode até ser inocente no dia a dia, porém na hora de pilotar ele deve ser jogado fora, pois em caso de acidente, se você estiver com um chiclete ou mesmo uma bala na boca, pode ser um agravante a mais para o seu tombo, o que já seria ruim pode piorar. O chiclete pode ocasionar uma asfixia, e até que os paramédicos cheguem e descobram que tu está com um chiclete obstruindo sua garganta, pode ser tarde. Então nada de balas ou chicletes na moto!

   Então gurias: Nada de capacete aberto ou semi-aberto, tamancos com salto alto ou chinelinhos, e balas ou chicletes! Se vocês quiserem diminuir a quantidade de acessórios cor-de-rosa, eu agradeço, mas esse último item não é tão importante.

   Mais uma vez, gostaria de ressaltar a importância do uso de equipamentos de segurança adequados para pilotar ou andar na garupa de uma moto. Seja qual for a sua cor predileta ou seu estilo, não deixe de usar.

   Gostaria de acrescentar também nos itens a não serem utilizados por mulheres ao andar de moto, bolsas penduradas no braço, não dá certo, ela levanta com o vento e pode causar seu desiquilíbrio, sem falar que não é nada confortável.  

Fonte:  Luana - motosblog.com.br/2941/o-que-as-mulheres-nao-devem-usar-no-transito.

Gostou? Então que tal compartilhar essa dica?

Forte abraço!
Boas estradas!




Até a Próxima!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

#Dicas: Como escolher os melhores pneus para a sua moto.

Os pneus são um dos acessórios mais importantes na caracterização de uma moto. Eles são os responsáveis principais pelo contacto da moto com o solo. Dessa forma, saiba o que é necessário para escolher corretamente os melhores pneus para a sua moto, só assim conseguirá ter uma maior segurança na estrada e uma maior eficácia na sua condução. Para a escolha dos melhores pneus para a moto deve considerar os aspetos seguintes:
O tipo de condução
Para escolher os melhores pneus para a sua moto deve verificar qual o tipo de condução praticado: se é uma daquelas pessoas que gosta mais de viagens aventura ou de acelerar, pode optar por uns pneus mais rígidos; se prefere curvar e precisa que a moto obedeça imediatamente aos seus comandos, os pneus macios são os mais adequados e os mais eficazes.
O tipo de moto
A escolha dos melhores pneus para a sua moto está intimamente relacionada com a moto que possui. Existem vários tipos de motos, assim como vários tipos de pneus. Cada pneu foi testado e desenhado para um tipo de moto em particular. Por exemplo, se tem uma moto todo o terreno, os pneus todo o terreno são os mais apropriados para serem utilizados nessa mesma moto, pois são os que garantem os melhores resultados e uma melhor performance da moto. Em todo o caso, se tiver algum tipo de dúvida, pode esclarecê-la no manual do fabricante, que indica ao motociclista o pneu apropriado para a moto que tem em mãos.
A superfície onde vai conduzir
Um dos aspetos mais importantes que o motociclista deve considerar é a superfície onde vai conduzir. Assim como uma moto que é desenhada para um determinado tipo de terreno, os pneus também o são, caso contrário o motociclista não retirará o melhor desempenho da sua moto e dos seus pneus.
As especificações técnicas de um pneu
É importante verificar as especificações técnicas de um pneu para saber se estão de acordo com o livrete de condução, com o tipo de moto que possui, com o tipo de terreno e com a forma de utilização. Neste capítulo é importante conhecer e interpretar o que os números que se encontram presentes na lateral de um pneu querem dizer.
A interpretação dos números que se encontram na lateral de um pneu
Na parte lateral do pneu de uma moto estão descritos os códigos principais que ajudam o motociclista a identificar se o pneu que vai adquirir é o ideal para a sua moto. Ao saber interpretar o que as inscrições dos pneus querem dizer, o motociclista está a zelar pelo seu bem-estar e pela segurança da sua moto.
As condições climatéricas
O estado meteorológico é um fator que condiciona a escolha de um pneu para uma moto. Um motociclista deve ter em atenção as características meteorológicas que se fazem sentir na sua cidade ou região. Existem pneus projetados para tempo seco, que garantem o melhor rendimento da moto com bom tempo e outros que foram desenhados para tempo molhado e que garantem uma maior eficácia quando as condições climatéricas são desfavoráveis.
Compare os pneus
Cada fabricante oferece um determinado tipo de pneu que vai de encontro às necessidades mais particulares. Diferentes pneus e diferentes marcas têm características diferentes, existem os que têm as paredes mais duras e um ângulo maior de perfil e os que têm paredes macias com um perfil mais arredondado. Ao encontrar os pneus desejados, compare-os entre os mais diversos fabricantes de forma a encontrar aqueles que vão ao encontro das suas necessidades e lhe permitem poupar algum dinheiro.
Utilize sempre as medidas originais
No caso de estar a substituir os pneus da sua moto, não compre pneus mais largos com o intuito de melhorar o visual da sua moto, pois isso acabará por ser prejudicial não só para a sua moto, mas também para a sua carteira. Os pneus com perfil mais alto ou mais largo do que o que está definido e regulamentado, isto é, fora das especificações originais, desgastam prematuramente a banda de rodagem de um pneu e conduzem à quebra dos seus componentes principais, o que se traduz num mau investimento.
Os tipos de pneus disponíveis
Nem todos os pneus são os mais adequados para uma moto. Existem vários tipos de pneus, desde os de desporto, aos de estrada, até aos de competição. A escolha dos pneus mais adequados para uma moto obedece sempre ao tipo de condução de um motociclista. De uma forma geral, a média de vida de um pneu está na ordem dos 15.000 km. No entanto, alguns fatores como o tipo do desenho, tipo de pista, condições atmosféricas, características da motorizada e estilo de condução podem aumentar ou diminuir a vida útil dos pneus.
Dos pneus existentes para uma moto, destacam-se os modelos seguintes:
Os pneus de competição
Os pneus de competição são conhecidos como os pneus de pista ou pneus “race” e a sua utilização destina-se a uma utilização em circuito. São conhecidos como os pneus lisos, utilizados nas mais diversas competições mundiais. Estes pneus são feitos com borrachas muito macias e funcionam a temperaturas muito elevadas, o que garante ao condutor uma maior adaptação às circunstâncias de uma prova, nomeadamente uma aceleração forte ou uma travagem brusca.
A borracha do pneu de competição oferece diversos graus de maciez, ela pode ser rígida (hard), intermédia (medium) ou macia (soft) e o seu tempo de vida útil é muito curto.
É também de realçar que, dentro dos pneus de competição, existem pneus de chuva e pneus secos que se adaptam às condições climatéricas que afetam uma determinada prova. Assim, todos os motociclistas competem em condições iguais. Os pneus de competição geralmente não são homologados para uma utilização em estrada. 
Os pneus de desporto
Os pneus de desporto são pneus de borracha macia e destinam-se principalmente para uma utilização desportiva e/ou em circuito. Apresentam poucos desenhos de piso e atingem temperaturas muito elevadas (menos elevadas que os pneus de competição). A vida útil destes pneus é curta e a sua utilização debaixo de chuva deve ser muito cuidadosa, uma vez que não são muito eficazes em piso molhado.
Os pneus de desporto/touring
Estes pneus são pneus de borracha intermédia, isto é, são pneus em que a borracha não é macia, mas também não é rígida. Apresentam um maior número de desenhos na superfície, uma temperatura de funcionamento mais baixa que a que é atingida nos pneus de desporto e proporcionam uma excelente aderência ao piso. Estes são os pneus modelo para dar as suas voltinhas ao fim de semana, pois adaptam-se perfeitamente aos diversos tipos de terrenos.
Os pneus touring
Os pneus touring são conhecidos como os pneus de estrada e destinam-se a todos os motociclistas que, por exemplo, fazem da motorizada o seu meio de transporte habitual. São pneus de borracha rígida, apresentam uma temperatura de baixo funcionamento e o tempo de vida útil é superior ao dos pneus de desporto. Estes pneus são recomendados para todo o tipo de trajetos e os seus desenhos possibilitam um andamento mais seguro em pisos molhados. Por exemplo, se é uma daquelas pessoas que gosta de fazer uma viagem aventura de moto , estes são os pneus ideais para equipar a sua moto.
Os pneus mistos ou trail
Os pneus mistos ou trail são aqueles que são utilizados em motos que tanto circulam em terra como no asfalto. São pneus que apresentam desenhos mais largos na superfície, de forma a ter a máxima tração nos mais diversos terrenos, como na lama ou na areia. Estes pneus têm borrachas rígidas, apresentam uma temperatura de funcionamento baixa e oferecem uma boa aderência a todo o tipo de piso.
Os pneus todo o terreno (TT)
Um pneu todo o terreno (TT) é aquele que tem grandes sulcos na sua superfície e é o ideal para ser utilizado em pistas de terra, ou nas provas de motocross. São pneus de borracha rígida, apresentam uma temperatura de baixo funcionamento e são os ideais para serem utilizados em terrenos secos e em superfícies acidentadas, pois proporcionam uma excelente aderência ao piso. Para todos os amantes do desporto de duas rodas e da competição em geral, os pneus TT são os que mais garantias oferecem.
O tipo de moto em questão é uma das principais condições para a escolha correta dos pneus. Conheça as características da sua moto e saiba escolher os pneus que melhor se adequam a ela, só assim conseguirá obter um bom rendimento da sua moto e da sua performance na estrada. 

Escolheu o pneu certo para a sua moto?
Então simbora pegar uma estrada!



Fonte: http://motoclube.com/artigos

quinta-feira, 23 de maio de 2013

# Dicas: Conduzindo com vento e chuva.


Excelente texto, motivo pelo qual estamos compartilhando aqui no nosso blog:


Dependendo da sua experiência de condução, habilidade, preparação e tolerância ao risco, conduzir uma moto ao vento e à chuva pode ser um desafio divertido ou assustador se não estiver bem prevenido. Saiba como conduzir uma moto ao vento e à chuva e salvaguarde a sua segurança e a dos outros utentes da estrada.
A condução ao vento e à chuva: um processo de aprendizagem
Alguns moto riders evitam conduzir ao vento e à chuva, principalmente andar de moto no inverno em áreas com muita precipitação anual. No entanto, mais cedo ou mais tarde, todos os motociclistas acabam por ter de enfrentar as más condições atmosféricas contra ou a favor da sua vontade.
Quando surgir a necessidade de conduzir ao vento e à chuva, deve pensar que isso faz parte de um processo de aprendizagem único que lhe vai permitir desenvolver novas habilidades e competências como motociclista. Andar de moto ao vento e à chuva é assim um desafio que separa os bons dos maus condutores. Por exemplo, quando os ventos estão fortes e se encontra a chover muito, as corridas de MotoGP não são canceladas, o que significa que a máquina e o homem se conseguem adaptar às exigências do mau tempo.
Quais os acessórios indicados para conduzir uma moto ao vento e à chuva?
Se existem momentos em que a maioria dos riders concorda com a escolha de um capacete que cobre toda a cara, andar à chuva é seguramente um deles. Sem proteção facial, as gotas de água da chuva e os ventos fortes parecem picadas de abelhas quando o motociclista viaja a alguma velocidade.

Por outro lado, ter roupa apropriada também é vital para combater a chuva e as fortes correntes de vento que se fazem sentir ao volante de uma moto. Existe equipamento próprio para andar de moto no inverno, como o fato térmico, a balaclava, as luvas e o calçado com sola de borracha, entre outros acessórios mas, o mais importante é que o motociclista se mantenha sempre quente e confortável para viajar com a máxima segurança.
Tenha em atenção que deverá utilizar uma camisola interior de lã ou de poliéster para ficar mais protegido do frio e da chuva. Assim ficará o mais aconchegado possível e à conta disso cometerá menos erros.
Quando os meses frios se estiverem a aproximar, deverá testar o seu equipamento num dia chuvoso perto de casa, pois ao fazê-lo conseguirá conviver bem com a chuva e com o vento em vez destes estragarem o seu dia e a sua viagem.
Quais os aspetos a ter em conta na condução de uma moto ao vento e à chuva?
Para conduzir uma moto ao vento e à chuva com a máxima segurança, é necessário atentar para os aspetos seguintes:
A tração da moto
A água da chuva faz com que o asfalto fique mais sujo, o que faz com que os pneus da moto percam parte da sua aderência. Depois das primeiras chuvadas, as sujidades e os resíduos de óleo e de combustível acumulados na estrada formam uma camada escorregadia que dificulta a travagem de um veículo de duas rodas.
Uma forma de testar a tração de uma moto passa por prender, de uma forma rápida e cuidadosa, o travão traseiro. Trata-se de um teste que também funciona com o piso seco e é uma forma de ver como o pneu está a “agarrar a estrada”. Deve ser feito apenas numa parte plana da estrada e não em curvas, caso contrário a roda traseira sairá de linha.
No entanto, os moto riders devem ter em atenção que existem determinadas zonas de risco na condução de uma moto ao vento e à chuva como, por exemplo, os pavimentos que foram recentemente pintados, reparados ou alcatroados, algumas superfícies de concreto e estradas com gravilha, areia ou óleo.
Como andar em segurança
Naturalmente, as palavras de ordem para andar de moto em segurança numa estrada molhada são: reduzir a velocidade e ter muito cuidado com as manobras realizadas. Assim, deve manter o corpo relaxado para a moto andar normalmente e usar os travões de uma forma progressiva e não de uma maneira abrupta. Além disso, deve acelerar suavemente e andar numa velocidade acima da recomendada, de modo a evitar derrapagens da roda traseira.
A aquaplanagem acontece menos com um pneu de moto arredondado do que um pneu de automóvel, mas, quanto maior for a velocidade e o tamanho do pneu, maiores serão as possibilidades de derrapar. Os pneus de chuva têm mais furos que os pneus secos de alto desempenho para escoar melhor a água, o que faz com que adiram melhor à estrada.
A visão do motociclista e a visibilidade da moto
Quando as condições climatéricas são desfavoráveis para a prática da condução de uma moto, os motociclistas devem deslocar-se para o centro da faixa de rodagem, de modo a serem vistos por todos os utentes que circulam na estrada.
Tenha em atenção que devido à cortina de água que é provocada pela chuva e pelo embaciamento dos vidros dos carros, os condutores dos automóveis também podem ter muitas dificuldades de visão. Assim sendo, deve manter os máximos da sua moto ligados para ver melhor e para ser visto e identificado por todos.
Os óculos ou lentes amarelas e cor de laranja também podem ajudar a acuidade visual de um motociclista, especialmente na condução durante o dia, pois faz com que o ambiente seja mais claro e não tão soturno. As cores refletivas e de alta visibilidade são também muito importantes, pois, identificam o motociclista e mostram o local que ele ocupa na estrada. É por isso que os capacetes e os fatos térmicos têm muitas cores fluorescentes e brilhantes.
Os ventos e as trovoadas
Existem vários tipos de motos com carenagens muito leves e estas geralmente são mais suscetíveis aos ventos laterais. Dessa forma, é necessário que o motociclista se incline ligeiramente contra o vento para se manter equilibrado. No entanto, deverá estar pronto a compensar essa ligeira inclinação se o vento parar subitamente.
Tenha também em mente que não é aconselhável andar de moto quando está a trovoar, principalmente se estiver na zona de ação dos relâmpagos, uma vez que existe a possibilidade de ser eletrocutado.
A importância da distância de segurança
A condução segura de uma moto implica que os motociclistas mantenham uma distância de segurança dos outros veículos que circulam na estrada. Quando as condições atmosféricas são adversas, a velocidade de andamento deve ser menor e a distância de segurança que separa todos os veículos deve ser maior. No entanto, muitos riders que tendem a seguir muito de perto a traseira de um automóvel não conseguem mudar os seus hábitos quando está a chover. Ao fazerem-no, estão a colocar a sua vida e a dos outros em perigo, pois, o risco de ocorrer um acidente ou uma fatalidade por não respeitar as distâncias de segurança é muito grande.

Fonte texto: http://motoclube.com/artigos - acessado em 22/05/2013.

Lobo


Forte abraço e boas estradas.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

#Miscelânea: Tipos de capacetes, escolha o seu!


O capacete é o mais indispensável item de segurança para os motociclistas. Isso ninguém discute. Mas tamanho e estilo ainda são assuntos que geram certa polêmica Mas como escolher o capacete certo? O capacete ideal é aquele que não tem nenhuma folga entre a cabeça e o casco. Para descobrir a medida certa, utilize uma fita métrica na altura da testa e veja o diâmetro da sua cabeça em centímetros. Essa será a medida exata ou aproximada do capacete certo para você.  Como a estética também faz parte do pacote, confira dez tipos capacete diferentes para cada tipo de utilização. Escolha um que combina com sua moto e se proteja com estilo.

Fechados:

Os capacetes fechados protegem toda a cabeça e não deixam nenhuma parte à mostra. Com uma viseira que pode ser trocada, esse tipo de equipamento é afixado ao pescoço por meio de tiras reguláveis com fechos, semelhante aos utilizados em mochilas. É o tipo de capacete mais comum visto nas ruas.


Racing:

Possuem poucas diferenças visíveis em relação aos capacetes fechados comuns. As mudanças ficam mesmo por conta do material utilizado na fabricação, como o kevlar – mesmo material utilizado nos coletes à prova de balas – entradas de ar que deixam o casco mais aerodinâmico. Outra característica é o fecho com duplo anel e tiras de tecido, que apresenta maior segurança em relação aos capacetes presos com fecho plástico. Indicado para se pilotar em pistas.


Modular:

Outra variação do capacete fechado, o modular, ou articulado, permite que a parte inferior do casco seja aberta junto com a viseira, deixando o rosto do piloto livre. É uma solução mais cômoda para que o motociclista possa falar, ou mesmo, tomar um pouco de ar, sem a necessidade de soltar as presilhas do queixo. Entretanto, não são indicados para pilotagens em alta velocidade por não oferecer uma proteção tão eficiente contra possíveis choques no queixo. Outro incômodo é que os capacetes modulares são, muitas vezes, um pouco barulhentos em função das diversas aberturas por onde passa o vento.


Off-Road:

Como o próprio nome diz, esse tipo de capacete fechado é utilizado em trilhas e competições de motocross. Nesse tipo de pilotagem, é comum o piloto estar sob o sol o tempo todo, por isso o casco precisa ser mais ventilado do que o fechado convencional. Daí a grande abertura na linha dos olhos, a ausência da viseira e a frente em forma de losango para proteger a boca, o queixo e o nariz. Outro item obrigatório com esse tipo de capacete são os óculos off-road bem presos ao rosto para proteger os olhos.


Off-Road com viseira:

Devido ao grande número de motos trail nos trechos urbanos, algumas fabricantes resolveram fazer uma junção entre os dois tipos de capacetes fechados mais comuns. O resultado é um capacete off-road com uma viseira de acrílico fechando o casco no lugar de um óculos de proteção. Ainda que inusitada, a mistura deu certo e criou um novo – e estiloso – tipo de equipamento.


Retrô:

No início, os motociclistas utilizavam um capacete aberto feito com várias camadas de couro e acompanhava óculos de proteção com lentes de vidro. Mais tarde esse tipo de capacete passou a ser adotado pelos aviadores e ficou conhecido por esse nome. O estilo, entretanto, ainda é bastante popular entre os motociclistas e muito usado até hoje.


Abertos:

Evolução direta dos capacetes antigos, os modelos abertos oferecem mais conforto e são bem mais arejados do que os totalmente fechados.  Normalmente, possuem uma viseira em acrílico que segue o comprimento do rosto e o protege da poeira. São indicados para pilotagens urbanas, uma vez que não oferecem proteção eficiente contra o vento de uma estrada, por exemplo.


Abertos Custom:

São uma variação do capacete aberto muito mais parecida com o estilo retrô. Protegem a parte superior e se estendem pela lateral para se prenderem em um protetor de queixo, ligado ao conjunto por tiras de tecido. Semelhantes aos capacetes utilizados pelos soldados, costumam ser utilizados pelos pilotos de motos custom acompanhados de óculos escuros.


Abertos coquinho:

Com design parecido com o custom, em uma primeira olhada, temos a impressão de estar vendo o mesmo capacete. A diferença nesse caso fica nas laterais, que são abertas e deixam as orelhas do piloto para fora do conjunto. Esse detalhe, mesmo sutil, garantiu a proibição desse modelo no país por oferecer pouca proteção ao piloto. Garante mais estilo do que proteção.


Jet:

Outra variação dos capacetes abertos, os Jets se diferenciam por ter uma viseira mais curta que protege apenas os olhos. Como não oferecem proteção integral ao rosto do piloto, são capacetes recomendados para serem utilizados em scooters de baixa cilindrada, em pouca velocidade. Em geral, são as opções de quem pilota scooters, CUBs e ciclomotores.



Fonte: http://motos.icarros.com.br


quinta-feira, 17 de maio de 2012

#Dicas: manutenção regular.


Nunca é demais repetir: mantenha a moto regulada e em bom estado de funcionamento, pois os cuidados com a motocicleta são fundamentais para garantir segurança. Mesmo sabendo dessa necessidade, muitos motociclistas se esquecem de prestar manutenção em suas motos. Em um recente levantamento feito pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), os dados apresentados mostraram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança no trânsito. O estudo apontou que 90% das motos em circulação na capital paulista apresentam alguma necessidade de manutenção e o detalhe fica agravado pela deficiência de um ou mais itens. Quase metade das motos inspecionadas tinha falhas em mais de quatro itens.

Alguns itens devem ser checados com frequência. Lembrando que calibrar os pneus, lubrificar a corrente de transmissão e verificar o funcionamento das lâmpadas da moto, por exemplo, são procedimentos que devem ser feitos semanalmente.

Fonte: http://www.traxx.com.br/andenumaboa