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quinta-feira, 14 de abril de 2016

#Viagem: Torre del Paine

A impressionante combinação de natureza selvagem e um aspecto humano curtido a vento, gelo e chuvas faz da Patagônia chilena um dos destinos turísticos mais fascinantes da América do Sul. Cerca de 110 quilômetros ao norte de Puerto Natales localiza-se o que é provavelmente o mais belo parque chileno, Torres del Paine. Tudo gira em torno de uma imensa massa de montanhas que pode ser informalmente dividida em duas partes. De um lado, 'Los Cuernos' e seu incrível balé de formas e superfícies estratificadas. A nordeste, as famosas torres de granito que fazem a felicidade de escaladores de todo o mundo. Toda a cordilheira foi formada ao longo das últimas eras glaciais, esculpindo uma cadeia de picos independente dos Andes. Em seu entorno encontram-se geleiras dramáticas, como a Grey, e lagos de degelo com águas em matizes de azul, verde e cinza. Seu aspecto leitoso vem da volumosa carga de minerais que vem sendo arrancada das encostas pelas gigantescas línguas de gelo a dezenas de milhares de anos. Lagos como Sarmiento, del Toro, Pehoé, Nordenskjod e Grey são frequentemente fustigados por violentas rajadas de vento, formando indescritíveis danças de spray d'água.


 O barulho das cascatas, como o Salto Grande, formam uma combinação perfeita com o onipresente zumbido do ar. Entremeando essas formações também estão vales, pradarias de vegetação baixa, repleta de plantas como o valente ñire, e florestas andinas, por onde passeam bandos de guanacos, pica-paus, raposas, ñandus - um tipo de ema, condores, veados e pumas, os mais difíceis de se avistar.






Para curtir o parque, opções não faltam. Aqueles que vêm de El Calafate ou têm poucas horas para curtir tudo devem focar em rápidas caminhadas até o pé das torres de granito (1h30 a 2h30, em média) ou embarcar numa excursão que passará por pontos como a fotogênica vista do maciço a partir do lago Pehoé e a geleira Grey (bela, mas não tão impressionante como sua irmã argentina Perito Moreno). Aos mais aventureiros, porém, vale tentar o desafiante Circuito "W", que faz um caminho de quatro dias entre os vales das Torres, e o ainda mais longo "O", que dá a volta em torno da montanha e chega a cerca de 1350 metros de altitude, uma trilha que toma entre 7 e 10 dias para ser completada. Para evitar possíveis transtornos, esteja preparado para vários tipos de clima. O ideal é calçar boas botas de caminhada ou tênis amaciados e levar parkas corta-vento e a prova de chuva.

Curiosidade: apesar de sua majestade, Torres del Paine não está localizada em alta altitude, portanto as caminhadas demandam mais das pernas do que dos pulmões.

COMO CHEGAR

Puerto Natales é a porta de entrada do parque. São 90 quilômetros pela Ruta 9, para nordeste, e há ônibus saindo entre 7h e 8h da manhã e entre 13h e 15h. A viagem dura cerca de 3h. Um outro jeito de chegar à região é através de botes de borracha do tipo zodiac subindo o rio Serrano. Neste caso, não se esqueça de trazer na mala gorro, luvas e roupas quentes.

ONDE FICAR

Há dois tipos de turistas em Torres del Paine: os mochileiros aventureiros e os amantes da natureza e do conforto. O primeiro grupo  costuma acampar em lugares definidos pelos guardas florestais. Quando não fazem isso, acabaram incendiando o parque, como foi o caso das tragédias ambientais de 2005 e 2011. Nas áreas para camping há abastecimento de água, sanitários rudimentares e certo apoio das autoridades. Já para os que não abrem mão de camas quentinhas, boa mesa e sofrimento controlado, a alternativa são ótimos hotéis e estâncias ao redor da área protegida. Duas excelentes opções junto às montanhas são o sofisticado Explora e o camping-chique Ecocamp. Quase todas os estabelecimentos funcionam no sistema all-inclusive, que conta não só com a hospedagem, mas todas as refeições, traslados, passeios e guias muito experimentados com a fauna, flora e geologia locais.

INFORMAÇÕES AO VIAJANTE
Línguas: Espanhol
Moeda: Pesos Chilenos
Como ligar para o Brasil: 800-360-220 (Entel) ou 800-800-272 (Telefônica)
Visto: Não é necessário
Saúde: Para entrar no Chile, nenhuma vacina é obrigatória
Embaixada oficial no Brasil:
SES, Qd. 803, lote 11, Brasília (DF)
61 2103-5151
http://chileabroad.gov.cl/brasil/
Melhor época para visitar: De Outubro a Março, época mais seca do ano, e quando as temperaturas estão mais razoáveis. Tenha em mente, porém, que toda a região possui um clima totalmente imprevisível, com rajadas de vento com velocidades superiores a 100 km/h, muito sol e neve, tudo podendo acontecer no mesmo dia.

Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/chile-torres-del-paine


Estivemos por lá e pretendemos voltar, certamente!

Bons ventos!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

#Viagem: Trem do Fim do Mundo, Ushuaia, AR.

Olá, hoje gostaríamos de falar em um bom passeio para ser feito em sua estadia em Ushuaia: Trem do Fim do Mundo ou Trem dos presos, como também é chamado.

"O Trem do Fim do Mundo, também chamado de "O Trem dos Presos" é uma das principais atrações da Ushuaia, num passeio que permite conhecer parte da história da Terra do Fogo e do que foi um dia, o trem do presídio.  
O trajeto percorre paisagens deslumbrantes, montanhas nevadas, rios, lagos e bosques virgens, numa viagem única em que o recorrido dura cerca de uma hora. O percurso é feita na réplica do trem que transportava os presidiários para trabalhar e abastecer lenha à população de Ushuaia há 100 anos.  
O trem dos presos começou a funcionar em 1909 e foi utilizado para esse fim até 1952. Em1995 a empresa Tranex Turismo decidiu reviver a lenda do famoso Trem do Fim do Mundo. Hoje, o recorrido faz apenas os últimos 8 quilômetros da rota original, que anteriormente  tinha 25 km.
A Estação do Trem do Fin del Mundo fica 8KM de Ushuaia.

Estação do Fim do Mundo
Reconstruída quase completamente em madeira e mantendo o estilo das tradicionais construções da cidade, a estação Ferrocarril Austral Fueguino, mais conhecida como a Estação do Fim do Mundo, fica a 8 km de Ushuaia, encravada entre o vale Monte Susana e a Montanha Martial.
Na estação é há um museu com fotografias que ilustram sua história, além disso, é possível conhecer as oficinas de manutenção onde se produzem as peças dos trens e vagões. Há também uma loja de souvenir e um bar.
O passeio começa na Estação do Fim do Mundo, em uma velocidade que não supera 15 km por hora, atravessando bosques, colinas e cachoeiras. Durante o trajeto é possível ter uma linda vista das florestas antigas, turfeiras e rios. Se o passeio for feito no inverno, a neve transforma a paisagem deixando ainda mais mágico o caminho.

O recorrido tem aproximadamente 14 km, até a Estación del Parque, dentro do Parque Nacional Terra do Fogo.
A viagem passa por belas paisagens da região de Canyon del Toro, cruza o Rio Pipo sobre a Puente Quemado e ingressa no bosque subantártico, um dos poucos que existe no mundo. De acordo com a estação do ano é possível apreciar diferentes paisagens: verde no verão; amarelo e vermelho no outono; branco de neve no inverno.
No trajeto é feito uma parada na Estação Macarena, onde existe a reconstrução de um assentamento Yámana, uma das tribos indígenas que habitavam a região. Há também a possibilidade de subir até um mirante para observar a vista do Vale do Rio Pipo e a nascente da cascata "La Macarena", na cadeia montanhosa da Le Martial.

O trem percorre uma faixa bem estreita contornando as montanhas, onde é possível ver diques de castores, o Rio Lapataia, além do turbal, uma espécie vegetal típica da região que absorve a água e seca os lagos.
Quando os guardas soam o apito é hora de retornar ao trem para continuar o recorrido. Serpenteando o Rio Pipo, o trem atravessa setores que mostram as marcas deixadas pelos presos, depois de quase meio século cortando árvores, o desmatamento foi apelidado de cemitério das árvores. O desembarque é feito dentro do Parque Nacional da Terra do Fogo.
Ao finalizar o trajeto de trem, é possível conhecer o Parque Nacional Terra do Fogo, criado em 1960, o parque possui 63.000 hectares, está localizado nas regiões de bosques patagônico e Altos Andes, por isso, possui um clima temperado frio e úmido, com nevadas e chuvas no inverno e uma paisagem de montanha com vales glaciais.
O passeio pode ser feito com excursões oferecidas pelas agências ou fechar um valor com o táxi na cidade para levar até a estação do Fim do Mundo e aguardar na estação do Parque Nacional para percorrer os principais pontos do parque.
O Trem do Fim do Mundo possui partidas diárias programadas nas primeiras horas da manhã e da tarde variando de acordo com a estação.

Informações:
O trem funciona durante 365 dias do ano, em diferentes horários de acordo à época do ano.
Duração: 60 minutos de sentido único.
Site oficial: www.trendelfindelmundo.com.ar/

Horários:
Temporada Promocional (do dia 01 de Maio ao dia 31 de Agosto)
10:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     
12:00 Hs Estação do Fim do Mundo (CONDICIONAL a um mínimo de passageiros)         
15:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     

Temporada Alta (do dia 01 de Setembro ao dia 30 de Abril)
09:30 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)     
12:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONDICIONAL a um mínimo de passageiros)        
15:00 hs. Estação do Fim do Mundo (CONFIRMADA)    


Texto: http://www.tudoparaviajar.com/argentina/ushuaia/trem-do-fim-do-mundo




As imagens são de nossa autoria.


Gostou da dica? Então que tal compartilhar? Forte abraço e boas estradas!!!!

terça-feira, 19 de maio de 2015

#Viagens: Torre del Paines, Chile.

Olá, hoje gostaríamos de falar um pouco sobre nossa ida  para Torre Del Paines (Chile), saindo de Puerto Natales. Escolhemos fazer o trajeto de moto para apreciar melhor a estrada e andar pelo Parque: Torre Del Paines National Park. Foram aproximadamente 61 KM de estrada de chão, que levamos em torno de 1,20h para percorrer. As condições da estrada para quem vai de moto não são as melhores, pegamos muita pedra solta, sim, o visual é maravilhoso, mas para quem pilota, não consegue apreciar muito, pois tem que prestar atenção na estrada. 
"Fundado como parque no final da década de 1950, foi declarado Reserva da Biosfera pela UNESCO em 1978. Tem uma área de aproximadamente 242.000 hectares, na qual se encontra a cadeia montanhosa Del Paine, com as mundialmente famosas Torres del Paine e os não menos conhecidos Cuernos del Paine. Lagos, rios, cascatas e glaciares estão em perfeita harmonia no parque. Em 2012 houve um incêndio que queimou até 33 mil hectares do parque, queimando a maior parte das árvores. O principal ponto de entrada para os visitantes é a cidade de Puerto Natales, última da linha marítima proveniente de Puerto Montt." (Wikipédia).

Ao chegar no Parque você é recebido por funcionários que fazem uma breve apresentação do parque, falam das regras e perguntam que tipo de passeio irá fazer, se vai ou não permanecer no Parque por mais de um dia. É possível que você acampe, se hospede no Hotel, faça caminhadas com guias nas trilhas e no Glaciar, navegue, faça cavalgadas, pesque.





Fredy e Sonia

Tivemos um casal de amigos,  nessa mesma viagem que fizemos em Janeiro, ficaram cinco dias no Parque (Fredy e Sonia)."Existem vários campings, os mais estruturados são pagos (banho quente) os gratuitos são simples. Nas trilhas vê-se pouco brasileiro, a maioria são estrangeiros que fazem uma imersão na natureza (chuva, vento, neve, caminhadas) precisa preparo físico e muita força de vontade. As cabanas são particulares e bem pagas, mas oferecem abrigo e conforto simples. Fredy nos disse que resolveram ficar dentro do parque para fazerem o treking pelo circuito 'W" ou "O" para descobrir os encantos ocultos do local. Alertam porém, que tudo tem que ser planejado e reservado antes."

Devido ao pouco tempo que tínhamos, fomos pela manhã, percorremos todo o trajeto do parque de moto e depois voltamos para Puerto Natales. Dentro do parque não existe pavimento e as condições da estrada não estavam lá essas coisas, o que nos causou em determinados momentos apreensão. Existe um café no Parque com banheiros e calefação, ideal para uma parada antes de continuar percorrendo o Parque. 
O lugar é simplesmente fantástico, difícil definir em palavras, só mesmo indo e vendo com seus próprios olhos. Mesmo em Janeiro, verão por lá, muito, mas muito vento e frio. Vá bem agasalhado e preferencialmente com calçados e roupas impermeáveis, pois o clima muda muito por lá a todo o momento, ora pedríscos de gelo, ora chuva e sempre muito vento.
Fomos aconselhados por uma guia do parque a não voltar por onde chegamos e sim sair pelo outro lado do parque (Portaria e Guarderia serrano), via ruta Y-290 (que vai sair lá na "Cueva del Milodón" (em outro momento falaremos sobre El Milodón) e depois Puerto Natales. Se você estiver de moto não aconselhamos essa saída, pense num rípio solto, péssimas condições da estrada, paisagens lindas, porém muito estressante, pois a todo momento passam vans e ônibus nessa estrada e você fica "sambando" procurando um lugar para se equilibrar na estrada sem ir pro chão. Estavam trabalhando nesse trecho, procure se informar quando chegar por lá, quem sabe já esteja pavimentada.
Outra opção que se tem é pegar uma van ou um ônibus em Puerto Natales para fazer o passeio.
O valor do ingresso por pessoa nos custou $18.000 pesos Chilenos.
Bem, agora vamos apreciar um pouco esse lugar mágico? Difícil selecionar as fotos, dá vontade de colocar todas. Venha conosco!


                                                                                                   

             


            

Ao fundo barco que faz os passeios no Parque.

As marcas do incêndio no Parque ainda estão bem visíveis.


              



As tarifas:


Para que você tenha uma ideia do tamanho do Parque:

 




Boas ventos a todos e até a próxima!!!
Viagem realizada de moto, saindo de Florianópolis, SC - em janeiro de 2015. As fotos são de nossa autoria, exceto a foto dos nossos amigos aqui citados.
Gostou do post? Então, que tal compartilhar?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

#Viagem 2º dia: Rosário do Sul, RS para Las Flores, AR


Saímos de Rosário de Sul, com um belo dia para viajar, sem calor forte e sem chuva. Hoje pretendemos atravessar o Uruguay e chegar em Las Flores, no lado argentino.
Estrada tranquila até Riveira, onde fizemos a aduana para ingressar no Uruguai. Sem filas e sem complicações, apenas o pessoal do câmbio no lado de fora da Imigração, mais insistente do que nunca para trocar dinheiro, dessa vez até um trocado nos pediram (fim dos tempos). Já tínhamos levado alguns pesos uruguaios para passar o dia. O que foi bom, pois não estavam pagando muito bem no real.

Seguimos viagem por este País que gostamos tanto, de paisagens lindas, onde as pessoas são educadas e muito gentis. Sem problema algum com a polícia.


As estradas no geral são sempre muito boas no Uruguai, aquelas retas "infinitas", onde se vê em ambos os lados criações de gado, ovelhas e Avestruz (estas na região de Salto, já estão até exportando a carne).
Temperatura hoje muito agradável para o verão, normalmente nessa época costuma ser muito quente nessa região, já chegamos a pegar temperaturas de 40ºC em janeiro de 2014.







Gado.





Avestruz

Ovelhas.
Ficamos surpresos ao nos deparamos com buracos na pista, mas em poucos trechos, mais lá na região das termas (Salto, Arapey , Daiman). Assista o vídeo abaixo.




Fizemos a passagem para a Argentina por Paysandú (Ponte Internacional) no lado uruguaio e Colón no lado argentino.

Antes de Fazer a imigração você paga um pedágio para passar a ponte, 40 pesos uruguaios para moto, este foi o único que pagamos no País, em todos os outros, motos são liberadas - passando por uma via lateral. Os tramites foram rápidos, não havia quase ninguém no horário em que passamos. Existe ali também um Free Shop, mas só se pode comprar quando se está ingressando no Uruguai.



Tarifas.

Depois de realizados todos os tramites, cruzamos a Ponte Internacional e chegamos no lado argentino (Colón).

Pte. Internacional Gral. Artigas.


Entre Gualeyguachú e Zárate, passamos pela ponte sobre o Rio Paraná. Assista o vídeo e observe que a ponte tem pilares e tabuleiro muito alto para poder passar navios que navegam até no rio Paraguay até Assunção, a Bolivia , e Corumbá  no Mato Grosso . Ao lado da ponte passa uma malha ferroviária.

                            

A estrada e as viagens tem dessas coisas, encontramos hoje ao parar para abastecer, um casal de Blumenau também descendo para Ushuaia. Conversando, descobrimos que temos algumas pessoas conhecidas em comum (esse mundo é mesmo muito pequeno). Após as apresentações seguimos nossa viagem de moto e eles de Carro, fizemos o restante do trajeto juntos.


Chegando em Las Flores, tudo indicava que viria uma baita chuva, mas conseguimos chegar até lá sem ela. Conseguimos encontrar o Hotel com vagas e sem a necessidade de entrar na cidade para procurar por um, o que nos deixou contentes, pois no dia seguinte seria só seguir viagem a partir dali. Normalmente as entradas e saídas das cidades tomam um certo tempo e exigem paciência. Conseguimos vaga também para nossos novos amigos Fredy e Sonia. O hotel não oferece jantar nas suas dependências, mas, a poucos metros existem dois restaurantes, indicamos o primeiro, logos após o Hotel. Foi um jantar animado e divertido.

Fachada do hotel.
Café da manhã.
Depois de uma boa noite de sono no Hotel Residencial Balo (http://www.balohotel.com/contacto), tomamos nosso café da manhã e voltamos para a estrada. Recomendamos: acomodações simples, porém muito limpas, excelente colchão, roupa de cama e toalhas limpas, chuveiro com jato forte, perfeito para dar aquela amolecida na musculatura depois de um dia de estrada, wi-fi, estacionamento fechado e atendimento excepcional. O pernoite inclui o café da manhã.



Embora Fredy e Sônia tenham praticamente o mesmo roteiro que o nosso, contam com tempo menor para realizá-lo, devemos então, voltar a nos encontrar em alguma outra altura da viagem novamente.
Hora de voltar pra estrada.



Total Rodado Hoje: 1.066 Km.

Trajeto do dia:
Observação: No Google não aparece essa ponte em Paysandú, motivo pelo qual, pintamos em vermelho a rota que fizemos.




Amanhã tem mais.