quinta-feira, 6 de outubro de 2011

#Curiosidade: Steve Jobs já pilotou uma BMW




Encontramos esta única foto, do Steve Jobs pilotando uma uma BMW. Já tá valendo néh.



Algund ensinamentos deixados por Jobs :



“Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores.Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare" – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás. Assim, você precisa acreditar que os pontos irão se conectar de alguma maneira no futuro. Você precisa acreditar em alguma coisa – na sua coragem, no seu destino, na sua vida, no karma, em qualquer coisa. Este pensamento nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu.Não há razão para não seguir o seu coração.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005“Isto foi o mais perto que cheguei da morte e espero que seja o mais perto que eu chegue nas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza do que quando a morte era apenas um conceito intelectual: nnguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para ir para lá. Ainda, a morte é um destino que todos nós compartilhamos. Ninguém conseguiu escapar dela. E assim é como deve ser porque a morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar.É eliminar o velho para dar espaço para o novo. Neste momento, o novo são vocês, mas algum dia não tão longe, vocês gradualmente serão o velho e darão espaço para o novo. Desculpa eu ser tão dramático, mas é a verdade” – discurso durante formatura em Stanford, 2005“Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas” – discurso durante formatura em Stanford, 2005.

Nossa singela homenagem a este gênio!


Simbora curtir a vida, pegar a estrada e ser feliz!!!!

#Miscelânea: Você também tem um BIG sonho???


Bom dia amigas e amigos do motociclismo! Fazendo um tour pelo mundo da internet veja o que encontramos.

Big Dream - A moto gigante



Gregory Dunham iniciou a construção do seu “grande sonho”, a moto gigante, em 2002, aproveitando da experiência que tinha com chassis e estrutura de carro.
Muitas peças foram compradas online e após um longo trabalho e diversos problemas na construção, principalmente com a transmissão, veio à recompensa.Em 2005 a “Big Dream” foi certificada pelo “Guinness Book of World Records” como sendo a maior moto do mundo, basta olhar para ela para nos sentirmos literalmente pequenos!

Ficar ao lado de uma moto com 3,4 metros de altura e 6,2 metros de comprimento, faz nos imaginar como seria levantar a moto do chão, ainda que houvesse alguém por perto para dar uma mãozinha!
Não sendo uma verdadeira moto na real concepção da palavra, já que está equipada com sistemas que as motos dispensam, nomeadamente umas “pequenas” rodas laterais destinadas ao arranque e parda, a “Big Dream” é propulsionada por um motor de 8,2 litros (8.200 cc) que consegue impulsionar as suas imponentes três toneladas de peso até aos 105 km/h.
O custo deste “sonho” está avaliado em aproximadamente $300.000.
Fonte: Moto Esporte




Não importa o tamanho do seu sonho, nem quão absurdo ele pareça aos outros, o que vale é a sua satisfação plena em realizá-lo!!!
Para quem vai pegar a estrada, boas curvas e ventos favoráveis!!! Aproveite o seu dia!!!




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

#Miscelânea:Dez Desculpas "esfarrapadas" para não realizar uma longa motoviagem

Bom dia Amigas e amigos do motociclismo. Hoje vamos falar de algumas desculpas "esfarrapadas" que alguns companheiros de motociclismo usam para não fazer uma longa viagem de moto!




Dez desculpas ´esfarrapadas´ para não realizar uma longa motoviagem.
Texto de Policarpo Jr 

1) Eu não tenho tempo! 

Ninguém tem tempo, o tempo não tem dono! Agora, se é um sonho seu realizar uma grande viagem de motocicleta, arrume tempo! Se organize, dê prioridades na sua vida e parta para sua motoviagem. Caso contrário será um motociclista frustrado. 

2) Eu não tenho companhia!

E quem disse que é preciso companhia para você viajar de moto? Você sabe pilotar, tem a moto, tem os equipamentos necessários e tem a grana? Então parta amigo e tenha certeza que no trajeto você conhecerá inúmeras pessoas. 

3)  Estou sem grana! 

Bom, ai você precisa economizar. Por exemplo, ao invés de comprar um capacete de R$ 2000, compre um de R$ 500. Se você tem o sonho de empreender uma longa motoviagem, vai conseguir o dinheiro necessário! 

4) Não sei por onde começar? 

Como é que é amigo? Comece acessando os sites http://maps.google.com.br ou http://www.ruta0.com e trace seu destino. Sem contar, com os inúmeros bons sites sobre viagens de moto, como esse que você está agora! Rotaway.com.br, Pisteiros.com.br, DiariodeMotocicleta.com.br, Viagemdemoto.com, PortalMotoAtacama.com.br... 

5) Minha namorada (namorado), esposa (marido) não deixa! 

Já pensou em trocar de namorada (namorado) ou de esposa (marido)? Bom, essa não é a melhor solução? Então, chame seu par para uma conversa séria. Diga a ela (ele): amor é o seguinte... eu preciso realizar esse sonho, quero muito isso, faz um tempão que penso sobre isso. Por favor amor, deixa vai! Prometo que te trarei um presente especial da viagem (nem que seja uma foto de uma paisagem linda... ai você entrega ao seu par e diz: amor, quando tirei essa foto estava pensando em você e morrendo de saudade...). Ou quem sabe você consegue convencer a pessoa amada de ir junto com você? 

6) Estou muito fora de forma! 

Mas e a sua moto, está ok, revisões em dia, pneus novos e tal? Então fique tranqüilo(a), você vai ver tantas paisagens e viver tantos momentos incríveis em sua motoviagem, que vai entrar em forma durante sua realização! 

7) Preciso da moto ideal? 

Como assim moto ideal? A moto ideal é a que você tem na sua garagem! Aqui no RockRiders.com.br tem entrevista com motociclista que com uma moto da marca Traxx (chinesa) de 110cc, fez uma viagem de Teresópolis/RJ até o Alasca e de lá voltou para sua cidade. 

8) Acho tudo muito perigoso. 

Se você pilotar com responsabilidade, concentração, utilizar os equipamentos de segurança necessários e estiver com a moto em dia, empreender uma longa viagem é tão perigoso quanto você atravessar a rua para ir a padaria comprar pão. O amanhã ao Criador pertence amigo. 

9) Tenho preguiça! 

Ah... entendi! Eu também tenho amigo(a), todo mundo tem. Uns mais outros menos. Agora, preguiça para realizar uma grande viagem de motocicleta??? Nesse caso é preciso que você busque ajuda de um terapeuta. 

10) Vou esperar mais um pouco, acho que o momento certo não é agora!

O momento certo amigo(a) é aquele que o seu coração diz: quero muito viajar de moto, ir para um lugar distante, desconhecido por mim, fazer amizade com o céu, com a natureza, com as pessoas que irei conhecer no caminho. Puxa vida... como quero, isso me fará um bem danado. O momento certo é esse amigo(a). Viva o agora! 

Boa motoviagem!!

Fonte: RockRiders.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

#Miscelânea: TIPOS DE INDIVÍDUOS SOBRE DUAS RODAS


qual o seu tipo?

Definições bem-humoradas de quem gosta de moto
Este é um pequeno glossário sobre os seres e espécies de seres bípedes que fazem parte da fauna de duas rodas. É sempre bom conhecer estes termos, pois deve-se ter um certo cuidado ao adereçar um destes seres, pois se chamá-lo pela denominação errada com certeza vai levar um xingão.

Motoqueiro: Indivíduo bípede que anda sobre uma máquina que também tem dois pontos de contato com o solo. Notem que qualquer ser que consegue equilibrar-se sobre os quartos traseiros pode ser motoqueiro (com o preço que está uma CG 84 a álcool, qualquer um pode). Quando este indivíduo comprou seu veículo de duas rodas, acreditava que qualquer coisa sobre o asfalto com mais de duas rodas é um obstáculo a ser vencido (tem certeza que se tivesse comprado aquela DT 180 85 daria para pular por cima). Atualmente, depois de três multas por andar sem capacete, várias mijadas de guardas por estar de chinelo e sua foto (ou melhor, a da traseira da moto com ele cobrindo a placa com a mão enquanto “fazia bundão” pro pardal) espalhada por todas as repartições do Detran, ele É o dono da rua. Sua próxima aquisição será aquele ferrinho de pôr na rabeta para poder empinar sem estourar a lanterna traseira…Aí sim vai ser animal passar nos pardais.

Motociclista: Ser humano sobre uma máquina de duas rodas. Se considera a casta nobre dos condutores de veículos motorizados, pois só anda de capacete, não grita “Volta pra cozinha!!!!” quando uma mulher inadvertidamente lhe fecha no trânsito e nunca joga papel de bala no chão. Não consegue ficar 15 minutos sem pensar na sua possante, e acha que não existe coisa melhor no mundo do que andar de moto. Se sua mulher deixasse, guardava a moto na sala de jantar. Mas como não há substituto para sexo, guarda a moto debaixo de uma lona na garagem mesmo (mas só cobre depois do motor esfriar, nem que tenha que ir até a garagem as 3:00 horas da manhã mais fria do inverno para cobrí-la).

Biker: Ser totalmente sui generis. Também se considera de uma casta nobre, mas de um filó absolutamente diferente dos demais. Começou aos 10 anos com uma Caloi Super, de quadro de ferro e 10 marchas (era o moleque mais rápido do quarteirão no Polícia e Ladrão sobre bicicletas). Quando cresceu e virou gente, a 1ª moto que comprou foi uma RD350, que passava horas lavando e encerando. Divertiu-se muito com esta RD (”Meu, tu não acredita em quantos minuto fiz do trampo pra casa, e isso ao meio-dia”). Aí ganhou mais dinheiro, teve dois filhos, trocou a Parati rebaixada com vidro fumê por um Santana de 4 portas e comprou uma esportiva. Mais de 130 cavalos, sem contar o condutor, e velocidade final de 270 km/h (mas com o Sarachú que ele vai colocar vai passar dos 285 frouxo). Sua diversão é subir até o topo da serra e descer, uma vez atrás da outra, das 8:00 às 11:30 de todo sábado de sol, fazendo todas as curvas na horizontal. Sempre se veste com uma jaqueta que se liga por zíper à calça, das cores mais psicodélicas possíveis e que geralmente custam um valor de 4 dígitos. Quando chega em casa pro almoço depois do exercício de sábado, a 1ª; coisa que faz é abrir a jaqueta de guerreiro do futuro pós-apocalíptico e amarrar as mangas na cintura e em seguida atacar a geladeira atrás de líquidos, pois quase desidrata de tanto suar dentro do uniforme. Depois de beber dois litros de água, suco, chá, cerveja, etc, beija a mulher (como sempre ela manda ele tomar banho porque está fedendo chulé) e vai vistoriar os novos riscos nas pedaleiras que fez naquelas curvas animais da serra. E pensa consigo mesmo “Até sábado que vem ponho o Sarachu, aí sim vai dar pra aproveitar toda a potência da moto”.

Coxinha: Na verdade, esta definição serve para todas as tribos. É aquele ser que tem um veículo de duas rodas dentro da sala de TV. Acha que o importante é ficar babando em cima da moto, e só anda com ela nos fins de semana de sol e quando emenda um feriadão e não vai viajar com a patroa e os 3 filhos. Seu maior prazer é sair de carro com os amigos e falar de motos. Quando sai para dar umas voltas (depois de entrar no site do Inmet para ver se corria risco de tomar chuva naquele sábado de céu azul), não pára em sinaleiro sem ficar acelerando o motor. Geralmente sai no gás para frear em cima do carro em frente a 30 metros. Sua política é que moto é a melhor coisa do mundo, mas em viagem de mais de 30 km é melhor ir de carro por ser mais seguro, ter rádio toca-fita com magazine de 12 CDs no porta-malas, ar condicionado, etc. Além do mais, não sei não, mas parece que vai chover semana que vem, por isso não sei se vai dar pra ir junto com vocês…

Tiro Curto: Denominação dada a um ser vivente sobre duas rodas que vai a qualquer encontro, em qualquer lugar, pagando ou não, com qualquer tempo, mas raramente chega lá no dia programado. Sempre fica no meio do caminho para arrumar um probleminha na moto que só depende de se conseguir uma peçinha na cidade vizinha. A sua moto é o arquétipo da moto ideal, mecanicamente perfeita, e aqueles barulhinhos irregulares são charme. A bomba de óleo que estourou ontem, o fluido de freio vazando na semana passada e a torneira de combustível entupida do último encontro (30 dias antes) são coisas da vida que acontecem com qualquer um. Geralmente é o 1º a apoiar a idéia do MC comprar uma carretinha pro carro de apoio (”Lembra daquela vez que o Ciclano teve de dormir naquele motel pulgueiro? Ainda bem que não estava junto, já que minha moto estava na revisão, mas se a gente tivesse a carreta vocês poderiam ter colocado aquela porcaria da moto dele em cima”). Facilmente reconhecido, pois conhece os nomes de todo mundo na sua concessionária, do mecânico-chefe ao gerente ao cara de CG que faz entregas. Quando consegue chegar de volta de um encontro sobre a moto (e não dentro do carro de apoio) fala pra todo mundo que este foi um dos melhores encontros que aquela cidadezinha já fez. Muito melhor que o do ano passado, pois de tanta chuva (na verdade era uma garoa forte) molhou as velas e teve de dormir num hotel na entrada da cidade que lhe cobrou uma nota preta. “Este ano foi diferente, a organização não deixou ninguém nos explorar com hotéis caros… Aquela mancha de óleo ali? Isso é óleo que jogaram embaixo só para me sacanear. Esta moto não dá oficina”.

CGzeiro: Começou com uma Turuna 80 (aliás, impecável) do tio dele e agora esta já na sua 3ª Today. Seu sonho de consumo era uma Titan ES, mas agora com a YBR, está em dúvida…se a troca de óleo for mais barata pode até pensar. Entre seus amigos é muito querido, pois além de fazer zerinhos perfeitos (”aquela vez que a moto escapou e acertou um Palio 16v estacionado do outro lado da rua foi porque a rua ali na frente do colégio tem muita pedrinha solta por causa dos ônibus que passam de monte”) faz a melhor antena corta-cerol do bairro. Pensa um dia escrever para a Duas Rodas e perguntar se não querem fazer um teste com seu corta-cerol. Numa dessas pode até começar a faturar uns trocados com os pedidos…

Superbiker: Ser sobre duas rodas bastante curioso. Sua filosofia de vida é chegar lá. Não importa onde, desde que seja rápido. E antes dos colegas com aquelas velharias de 1998. Seu modo de trajar é bastante semelhante ao do biker, mas diferem por sempre usarem capacetes de fibra de carbono com kevlar trançado, viseira anti-embaçante e a prova de impactos e cinta jugular acolchoada de nylon anti-alérgico que pesa somente 127 g. Têm um jeito peculiar de andar quando estão sobre os próprios pés, pois sempre inclinam a cabeça para frente para melhorar a penetração aerodinâmica. Não são muito vistos sobre as motos, pois quando você vai olhar eles já passaram. Detestam andar devagar, pois o pressurized air charged direct double induction system só começa a funcionar a partir dos 195 km/h (se bem que a nível do mar já entra nos 185 km/h). Além do mais, andar a menos de 200 km/h é coisa de frouxo. São facilmente reconhecíveis nas boates dos encontros, pois sempre são os primeiros a chegar, e quando se pergunta a um deles se o túnel na BR ainda estava em reformas eles respondem “Reformas? Não vi máquina nenhuma…”. Outra característica marcante é seu ódio descomunal a insetos. Isto porque dói pra cacete levar uma besourada no pescoço a 298 km/h. Acredita piamente que até o ano 2010 estarão em produção motos de série que rompem a barreira do som (”Aí sim vai dar para curtir o vento no rosto…”).

Cruiser (Custom): Seu nome é derivado do tipo de moto de duas rodas que pilotam. Sua filosofia de vida é ir, não importa quanto tempo leva nem se vão chegar lá. Só ouvem rock, e respiram couro e comem cromo. Se não for cromado não presta. Vestem-se dos pés a cabeça com roupas de couro (até no capacete as vezes), incluindo-se cuecas e meias, geralmente na cor preta. Além do couro, adoram usar penduricalhos presos a roupa, como correntinhas, broches, etc. Não gostam muito do verão por que no sol toda esta roupa preta esquenta pra cacete. Consideram-se os bad boys do reino de duas rodas, mas a maioria pede: “por favor, não fala palavrão” e até respeitam mulheres no trânsito. Também não gostam de insetos, pois como geralmente usam elmos abertos, detestam comê-los quando estão pilotando. Nos encontros, se você perguntar se o túnel na BR ainda está em reformas, respondem com detalhes, pois andam tão devagar que conseguem até ler o nome nos crachás dos trabalhadores.

Trilheiro: Este ser não faz parte da fauna urbana, pois só se sente a vontade quando está no meio do mato. Seu credo é “no barro é que me realizo”. Estes bípedes só são felizes quando estão com barro até a cueca, já que andar no asfalto é coisa de mariquinha. Quanto mais chover melhor, pois assim a trilha estará bem enlameada. É um dos poucos seres sobre motos que sabe lavar roupa, pois sua mulher se recusa a pôr a mão ou deixar que a empregada lave aquela imundície que é a roupa dele andar de moto. Detestam os coxinhas e flanelinhas (ver abaixo), já que moto limpa não presta e é no mínimo coisa de fresco. Não vão muito a encontros, pois só existem encontros em cidades, nunca na terra ou no mato, e andar no asfalto é coisa de mariazinha.

Flanelinha: Também é um categoria de ser, sendo encontrado em todas as tribos e filos. Este ser bípide tem como meta na vida deixar sua moto brilhando. Não existe coisa pior que mancha ou sujeira. Também são uns dos poucos que lavam roupa, pois só usam roupa limpa ao andar de moto para não sujar o banco. Nos encontros que vão (apenas na época de seca e somente em cidades limpas) ganham todos os prêmios de moto mais bem conservada. Caracteristicamente sempre carregam um paninho, pois sempre pode aparecer uma sujeirinha. Conhecem de cor nomes e fabricantes de todas as marcas e tipos de cêras e polidores, além de conseguirem citar de traz para frente a sequência de lavagem de sua moto. Uns chegam ao ponto de plastificar a moto inteira (”Sabe como é, radiação ultra-violeta pode danificar a pintura. Nunca dá pra descuidar”). Nos encontros, para achá-los é só ir onde estão as meninas em trajes mínimos lavando motos. Geralmente tem um flanelinha ajudando ou ensinado elas a lavar.

Estradeiro: É uma espécie de nômade, que ainda não conseguiu criar raízes em lugar algum. Na dúvida, ele pega a estrada, não importa pra onde, desde que seja longe. Também não se importa em quanto tempo vai levar ou se tem alguma coisa lá, o importante é ir. Uma de suas características é transformar a moto num motorhome, com malas, alforjes, bagageiros, mochilas e pochetes por tudo, sempre com um 2º capacete em cima da pilha mais alta. Ó único ser sobre duas rodas que acha que talvez não seja totalmente verídica a estória que todo caminhoneiro tem a mãe na zona. Afinal, naquela viagem do mês passado ao Aconcágua que fez saindo pela Transamazônica, foi um caminhoneiro que lhe deu carona de volta a Manaus quando o pneu traseiro rasgou. Também não gosta de insetos, porque deixam aquela mancha verde na viseira. Sempre que se encontrar um estradeiro e ele disser já volto, desconfie, pois pode resolver que faz tempo que não vai às Missões e só voltar dali a um mês. Se pudesse, trocaria o irmão mais novo para ir de moto à Daytona. Saindo da Terra do Fogo, é claro.

Motoclube: Uma reunião formal, legalizada e com estatuto de seres sobre duas rodas. Normalmente, é composto por apenas uma espécie de ser, e todos são identificados por uma jaqueta ou colete de preferência bem surrados com uma figura nas costas e escrito embaixo “Pelo asfalto, minha vida” ou qualquer outro dizer imperioso assim. Quanto mais coisas e penduricalhos conseguir colar, costurar ou amarrar no colete ou jaqueta, melhor. Seus integrantes, nos encontros, só se misturam com integrantes de outros MC de seres da mesma espécie, e sua principal diversão é falar mal dos encontros pagos e das outras espécies. Alguns até tem sede própria, onde fazem as reuniões para decidir que encontro pagos vão boicotar ou qual membro vai ser punido por não usar o broche do grupo no último encontro que foram. A maior ocupação de seus integrantes é confeccionar adesivos para poderem trocar com os outros MC e aí colar no painel da sede. Os Motoclubes mais abonados mandam pintar o carro de apoio, a carretinha e a sede inteira com as cores do grupo, e com uma baita brasão na parede (no carro de apoio colocam aqueles adesivos magnéticos com o emblema do MC nas portas). Para se relacionar bem com estes seres, é necessário certo conhecimento de zoologia para se poder saber qual o bicho é o animal que adotaram como símbolo (além dos seus hábitos, se é carnívoro, onde se encontra, seus ritos de acasalamento, etc.).

Fonte: ciadaliberdade.com.br 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

#Dicas: Postura-posições corretas de pilotagem.

Amigas e amigos do motociclismo, chegamos em Outubro. Que beleza! Continuamos aqui na contagem para a chegada das tão esperadas férias!!! Estrada!!!!!!
Enquanto esse dia não chega, vamos seguindo nossas vidas. Você, sabe qual a posição correta para pilotar a sua moto?
Confira!!!


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Apreciar a paisagem numa custom ou testar limites numa esportiva pode ser ainda melhor pilotando na posição correta.
A posição de pilotagem não é uma preocupação exclusiva dos pilotos. Com as orientações corretas, todos os motociclistas podem evitar pequenos vícios de postura, viajar mais e com mais conforto. Isso sem falar na saúde, depois de alguns anos sobre duas rodas. "O ideal é que a pessoa se sinta confortável e numa posição segura na moto, sem dores lombares ou nos ombros", diz o ortopedista Alexandre Ferreira, que cuida dos pilotos dos campeonatos organizados pela CBM.

Cada estilo de moto posiciona o piloto de forma diferente, exigindo mais suporte de determinados músculos e articulações. Partindo de dois extremos fica fácil perceber: numa custom, o guidão mais próximo do corpo e as pedaleiras à frente deixam o piloto apoiado sobre o quadril, literalmente sentado; já numa esportiva, o guidão baixo e embutido na carenagem exige que o corpo se estique para a frente, enquanto as pernas ficam recuadas para que os pés se encaixem nas pedaleiras, na mesma linha do banco. "Também vemos muitas pessoas que compram motos inadequadas para suas medidas", explica o ortopedista da CBM. "Responder a duas perguntas já ajuda a evitar boa parte dos problemas posturais: você consegue colocar os dois pés no chão? E alcançar o guidão sem esticar totalmente os braços?".

A seguir, ilustramos as posições mais tradicionais por estilo de moto, identificando os vícios mais comuns e, com a ajuda da fisioterapeuta Paula Senna, recomendamos o que fazer em cada caso para viajar confortavelmente e chegar ao destino sem ficar "moído" depois da viagem. Afinal, o fim de semana na estrada deve ser um prazer, não um martírio! Encontre seu tipo de moto e descubra a melhor maneira de pilotar.


Esportiva



VÍCIOS

Sustentar o peso do corpo nos braços e ombros;

Embutir na carenagem e permanecer "deitado" sobre o tanque, com a cabeça levantada e inclinada para trás.

MELHOR POSIÇÃO

Manter braços e ombros relaxados, dividindo o peso do corpo com as coxas, pressionadas contra as laterais do tanque;

Com o tronco mais ereto, a cabeça fica numa posição mais confortável para o pescoço. De qualquer forma, realizar movimentos circulares com a cabeça lentamente ajudam a aliviar as dores na região;

Os cotovelos mais próximos do corpo aliviam a tensão sobre os ombros; As dores na musculatura da região da canela são conseqüência das pedaleiras, que obrigam as pernas a formarem um ângulo fechado com os pés. Apoiar a ponta de um pé por vez no chão e fazer movimentos circulares a cada parada alivia as tensões na região.


Custom



VÍCIOS

O peso do corpo concentrado no quadril sobrecarrega a base da coluna e tende a curvá-lo para frente, recebendo ainda o impacto dos buracos.

MELHOR POSIÇÃO

Evitar uma curvatura excessiva das costas e aproveitar as paradas para alongar reduzem o cansaço da posição;

Ao menos a cada duas horas levantar da moto e erguer os braços esticados 10 vezes, até atrás da linha da cabeça, sem forçá-los, diminui o incômodo do corpo curvado à frente e restabelece a posição natural.


Street e Trial



VÍCIOS

Relaxar excessivamente as costas faz com que o piloto se curve para frente, concentrando o peso nos ombros, braços e base da coluna.

MELHOR POSIÇÃO

A posição das motos street e trail é a que permite a distribuição do peso do corpo com mais equilíbrio. As pedaleiras na mesma linha do corpo transformam as pernas em amortecedores e minimizam os impactos sobre a coluna. Manter a coluna ereta é a maneira ideal de evitar dores na região lombar e fazer o melhor uso desta posição.

Fonte: Revista Duas Rodas