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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

#viagem: BuenosAires 2016 : Recoleta e El Caminito.

Um pouquinho da nossa passagem por Buenos Aires!


História do bairro Recoleta.

Nesta área foi localizado o mosteiro dos monges recoletos. Foi também uma área de pomares e fazendas. O bairro da Recoleta começou em 1871 com a chegada de famílias ricas na zona sul da cidade. As famílias vieram para escapar da epidemia de febre amarela atingiu a bairro de San Telmo. As famílias construíram suas casas com estilos arquitetônicos franceses.
Visita ao Cemitério da Recoleta

Cemitério da Recoleta é considerado um museu por dois motivos. Um deles é o grande número de obras de arte encontradas lá. A outra razão é porque, no cemitério estão os restos mortais de personalidades famosas da política, cultura, arte e ciência.
O cemitério foi inaugurado em 1822. As abóbadas são na maior parte das famílias aristocráticas do país.

 O pórtico neo-clássico, com colunas clássicas e símbolos sobre o tema da morte.

As sepulturas sãode propriedade de cada família e cada proprietário deve pagar uma taxa mensal de administração. O metro quadrado mais caro da cidade, está localizado dentro do Cemitério da Recoleta.

Em seus quase seis hectares estão sepultados heróis da Independência, presidentes da República, militares, cientistas e artistas. Entre eles, Eva Perón, Adolfo Bioy Casares e Facundo Quiroga.

Os artistas e escultores que têm obras no Cemitério da Recoleta: Luis Perlotti - Carlos Romairone, Rene Sargent - Alfredo Bigatti, José Fioravanti, Jean Alexandre Falguière, Miguel Sansebastiano - Antonin Mercie, Luis Carriere - Pedro Zonza Briano, Alfredo Guttero - Tasso.

El caminito - La Boca.
La Boca é um típico bairro de Buenos Aires. Localizado às margens do Riachuelo, foi o típico bairro de imigrantes, principalmente italianos.
Nota: Não visite o bairro à noite. 
Rua Caminito
A rua mais famosa do bairro é chamado de "Caminito", onde diversos artistas e pintores vendem seus trabalhos aos visitantes. Na década de 1950, o morador Arturo Carrega decidiu recuperar o terreno onde antes era um estreito arroio e mais tarde passava o trem. Carrega convocou ao pintor Quinquela Martín, que batizou a rua como “Caminito” pelo título do popular tango de 1926, de Peñalosa e Filiberto. Caminito hoje é visitado por centenas de turistas todos os dias.

Para mais informações visite: http://www.buenosairesturismo.com.br/roteiros/

Estivemos por lá em janeiro de 2016.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

#Viagem: Trem do Fim do Mundo, Ushuaia, AR.

Olá, hoje gostaríamos de falar em um bom passeio para ser feito em sua estadia em Ushuaia: Trem do Fim do Mundo ou Trem dos presos, como também é chamado.

"O Trem do Fim do Mundo, também chamado de "O Trem dos Presos" é uma das principais atrações da Ushuaia, num passeio que permite conhecer parte da história da Terra do Fogo e do que foi um dia, o trem do presídio.  
O trajeto percorre paisagens deslumbrantes, montanhas nevadas, rios, lagos e bosques virgens, numa viagem única em que o recorrido dura cerca de uma hora. O percurso é feita na réplica do trem que transportava os presidiários para trabalhar e abastecer lenha à população de Ushuaia há 100 anos.  
O trem dos presos começou a funcionar em 1909 e foi utilizado para esse fim até 1952. Em1995 a empresa Tranex Turismo decidiu reviver a lenda do famoso Trem do Fim do Mundo. Hoje, o recorrido faz apenas os últimos 8 quilômetros da rota original, que anteriormente  tinha 25 km.
A Estação do Trem do Fin del Mundo fica 8KM de Ushuaia.

Estação do Fim do Mundo
Reconstruída quase completamente em madeira e mantendo o estilo das tradicionais construções da cidade, a estação Ferrocarril Austral Fueguino, mais conhecida como a Estação do Fim do Mundo, fica a 8 km de Ushuaia, encravada entre o vale Monte Susana e a Montanha Martial.
Na estação é há um museu com fotografias que ilustram sua história, além disso, é possível conhecer as oficinas de manutenção onde se produzem as peças dos trens e vagões. Há também uma loja de souvenir e um bar.
O passeio começa na Estação do Fim do Mundo, em uma velocidade que não supera 15 km por hora, atravessando bosques, colinas e cachoeiras. Durante o trajeto é possível ter uma linda vista das florestas antigas, turfeiras e rios. Se o passeio for feito no inverno, a neve transforma a paisagem deixando ainda mais mágico o caminho.

O recorrido tem aproximadamente 14 km, até a Estación del Parque, dentro do Parque Nacional Terra do Fogo.
A viagem passa por belas paisagens da região de Canyon del Toro, cruza o Rio Pipo sobre a Puente Quemado e ingressa no bosque subantártico, um dos poucos que existe no mundo. De acordo com a estação do ano é possível apreciar diferentes paisagens: verde no verão; amarelo e vermelho no outono; branco de neve no inverno.
No trajeto é feito uma parada na Estação Macarena, onde existe a reconstrução de um assentamento Yámana, uma das tribos indígenas que habitavam a região. Há também a possibilidade de subir até um mirante para observar a vista do Vale do Rio Pipo e a nascente da cascata "La Macarena", na cadeia montanhosa da Le Martial.

O trem percorre uma faixa bem estreita contornando as montanhas, onde é possível ver diques de castores, o Rio Lapataia, além do turbal, uma espécie vegetal típica da região que absorve a água e seca os lagos.
Quando os guardas soam o apito é hora de retornar ao trem para continuar o recorrido. Serpenteando o Rio Pipo, o trem atravessa setores que mostram as marcas deixadas pelos presos, depois de quase meio século cortando árvores, o desmatamento foi apelidado de cemitério das árvores. O desembarque é feito dentro do Parque Nacional da Terra do Fogo.
Ao finalizar o trajeto de trem, é possível conhecer o Parque Nacional Terra do Fogo, criado em 1960, o parque possui 63.000 hectares, está localizado nas regiões de bosques patagônico e Altos Andes, por isso, possui um clima temperado frio e úmido, com nevadas e chuvas no inverno e uma paisagem de montanha com vales glaciais.
O passeio pode ser feito com excursões oferecidas pelas agências ou fechar um valor com o táxi na cidade para levar até a estação do Fim do Mundo e aguardar na estação do Parque Nacional para percorrer os principais pontos do parque.
O Trem do Fim do Mundo possui partidas diárias programadas nas primeiras horas da manhã e da tarde variando de acordo com a estação.

Informações:
O trem funciona durante 365 dias do ano, em diferentes horários de acordo à época do ano.
Duração: 60 minutos de sentido único.
Site oficial: www.trendelfindelmundo.com.ar/

Horários:
Temporada Promocional (do dia 01 de Maio ao dia 31 de Agosto)
10:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     
12:00 Hs Estação do Fim do Mundo (CONDICIONAL a um mínimo de passageiros)         
15:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     

Temporada Alta (do dia 01 de Setembro ao dia 30 de Abril)
09:30 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     
12:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONDICIONAL a um mínimo de passageiros)        
15:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)    


Texto: http://www.tudoparaviajar.com/argentina/ushuaia/trem-do-fim-do-mundo




As imagens são de nossa autoria.


Gostou da dica? Então que tal compartilhar? Forte abraço e boas estradas!!!!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

#Viagem: El calafate, Argentina




Imagine você, de moto, a 120Km/h ´encarar´ 90 Kg de músculos e pêlos com 1,70 metros de altura.
E, não aposte que os verá a tempo de frear. Eles são ´camuflados´ dificilmente você os verá antes de cruzarem o asfalto. Vale a calma e a prudência.

   Sugerimos o pernoite em Rio Gallegos, a cidade tem duas opções de hotéis: Normais caríssimos ou ruins baratos.

   Optamos por um barato, Hotel  Punta Arenas. Muito simples, mas com garagem segura e, a grande vantagem, tem um bar/lanchonete anexo.

   O trecho entre Rio Gallegos e El Calafate tem um visual espetacular, o asfalto é um tapete.

   Mas prepare-se, é frio. O trecho mais frio de toda a viagem. 
   Ventos laterais muito fortes, principalmente nos últimos Kms de chegada a El Calafate. 

   A cidade de El Calafate é tudo de bom. Acolhedora, bonita, muito bem organizada.

   Ficamos hospedados no El Calafate Apart - Rene Favaloro 3460, 9405 El Calafate , uns 3 Kms de distância do centro da cidade, bem em frente ao Lago Argentino.


El Calafate Apart
Lago - em frente ao Apart


   À tarde, na varanda, vendo bandos de flamingos e cisnes chegando para passarem a noite no lago é o que você merece por ter percorrido 5.000 Kms do Brasil até lá.
   Curta.

  Há uns 60 Kms de distância do centro de El Calafate, até o Parque Nacional de Perito Moreno.

  Já na entrada pode-se notar a organização. Guardas-parque (estilo Polícia Montada Canadense) na recepção e orientação dos visitantes, uma estrada espetacular o levará ao Glaciar onde encontrará um estacionamento seguro, restaurante muito bom, banheiros muito limpos, e, o melhor de tudo: calefação e chocolate quente com rum. Isso ESQUENTA!!!

  Você encontrará uma passarela que o levará a frente de um `paredão` de gêlo. Uma placa com mais de 30 Kms de extensão, 5 Kms de largura, e, 60 metros de altura que, continuamente, ´troveja´. 
   Isso mesmo, cada vez que o gêlo racha há um estrondo comparável a um trovão.



   Mas não se dê por satisfeito, no próprio Parque há uns barcos que fazem o transporte de turistas até a geleira. Você calça uma espécie de ´travas´ metálicas e faz uma caminhada sobre o gêlo. 


  


   Até aí, tudo normal. Fantástico é você tomar uma dose de uísque de 512 anos.
   12 anos de maturação do uísque, mais, 500 anos de maturação do gêlo.



   Ich !!!      bom demais.

sábado, 21 de janeiro de 2012

#Viagem: Travessia Passo Cardenal Antonio Samore



 Partimos em direção a Bariloche, atravessando o Passo Cardenal Antonio Samore, onde está localizado o Puyehue, vulcão responsável pelas cinzas em nossos carros, atraso/cancelamento de vôos, desde a metade do ano passado. O problema é sério, tem muita cinza por lá.


A travessia desse passo nos foi recomendada por ser muito linda e de fato é. Porém, nos deparamos com cenas que nos causaram admiração pela força da natureza e tristeza ao ver as transformações do lugar. Devido ao fato do Puyehue ainda estar lançando cinzas e levando em consideração tudo o que já havia lançado, vimos um cenário completamente diferente de todas as fotos que havíamos visto até então. Paisagens verdes e no inverno o topo das montanhas encoberto pela neve.
Fotografar o Passo Cardenal repleto de cinzas, foi novidade para nós e certamente será para os nossos amigos e leitores quando virem as fotos.
Ficamos imaginando naquele momento, quanto tempo a natureza levará para recompor toda a fauna e flora modificada e as consequências que isto trará a longo prazo. Foi um misto de emoções.
 Mais uma vez, nos sentimos pequeninos diante da grandeza e da  força da natureza.
A estrada que leva ao lado Argentino é perfeita, está em excelentes condições, a não ser pelas cinzas acumuladas ao longo da via. Problema este, que está sendo solucionado pelas autoridades locais com a utilização contínua de caminhões pipas e máquinas trabalhando em tempo integral para retirar as cinzas acumuladas que impediriam a passagem pelo local.
Ainda bem, que água eles tem em abundância por lá. Acho que nunca os caminhões pipas foram tão utilizados naquela região. A contratação de mão-de-obra também deve ter aumentado consideravelmente a julgar pelo número de pessoas que vimos varrendo, juntando, transportando cinzas.



Ao longo da travessia, passamos por vários lagos em tom esmeralda, porém, assoreados não pelo acúmulo de areia, mas sim de cinzas. Alguns entretanto, conseguem se sobressair, outros, porém, já mudaram a tonalidade das suas águas para acinzentado, contrastando com o tom das árvores que em suas margens ainda são verdes.


Add caption
Quanto mais andávamos mais admirados ficávamos com a paisagem que nos cercava. O Parque Nacional Puyehue, encontra-se praticamente abandonado em meio as cinzas. Só o que funciona por lá, no momento, é um restaurante que atende o pessoal que está trabalhando na limpeza das vias, servindo refeições. Fomos gentilmente recebidos pelo responsável do local, que nos explicou com lástima os últimos acontecimentos e a ausência dos turistas, que estão evitando passar pelo local.


Não conseguimos ter uma visão muito nítida do vulcão, devido ao fato de estar encoberto por uma nuvem gigantesca e espessa de cinzas.

Puyehue, em plena atividade. 


Quanto mais rodávamos, mais a paisagem mudava. As árvores foram deixando de ser verdes e tornando-se secas, a impressão que dava era que havia acontecido um grande incêndio por lá. O contraste do verde esmeralda dos lagos contrastou ainda mais com a natureza ao seu redor. 
O topo das montanhas outrora coberto pela neve tinha muita cinza acumulada que o vento se encarrega em espalhar. Impressionante e assustador.


 


Na aduana, enquanto aguardávamos para fazer os tramites de entrada na Argentina, presenciamos uma chuva de cinzas. Nos perguntávamos o que mais ainda veríamos pela frente. 

 

 

Seguimos para Villa La Angostura. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

#Viagem:Córdoba a Mendoza

Saímos de Córdoba pela ruta 20 e pela primeira vez passamos por Mina Clavero, Nono, Villa Dolores até São Luis. Este trecho é muito lindo com curvas que descem a montanha num visual espetacular. A temperatura neste trecho estava amena em torno de 17º.


Estrada perfeita.


Curvas, como todo o motociclista gosta!


Vilarejo, em meio as montanhas.

Simpático!

Temperatura agradável!


Lika, nossa guerreira!
De São Luis, pela ruta 7, fomos até Mendoza, a estrada no geral estava muito boa. Encontramos alguns postos de serviços sem gasolina, como de praxe na Argentina, nesta época do ano. A temperatura neste dia de viagem, exceto na ruta 20, foi mais uma vez, muito alta o que nos causou grande desgaste físico.
Ao chegarmos em Mendoza, fomos diretamente até o Hotel IBIS, porém não havia vaga. Saímos a procura de um outro hotel, já cansados e surpreendidos por uma tempestade de areia na chegada da cidade, resolvemos pernoitar no Bonarda Hotel, não recomendamos, pois o valor da diária não condiz com o serviço oferecido. Ficamos uma hora e meia, aguardando o restaurante fazer o nosso jantar. E, para você que pega a estrada o dia todo e chega morto de cansado e de fome, sabe o quanto a espera irrita. O valor da diária neste hotel foi de 441 pesos argentinos.
Amanhã nosso destino será Santiago, onde nossos amigos Márcio e Marli, nos aguardam para seguirmos viagem juntos para o sul do Chile.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

#Viagem: Vamos dar um "pulinho" ali em Ushuaia??!!!

Fin del Mundo. A emoção de estar lá é indescritível. Pense, você está no extremo sul do Continente Americano.

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Fin del Mundo. A emoção de estar lá é indescritível. Pense, você está no extremo sul do Continente Americano.   

   Para chegar lá, a partir de Rio Gallegos, você ainda terá que passar pela Tierra del Fuego, pelo Estreito de Magalhães. Cruzará a Cordilheira dos Andes.  E, e, e (argh!), 128 kms de ´rípio´.

   Não se apavore, vamos por partes. 

   Pode-se usar os roteiros/mapas anteriores (Colônia Sacramento, Puerto Deseado) até Rio Gallegos.

   Saindo de Rio Gallegos continue na Ruta 3  para o sul. Não tem o quê errar.

   Visual incrível, ´ferry-boat´ na travessia do Estreito de Magalhães, ´Toninas´ (uma espécie de golfinho preto e branco) almoçando, pinguins sendo almoçados, mas, emocionante mesmo é descer e rodar pela - lendária - Tierra del Fuego até Cerro Sombrero. 

   Aqui começa seu ´test-drive´, onde  você  será testado pela moto.

  Simples. 128 kms de extensão e 15 cm (em alguns trechos chegando a 30 cm) de profundidade de pedras arredondadas, do tipo daquelas de fundo de rio (seichos). 

   A impressão é que você está pilotando uma moto de 250 Kgs com os pneus furados. Além disso, há dois carreros formados pelos pneus de caminhões e carros que trafegam pelo trecho compactando dois trilhos. Nem pense em sair dos ´trilhos´, se sair só pense em voltar.

  Então, use suas habilidades e, com calma, vá.

  Cuidado com uns caminhões-tanque que transportam água. Andam em alta velocidade, não se preocupam se vão te dar uma ´pedrada´ ou uma ´fechada´. Sentem-se os ´donos do pedaço´. 

  Sugiro o pernoite ao final do ´rípio´. 
  Primeiro, por que a travessia é tensa e cansativa, e, não há lugar melhor para descansar e passar a noite do que em San Sebastian.

   Quando você avistar a fronteira entre Chile e Argentina, haverá um pequeno bar a sua direita. 
  
  O que identificará o bar é uma simples placa da Coca-Cola. 

  Mas, há nos fundos do bar um hotel feito com ´containers´. Acredite, é a melhor estadia da região. Camas ótimas, limpíssimas, um chuveiro quente e o mais delicioso ´cordero´ que já comi.
  Sem contar a pasta de trutas com torradas e vinho. 

   No dia seguinte, a Cordilheira será seu troféu.  

  A travessia será pelo ´Passo Garibaldi´ aproveite, se emocione, sorria, pule, vibre, chore, e reze você fêz por merecer estar no fim do mundo.

   Para o pernoite em Ushuaia sugerimos um hotel que não sei mais o nome, mas, é muito fácil de achar. 
Fica bem em frente ao supermercado Carrefour. É só perguntar, todos conhecem. O Carrefour claro.

   Não deixe de visitar o Parque Nacional de Lapataia a 28 kms de distância. 

   É lá que fica o marco do Km Zero da Ruta 3 e as margens do Canal de Beagle.

   Com ótima infraestrutura, o Parque tem lanchonete, restaurante, loja de ´souvenirs´, banheiros com chuveiros.

   Curta, são 14 trilhas muito bem sinalizadas, área para camping e visuais incríveis para fotos.

A cidade de Ushuaia é voltada ao turismo, bons restaurantes, acolhedora. 

Interessante é a mudança do tempo, em cinco minutos você sai de um clima de verão para inverno extremo. Ventos fortes são rotineiros.

Mas, tudo isso é espetacular lembre-se: Você está no Fim do Mundo.

Ushuaia. Uma Viagem ao ´Fim do Mundo`.
Janeiro de 2008.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

#Viagem: Puerto Deseado, Argentina - Como chegar.




Entre Colônia Sacramento e Buenos Aires sugerimos que a travessia seja feita pelo Buquebus. Um catamarã de três andares, confortável e seguro. Um andar só para veículos, as motos são muto bem tratadas com direito a esponja sob os tirantes de amarração e uma vaga só pra elas. no andar térreo há um ´Free-Shop´ que abre as portas 15 minutos após o barco zarpar. Vá ás compras.


    A travessia dura em média 50 minutos. É caro, mas vale a pena, mesmo porquê, se não atravessar o delta do Rio da Prata de barco, você terá que ir de Colônia até Gualeyguaychu para atravessar o Rio da Prata e descer pelas províncias argentinas de Rosário, Celbas até Buenos Aires. Isso dá uns 400 Kms.

   Cuidado e atenção com o trânsito urbano em Buenos Aires, como em todas metrópoles é caótico.



   Ruta 03 para o Sul e ´enrole o cabo´ em Carmen de Patagones inicia a Patagônia, todo ambiente muda. A cor cinza predomina, a vegetação se torna cada vez mais escassa e as grandes retas surgem.

   Sugerimos o pernoite em Tres Arroyos, uma cidade pacata com uma ótima infra-estrutura e com uma peculiar arquitetura.

   Hotel ALFIL, bem no centro, perto da praça.

Neste trecho não há muito para apreciar, é uma região desértica e com poucas cidades.

Pernoite em Viedma, indicamos o Hotel Vasco.

   Em seguida, rume para Comodoro Rivadávia. Em Bahía Blanca você conhecerá a ´Pampa Salamanca´ o trecho mais inóspito de toda a Patagônia. Muito cuidado com os ventos. Podem chegar a 80 km/h.

   Pernoite em Comodoro Rivadávia e aproveite a cidade para jantar bem, fazer câmbio de moedas e comprar o que falta.



   Deste ponto  em diante, mantenha-se informado sobre o fornecimento de combustíveis. Na dúvida um pequeno galão de reserva lhe dará tranquilidade. Muitas vezes, os postos não recebem combustíveis isto pode ocasionar uma  longa e paciente parada inesperada.

   Continue ao Sul e preocupe-se com o trevo que dá acesso a Puerto.

   Deixe a Ruta 3 e mais 28 kms você encontrará o mar mais verde que já viu.





   Pronto, você está em  Puerto Deseado.

   Aqui sugerimos a hospedagem em  Cabañas Las Nubes, que como o próprio dono, nosso amigo Mário, classifica: " Não é um hotel, é um lugar para receber os amigos."



  Cabanas com muito conforto e estilo de ´apart-hotel´.  Estacionamento seguro  próximas a mercados. Aproveite a estrutura e faça suas próprias refeições, sua estadia ficará bem mais barata.
 
 Não deixe de fazer o passeio até Isla Pinguinos, recomendamos Darwin Expeditions muito organizados.












   Outro passeio que não pode faltar é pela Ría Deseada, este deve ser feito a pé para curtir um visual ímpar. Escarpas, lagos, pinguins, aves de todos os tipos, e, com sorte, focas e leões-marinhos.





Mecha-se!
Pegue a estrada!!!