segunda-feira, 7 de maio de 2012

#Novidade: Duke 200 chega no próximo semestre.


Austríaca, KTM lançará motocicleta bem equipada por R$ 15.000



Você já conferiu no iG Carros que é possível ter uma motocicleta entre R$ 10 mil a R$ 16 mil com um visual descolado e um motor razoável para uso urbano. Nesta faixa de preço, a vida sobre duas rodas se torna mais confortável e segura com os modelos de até 300 cc. Mas, se ainda há dúvidas sobre qual moto comprar neste segmento, aguarde.

A austríaca KTM prepara o lançamento nacional da Duke 200 para o próximo semestre. Segundo alguns vendedores da marca, ela custará em torno de R$ 15.000 para concorrer com a Kawasaki Ninja 250R, entre outras motos.

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A primeira aparição da Duke 200 no Brasil foi durante o Salão das Duas Rodas de 2011, em São Paulo (SP). No evento, a marca mostrou uma motocicleta completa com painel digital, suspensão invertida na parte dianteira, rodas de liga leve e freios hidráulicos a disco. Tudo indica que ela seja vendida com todos estes itens de série.

Toda estrutura é projetada sobre a Duke 125, vendida na Europa. Este modelo, por sua vez, não conseguiu espaço no mercado nacional devido às altas taxas de importação para motos de baixa cilindrada, conforme informou a fabricante.

Fábrica no Brasil

Mesmo sem confirmar a importação da Duke 200, a KTM informou que o plano para a construção de uma fábrica no Brasil segue em andamento. A unidade fabril será situada em Manaus (AM), onde receberá os produtos desmontados da Europa para a montagem no Brasil (sistema C.K.D.).

Segundo a fabricante, os primeiros modelos produzidos no país receberão motores de 990 cc. Ainda não há nenhuma previsão de conclusão da planta. 

Fonte: Ícaro Bedani | 26/3/2012 17:50

sexta-feira, 4 de maio de 2012

#Dicas: PASSE NO BANHEIRO ANTES DE VIAJAR.


O título pareceu engraçado ou lembrou alguma piada? Mas infelizmente não é. É papo sério.

Algumas vezes uma informação sobre saúde ouvida uma única vez pode ser relembrada por toda a vida, gerando um comportamento preventivo. Esse foi o impacto de uma palestra, proferida por um cirurgião de um pronto socorro cujo tema era a ruptura de bexiga por acidentes automobilísticos.

Após a palestra os banheiros estavam repletos e os comentários sobre ir ao toalete antes de entrar em um veículo eram enfáticos, demonstrando que o recado fora ouvido.

Através de dados estatísticos e imagens precisas, o especialista demonstrou como, num acidente que pode ser até banal, estando a bexiga cheia, há risco dela literalmente 'estourar'.

Fatos assim, bem demonstrados, são suficientes para, uma vez conhecidos, jamais serem esquecidos.

Ao informar a platéia atenta sobre a freqüência de atendimentos de urgência para sutura de bexiga derivadas de acidentes de carro, perceberam-se rumores e olhares de temor no público em geral.

A causa mais comum das lesões da bexiga é a contusão (golpe externo), a qual ocorre, sobretudo, devido a acidentes automobilísticos, podendo também decorrer de quedas ou lesões esportivas.

A maioria das rupturas da bexiga ocorre pelo trauma externo e tem como causa principal a bexiga cheia durante o acidente.

A bexiga cheia de urina absorve o impacto do golpe externo e não tendo resistência suficiente, explode como um balão de ar.

Através da fenda que se abre, a urina e o sangue invadem a cavidade peritoneal, onde se encontram os intestinos, podendo provocar uma peritonite química e infecciosa com enorme dor. Os principais sintomas são a presença de sangue na urina e a dificuldade de micção. O diagnóstico precoce é importantíssimo, requerendo procedimentos radiográficos para delimitar as lesões e avaliar os escapes de urina.

Portanto, bexiga cheia e acidentes automobilísticos podem ter sérias conseqüências causando desde internações e até mesmo morte.

As lacerações menores requerem internação, pois será necessário tratamento com sondas uretrais para drenar a urina, o que dura entre 7 a 10 dias. Nesse tempo, o tecido da bexiga pode cicatrizar sem intervenção. As lesões maiores com conseqüente descontrole de sangramento ou o extravasamento de grandes volumes de urina para os tecidos vizinhos podem exigir uma reparação cirúrgica.

A sutura de bexiga não é um procedimento trivial. Requer um trabalho delicado em um tecido difícil. Complicações podem ocorrer como inflamação da área suturada e até infecções hospitalares, não muito raras em grande parte dos hospitais.

Entre os riscos de uma lesão grave está uma pressão arterial perigosamente baixa que pode acarretar choque e morte.

Assim, é sempre bom passar no banheiro e esvaziar a bexiga antes de entrar em qualquer veículo (automóvel, motocicleta, ônibus, aeronave, etc.), pois, se estiver vazia, o risco de rompimento diminui drasticamente.

Informação dessa natureza deve ser repassada, e aqui o boca a boca pode salvar vidas.

Human Body - Steve Parker, 1993, Dorling
Kindersley Limited

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#Dicas: manutenção em motos - Pneus



Uma das dúvidas mais freqüentes é o que fazer se o pneu furar. Existem alguns recursos no mercado e algumas precauções que devem ser tomadas. Recomendamos nunca pegar a estrada com pneus carecas ou em mau estado de conservação.
Para pneus sem câmara de ar, siga as mesmas recomendações do pneu com câmara, mas lembre-se de incluir buchinhas no seu kit de reparo.

Nas viagens
Durante viagens longas sua moto vai precisar de manutenção, pois o desgaste das peças e engrenagens é muito maior. É necessário verificar a cada 500 Km o nível do óleo do motor, a lubrificação e a tensão da corrente. Sempre que parar para abastecer verifique se os pneus precisam de calibragem. Cuidado com a disposição da bagagem e a tensão das amarras, pois elas podem se soltar durante a viagem. Não leve mochilas nas costas, pois elas causam cansaço e “caem” nas curvas.

Cuidados: procure não desrespeitar a velocidade limite, pois um tombo longe de casa pode estragar sua viagem. Cuidado com o garupa: procure levar pessoas preparadas, pois o passageiro vai sofrer um cansaço físico maior que você. Evite viajar durante a noite.

Lubrificação da corrente: todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente. Isso evita o desgaste excessivo, apesar de sujar bastante a roda traseira. O lubrificante mais recomendado é óleo 90 (altamente viscoso), embora alguns prefiram graxa náutica – que é branca e não sai com água.

Calibragem dos pneus: a calibragem correta dos pneus é um dos fatores que auxiliam nas curvas. As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro), quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente).
Obs.: o pneu, quando aquece por dilatação do ar, pode aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes – como uma viagem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C – pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro, pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir, utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantém mais estável a calibragem. Resumindo, quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.

Troca dos pneus: quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos, procure sempre trocar em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após a troca, lembre-se que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa.
Quando trocar? Geralmente os pneus originais duram em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas custons. Mas, independente disso, se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não hesite, troque-os! Se você começar a perceber que a moto está um pouco instável, especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem. Se estiver correta, verifique o desgaste dos pneus.
Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus. Alguns mais duros – que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite – e outros mais macios – que duram menos, mas que são “verdadeiros chicletes” no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa.


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#Dicas: manutenção em motos - Demais itens.


Parafusos em geral: sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor, quanto pelo tipo de calçamento, afrouxam sistematicamente os parafusos. Mantenha sua moto sempre justa.

Gasolina no tanque: os mecânicos de competição no Brasil recomendam que se use gasolina comum a maior parte do tempo. Não adianta usar gasolinas especiais com maior octanagem, pois o rendimento na cidade e na estrada é imperceptível. O aconselhável é usar, de vez em quando na estrada, um ou dois tanques de gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. Manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas na parte superior do tanque. Quando essas gotículas permanecem por muito tempo, tendem a formar ferrugem no tanque, provocando oxidação das partes móveis de bomba, carburador, etc. Mantenha sempre o tanque o mais cheio possível, o que evita também que a bomba receba sujeira ou água.

Bateria: uma vez a cada seis meses cheque o nível da água da bateria. No entanto, se o farol enfraquecer em marcha lenta, piscar junto com a sinaleira ou acender quando você acelera, procure um posto e complete o nível da solução. Caso não funcione, troque a solução. Obs.: se você for viajar e deixar a moto muitos dias sem ligar, desligue o pólo (-) negativo da bateria por segurança e por precaução contra uma possível descarga da bateria.

Moto no descanso central: as motos com motor em linha (cilindros um ao lado do outro), que tem carburadores um ao lado do outro, devem, preferencialmente, ficar no descanso central. Essa medida serve para manter a equalização dos carburadores, pois quando a moto está no descanso lateral, por gravidade, os carburadores ficam com níveis variados de combustível facilitando a perda da equalização- responsável pelo funcionamento equilibrado de todos os cilindros. Se a sua moto for ficar mais de três dias sem funcionar, opte por usar o cavalete central. Nos casos de esportivas que não possuem cavalete, compre um que suspenda a roda traseira.

Capa da moto: nunca coloque a capa quando a moto ainda estiver com o motor quente. Além do risco de incêndio por tocar partes super aquecidas, a capa ainda pode fazer a moto suar e, com o tempo, oxidar partes metálicas.


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quinta-feira, 3 de maio de 2012

#Dicas: SEGURANÇA BÁSICA.


1. Ande sempre equipado.

Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.

Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar.

2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite.

Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam.

3. Concentração é fundamental.

A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista.

Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz "na dúvida, acelere", só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool.

4. Pilote de forma defensiva.

A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros.

5. Conheça as ameaças mais comuns.

Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra.

Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio).

6. Desenvolva o autocontrole.

Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades.

7. Identifique as armadilhas do solo.

Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel.

Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem).

8. Viajar à noite, não.

Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite.

9. Olhe para a frente.

De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, "filmar" uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente.

10. Assaltos, um perigo a mais.

Como se não bastassem todos esses cuidados e os "abusos" que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas.

Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto.

Pensamento positivo

Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: "se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!"

De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza.

O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado.

Fonte: José Ricardo Zani

Boas estradas!!!