quarta-feira, 29 de maio de 2013

#Dicas: Saiba como evitar os maiores perigos de pilotar durante a noite.

Pilotar à noite significa encontrar situações com luminosidade reduzida. Por este motivo, o nível de atenção deve ser redobrado, uma vez que sua visão é prejudicada e pode ocorrer ofuscamento.
Conheça os riscos de pilotar à noite e como agir para percorrer seu trajeto com segurança:
Os riscos
Há redução na noção de profundidade e alteração na percepção dos espaços e movimentos. Além disso, os olhos deixam de perceber algumas cores com tanta nitidez, sendo o vermelho a primeira tonalidade a ser limitada – justamente a cor que sinaliza veículos à sua frente assim como os momentos de freadas.
Evite o ofuscamento
O farol dos carros que vêm na direção oposta – principalmente se estiver alto – pode provocar uma cegueira momentânea. Como uma reação imediata, os olhos tendem a se fechar quase que completamente, o que ajuda a minimizar ofuscamento. Mas você também pode ajudar a suavizar este efeito com uma medida simples: basta evitar olhar diretamente para a luz que se aproxima.
Atitudes seguras
Além de reduzir a velocidade de sua motocicleta, procure vestir peças claras e materiais com áreas que refletem luz. Mantenha o visor do capacete limpo e sem riscos, para não prejudicar ainda mais a sua visão. 




Fonte: http://www.michelin.com.br/

#Dicas: AQUAPLANAGEM: APRENDA COMO EVITÁ-LA.

Quatro atitudes positivas para você pilotar com segurança em solo molhado.
Sabe quando a motocicleta passa por cima de uma poça de água e, por alguns segundos, ela parece deslizar, sem que você consiga controlá-la? Esta perigosa experiência se chama aquaplanagem: é o momento em que a água se interpõe entre o asfalto e o pneu, fazendo com que seu veículo perca o contato com o solo.
Quando a motocicleta passa sobre a superfície molhada, forma-se uma espécie de onda à frente dos pneus. A banda de rodagem rompe essa onda, por sua compressão. O problema se dá quando a pressão do pneu é inferior à da água: sem conseguir empurrá-la, ele perde o contato com o solo.
4 dicas de ouro para evitar a aquaplanagem
1. Sempre confira a pressão dos pneus
Se os pneus estiverem 30% abaixo do recomendado pelo fabricante, a probabilidade de sofrer aquaplanagem aumenta significativamente.

2. Nunca ande com pneus gastos
Sem a profundidade do desenho de escultura, o pneu perde a capacidade de drenagem da água.
3. Diminua a velocidade antes da poça
Quanto maior a velocidade do veículo e mais profunda for a poça de água, maior a probabilidade de ocorrer aquaplanagem. Portanto a dica é pegar mais leve no acelerador, principalmente antes de entrar nas áreas com acúmulo de água.
4. Não acione o freio
Caso passe por cima da poça de água e sinta sua motocicleta perdendo o atrito com o chão, evite frear. Procure manter a calma e segure a direção com força, mantendo o controle sobre o veículo e deixando a motocicleta equilibrada.

Fique atento, para curtir o passeio numa boa!




Fonte: http://www.michelin.com.br/

#Dicas: Dicas para superar as derrapagens e irregularidades na pista.

Derrapagens, buracos e ondulações nas vias podem desequilibrar a motocicleta e ocasionar a queda do piloto – por vezes causando graves lesões, sério risco de atropelamento e diversos outros acidentes.
Para minimizar as consequências destes imprevistos, saiba como controlar sua motocicleta em duas situações limites mais comuns.
1. Derrapagem

O caso mais complicado de contornar é quando ocorre o travamento da roda dianteira. Nesta situação, libere a alavanca de freio e, em seguida, volte a acioná-la com suavidade para retomar a frenagem. Desta forma haverá maiores possibilidades de controlar sua motocicleta.
Se a derrapagem acontecer devido ao travamento da roda traseira – fato que ocorre com maior frequência - fixe o olhar na direção que deseja seguir e tente manter uma trajetória reta enquanto controla a derrapagem pelo guidão.
Neste caso, libere o acionamento dos freios e volte a acioná-los suavemente logo em seguida. E lembre-se: sempre mantenha a motocicleta em pé (nunca incline seu veículo).
2. Irregularidades na via

Buracos e ondulações na pista são obstáculos frequentes aos pilotos de motocicletas. Caso você encontre um destes imprevistos pela frente, procure levantar-se em cerca de 15 cm do assento com o auxílio das pedaleiras, para evitar um choque violento.
Enquanto estiver nesta posição, mantenha os joelhos flexionados e segure o guidão com força, mantendo braços e punhos prontos para receberem o choque.
Fique nesta posição apenas durante o tempo necessário, depois volte ao assento o quanto antes. 



Lobo, pilotando Atacama.



Fonte: http://www.michelin.com.br/

quinta-feira, 23 de maio de 2013

# Dicas: Conduzindo com vento e chuva.


Excelente texto, motivo pelo qual estamos compartilhando aqui no nosso blog:


Dependendo da sua experiência de condução, habilidade, preparação e tolerância ao risco, conduzir uma moto ao vento e à chuva pode ser um desafio divertido ou assustador se não estiver bem prevenido. Saiba como conduzir uma moto ao vento e à chuva e salvaguarde a sua segurança e a dos outros utentes da estrada.
A condução ao vento e à chuva: um processo de aprendizagem
Alguns moto riders evitam conduzir ao vento e à chuva, principalmente andar de moto no inverno em áreas com muita precipitação anual. No entanto, mais cedo ou mais tarde, todos os motociclistas acabam por ter de enfrentar as más condições atmosféricas contra ou a favor da sua vontade.
Quando surgir a necessidade de conduzir ao vento e à chuva, deve pensar que isso faz parte de um processo de aprendizagem único que lhe vai permitir desenvolver novas habilidades e competências como motociclista. Andar de moto ao vento e à chuva é assim um desafio que separa os bons dos maus condutores. Por exemplo, quando os ventos estão fortes e se encontra a chover muito, as corridas de MotoGP não são canceladas, o que significa que a máquina e o homem se conseguem adaptar às exigências do mau tempo.
Quais os acessórios indicados para conduzir uma moto ao vento e à chuva?
Se existem momentos em que a maioria dos riders concorda com a escolha de um capacete que cobre toda a cara, andar à chuva é seguramente um deles. Sem proteção facial, as gotas de água da chuva e os ventos fortes parecem picadas de abelhas quando o motociclista viaja a alguma velocidade.

Por outro lado, ter roupa apropriada também é vital para combater a chuva e as fortes correntes de vento que se fazem sentir ao volante de uma moto. Existe equipamento próprio para andar de moto no inverno, como o fato térmico, a balaclava, as luvas e o calçado com sola de borracha, entre outros acessórios mas, o mais importante é que o motociclista se mantenha sempre quente e confortável para viajar com a máxima segurança.
Tenha em atenção que deverá utilizar uma camisola interior de lã ou de poliéster para ficar mais protegido do frio e da chuva. Assim ficará o mais aconchegado possível e à conta disso cometerá menos erros.
Quando os meses frios se estiverem a aproximar, deverá testar o seu equipamento num dia chuvoso perto de casa, pois ao fazê-lo conseguirá conviver bem com a chuva e com o vento em vez destes estragarem o seu dia e a sua viagem.
Quais os aspetos a ter em conta na condução de uma moto ao vento e à chuva?
Para conduzir uma moto ao vento e à chuva com a máxima segurança, é necessário atentar para os aspetos seguintes:
A tração da moto
A água da chuva faz com que o asfalto fique mais sujo, o que faz com que os pneus da moto percam parte da sua aderência. Depois das primeiras chuvadas, as sujidades e os resíduos de óleo e de combustível acumulados na estrada formam uma camada escorregadia que dificulta a travagem de um veículo de duas rodas.
Uma forma de testar a tração de uma moto passa por prender, de uma forma rápida e cuidadosa, o travão traseiro. Trata-se de um teste que também funciona com o piso seco e é uma forma de ver como o pneu está a “agarrar a estrada”. Deve ser feito apenas numa parte plana da estrada e não em curvas, caso contrário a roda traseira sairá de linha.
No entanto, os moto riders devem ter em atenção que existem determinadas zonas de risco na condução de uma moto ao vento e à chuva como, por exemplo, os pavimentos que foram recentemente pintados, reparados ou alcatroados, algumas superfícies de concreto e estradas com gravilha, areia ou óleo.
Como andar em segurança
Naturalmente, as palavras de ordem para andar de moto em segurança numa estrada molhada são: reduzir a velocidade e ter muito cuidado com as manobras realizadas. Assim, deve manter o corpo relaxado para a moto andar normalmente e usar os travões de uma forma progressiva e não de uma maneira abrupta. Além disso, deve acelerar suavemente e andar numa velocidade acima da recomendada, de modo a evitar derrapagens da roda traseira.
A aquaplanagem acontece menos com um pneu de moto arredondado do que um pneu de automóvel, mas, quanto maior for a velocidade e o tamanho do pneu, maiores serão as possibilidades de derrapar. Os pneus de chuva têm mais furos que os pneus secos de alto desempenho para escoar melhor a água, o que faz com que adiram melhor à estrada.
A visão do motociclista e a visibilidade da moto
Quando as condições climatéricas são desfavoráveis para a prática da condução de uma moto, os motociclistas devem deslocar-se para o centro da faixa de rodagem, de modo a serem vistos por todos os utentes que circulam na estrada.
Tenha em atenção que devido à cortina de água que é provocada pela chuva e pelo embaciamento dos vidros dos carros, os condutores dos automóveis também podem ter muitas dificuldades de visão. Assim sendo, deve manter os máximos da sua moto ligados para ver melhor e para ser visto e identificado por todos.
Os óculos ou lentes amarelas e cor de laranja também podem ajudar a acuidade visual de um motociclista, especialmente na condução durante o dia, pois faz com que o ambiente seja mais claro e não tão soturno. As cores refletivas e de alta visibilidade são também muito importantes, pois, identificam o motociclista e mostram o local que ele ocupa na estrada. É por isso que os capacetes e os fatos térmicos têm muitas cores fluorescentes e brilhantes.
Os ventos e as trovoadas
Existem vários tipos de motos com carenagens muito leves e estas geralmente são mais suscetíveis aos ventos laterais. Dessa forma, é necessário que o motociclista se incline ligeiramente contra o vento para se manter equilibrado. No entanto, deverá estar pronto a compensar essa ligeira inclinação se o vento parar subitamente.
Tenha também em mente que não é aconselhável andar de moto quando está a trovoar, principalmente se estiver na zona de ação dos relâmpagos, uma vez que existe a possibilidade de ser eletrocutado.
A importância da distância de segurança
A condução segura de uma moto implica que os motociclistas mantenham uma distância de segurança dos outros veículos que circulam na estrada. Quando as condições atmosféricas são adversas, a velocidade de andamento deve ser menor e a distância de segurança que separa todos os veículos deve ser maior. No entanto, muitos riders que tendem a seguir muito de perto a traseira de um automóvel não conseguem mudar os seus hábitos quando está a chover. Ao fazerem-no, estão a colocar a sua vida e a dos outros em perigo, pois, o risco de ocorrer um acidente ou uma fatalidade por não respeitar as distâncias de segurança é muito grande.

Fonte texto: http://motoclube.com/artigos - acessado em 22/05/2013.

Lobo


Forte abraço e boas estradas.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

#Dicas: Idade mínima para andar de carona em motocicleta.


PARA ORTOPEDISTAS, 16 ANOS É IDADE MÍNIMA PARA CARONA EM MOTOCICLETA.

O representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT na câmara temática sobre “Transporte de Crianças em Motocicleta” defendeu a proibição de carona para crianças com menos de 16 anos. A tese, que foi vencedora na reunião promovida pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo será encaminhada ao Congresso Nacional, onde está sendo discutido o projeto de lei 6.401/99, do ex-deputado professor Victorio Galli.
O então parlamentar quer mudar a legislação atual, que proíbe o transporte de menores de 7 anos de idade em motocicletas, motonetas e ciclomotores, elevando a idade para 11 anos, tese que não é aceita pelos ortopedistas.
Durante a reunião da ‘Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito’ o representante da SBOT, ortopedista pediátrico Miguel Akkari, justificou que não há argumentos técnicos para defender a liberação aos 11 anos, pois do ponto de vista médico “não há diferenças anatômicas importantes entre a criança de 7 e de 11 anos, ao contrário do que ocorre quando a idade é de 16 anos, na qual a estrutura esquelética já é bem próxima daquela do adulto”.
Para Akkari, não há sentido em liberar uma criança de 11 anos para ser carona no veículo que mais se envolve em acidentes no Brasil, no momento em que as autoridades de trânsito procuram, em trabalho conjunto com as sociedades médicas, encontrar formas de minorar o número de mortes em acidentes com motocicletas, aumentando o nível de segurança de veículos em duas rodas.
O aumento do número de acidentes envolvendo motocicletas é tão grande, no Brasil, que preocupa a Organização Mundial da Saúde, cuja representante, Mercedes Maldonado, recentemente lembrou que com uma frota mais reduzida que a de automóveis, as motos já representam 16% dos acidentes no País. Outro problema é a gravidade desses acidentes que, segundo depoimento de Mauro Ribeiro, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, fez com que em algumas localidades o índice de mortes em acidentes com motos passe a representar mais de 50% dos óbitos.

Texto: DOC Press Luchetti.