quinta-feira, 12 de setembro de 2013

#Atenção: 5 maiores erros ao pilotar.

1 - Falha em reconhecer o perigo antecipadamente:
Pilotos inexperientes ou mal treinados normalmente não desenvolvem a capacidade de antecipar situações de perigo, que é fundamental na pilotagem segura. Quanto mais tempo você tiver para reagir, maiores chances terá para evitar um acidente. Ou, alguns, simplesmente não reconhecem um perigo e conseqüentemente não fazem nenhuma correção para evitá-lo.
A triste realidade do motociclismo é que você é menos visível do que os veículos maiores. Sua habilidade em evitar perigos depende de sua capacidade em reconhecer situações no tráfego em que você pode estar invisível aos outros usuários da estrada e que exigem ajustes de sua parte, relacionados à velocidade e posicionamento na pista.

2 – Frenagem excessiva da roda traseira:
Você conduziria seu carro com somente 30 a 40 por cento dos freios disponível?
As investigações demonstram que pilotos inexperiente fream excessivamente a roda traseira, às vezes excluindo totalmente os freios dianteiros. Obviamente isto aumentará a distâncias de parada e a possibilidades de uma colisão. Muitos pilotos, interrogados logo após um acidente, não recordam nem mesmo se aplicaram os freios dianteiros. Por outro lado, usar exclusivamente os freios dianteiros, numa motocicleta de grande porte, provoca a mesma situação. A regra de ouro ainda é aplicar mais intensamente os freios dianteiros, mas agregar a frenagem dos freios traseiros, também.

3 – Negociação nas Curvas:
Os seguintes erros são os mais frequentes:
Entrar na curva com velocidade excessiva – incapaz de reconhecer a severidade da curva, o piloto normalmente decide aplicar os freios ao inclinar-se para reduzir a velocidade, levando à inevitável perda de aderência e de tração.
Não olhar através da curva, geralmente fixando-se em um obstáculo. A regra de segurança determina que você deve fixar sua visão aonde você quer estar e não no ponto à sua frente.
Falha na inclinação correta, de acordo com a velocidade. Muitos pilotos falham em usar a inclinação necessária para passar pela curva, inclinando-se demasiadamente (e perdendo tração) ou inclinando-se menos e saindo da faixa da curva.
Aplicar os freios enquanto se inclina. Na maioria das vezes, a quantidade de frenagem aplicada excede a capacidade de tração dos pneus, na inclinação em que se encontra a motocicleta.
Escolha da trajetória – o piloto escolhe uma trajetória que o leva a cruzar a faixa de separação das pistas ou o coloca muito próximo desta faixa, ficando no caminho dos veículos em direção oposta e que podem estar muito próximos da mesma faixa.

4 – Direção:
As investigações demonstram, frequentemente, situações em que parece que o piloto virou em direção ao outro veículo, ao invés de distanciar-se dele. Ou não fizeram um movimento evasivo que poderia ter evitado a colisão. Ou, ainda, seguiram em direção a um obstáculo que poderia ter sido evitado.
Este erro é atribuído à falta de conhecimento da contra-exterção. As motocicletas necessitam de comandos distintos em baixa e alta velocidade. Em baixa velocidade, ou quando estamos manobrando, normalmente giramos o guidão na direção aonde queremos chegar. Em alta velocidade, o movimento é ao contrário: se queremos ir para a direita, o guidão tem que ser movido para a esquerda.

5 – Falta de treinamento:
A falta de treinamento é um erro gravíssimo. Muitos acidentes poderiam ser evitados se os pilotos tivessem treinamento adequado, antes de entrar numa rodovia. Pilotar na cidade, em baixa velocidade, é totalmente diferente de faze-lo numa rodovia, em velocidades superiores a 100 km/h.
Muitos acidentes ocorrem com motociclistas inexperientes e mal treinados. Este é um erro terrível porque acidentes com motocicleta podem ser muito sérios.
   A inexperiência conduz sempre a uma pilotagem além de sua capacidade ou habilidade.
   Pilote sempre com a segurança em primeiro lugar.

Texto: Escrito por: Comandante Maccori - treinador e orientador do motociclismo.




Boas estradas! Pilote com atenção e compartilhe essa informação!
Forte abraço.

#Dicas: BALACLAVA, POR QUE USAR?

A balaclava é um equipamento que tem como principal finalidade (pelo menos a mais conhecida) a proteção térmica da cabeça do piloto. Mas ela não se restringe apenas a esse fim.

Ela protege também o pescoço do piloto contra os resíduos que estão suspensos na estrada, como poeira, insetos e poluição. Evita que o cabelo longo danifique ou fique cheio de nós ao entrar em contato com o vento.

Outra função da balaclava: já lavou o seu capacete e percebeu que havia insetos dentro da ventilação dele? Pois é, a balaclava entra como proteção nesse caso também. Ela impede que esse inseto ou algum resíduo entre em seu cabelo sem que você perceba.

Já percebeu também que em uma viagem de maior distância, em certa altura, sua cabeça começa a coçar mais que o normal? Muita gente chama de “piolho de capacete”, mas é apenas uma brincadeira. Trata-se do suor, que impregna no cabelo e por consequência no capacete, e o transforma em uma estufa. Uma balaclava que transfere esse suor para fora é essencial para uma pilotagem confortável, além de uma ação bacteriostática, que inibe a formação de odores, algo que também merece muita atenção dos motociclistas.

E proteção solar? Sabe aquele espaço que sobra sem proteção, entre a jaqueta e o capacete, na nuca do piloto? Esse é o maior ponto de queimaduras de sol durante uma viagem.

Só vantagens usar balaclava afinal, você pode se proteger no frio e no calor, além de proteger seu equipamento, aumentando e muito sua vida útil!

Nós usamos sempre!
Forte abraço e boas estradas!

Em Villa La  Angostura, Chile (Jan/2012).

Fonte: Texto adaptado de rockriders.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

# Curiosidades: Quem é quem no mundo das motos.

Conheça das palavras que definem o mundo das motocicletas

Nas publicações sobre motociclismo, é comum o leitor às vezes ficar confuso com os termos utilizados para definir uma ou outra categoria de moto. Então, para esclarecer as várias nomenclaturas que definem o mundo das duas rodas, consulte o glossário a seguir:






Alguns termos usados acima:

Underbone – nome dado às versões “cub” cujo revestimento estilístico acompanha o elemento principal de seu chassi.
Sidecar – dispositivo carenado, afixado na lateral das motocicletas ou motonetas, para transporte de passageiro em posição sentado.
Carenagem – Revestimento em formato de “carroceria”, conferindo à motocicleta aparência assemelhada às versóes destinadas à competição.
On road – veículos destinados à circulação em vias pavimentadas.
Off-road – veículos destinados à circulação em vias NÃO pavimentadas.



Fonte: motonline | Fonte: Mário Sérgio Figueredo - consulta: Abraciclo / CTB


Boas estradas!
Confraria dos Lobos

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

# Dicas: Garfo dianteiro, como ajustar.

Se você tem uma 125 ou 150 street que tem suspensão dianteira mole demais, ou ainda uma trail 125 ou até 300 que use garfo tipo Ceriani, e quer melhorar a suspensão dianteira para uma tocada mais equilibrada, saiba que é fácil consertar isso.




Para saber se sua moto tem a dianteira deficiente, necessitando desse procedimento, saiba aqui como verificar o sag da sua moto. Se ela atuar na frente de forma desequilibrada, diferente da traseira, um ajuste será necessário.

Defina também o tipo e viscosidade do óleo que você vai usar. Quase sempre esse tipo de suspensão não tem ajuste no sistema hidráulico, portanto a única opção para mudar a ação do amortecimento é na viscosidade do óleo. O mais recomendado para garfos dianteiros de motos tipo Ceriani é o ATF (Fluido para transmissões automáticas). Há também lubrificantes especiais para sistemas hidráulicos de máquinas com variados graus de viscosidade. Use um grau a mais se necessitar de uma suspensão mais dura, mas não ultrapasse o grau 20.

Muitas montadoras não ajustam a calibração da suspensão de suas motos. Elas vem com “set up” para as ruas do exterior e por aqui sofrem por mergulhar demais nas frenagens e por repicar nas irregularidades do péssimo asfalto brasileiro. Um pouco de destreza mecânica e ferramentas adequadas é tudo que você precisa para corrigir isso.




Normalmente, geral a quantidade de óleo no garfo é mínima, apenas o suficiente para não entrar ar pelas válvulas. Isso deixa a suspensão sujeita exclusivamente à força de retorno da mola. Essa força pode diminuir com o tempo, e mais ainda: não é dura o suficiente para o uso no Brasil. Há quem coloque calços (use pequenos tubos de PVC marrom) nas molas mas o aumento da pré carga nas bengalas, raramente resolvem o problema, pois costumam reduzir demais o sag. Entretanto, você pode transformar a suspensão da sua moto em um sistema hidropneumático. Desde que ela não tenha cartucho interno. Ou melhor, que use o sistema de flauta (um tubo com pequenos furos por onde passa o óleo do amortecedor) estilo Ceriani.




Procedendo ao que indicam as ilustrações você terá uma moto mais equilibrada, mais preparada para transpor os obstáculos das vias com mais conforto e segurança.

Coloque a moto sobre um cavalete ou similar, para que a roda dianteira fique fora do chão, em segurança.

Depois verifique se será necessário retirar o para lama dianteiro, pinça ou sistema de freio para retirar a roda.Se necessário (motos street) faça isso (confira o método correto no manual da sua moto).

Retire a roda e em seguida solte os grampos das mesas de cada bengala.

Coloque uma chave de fenda no vão da presilha da mesa inferior para abrir o grampo e deslize com cuidado a bengala. Siga o mesmo procedimento para a outra.

Com as duas bengalas retiradas siga o procedimento indicado nas figuras.

Para verificar qual o nível do óleo que você vai deixar, você vai ter que medir o curso da bengala. Para isso marque um ponto visual (não risque) no tubo quando ele estiver todo comprimido e meça a distância desse ponto ao outro correspondente quando em extensão máxima. Anote essa medida.

Veja na tabela ao lado qual o nível de óleo mais aproximado da sua medida e preencha os dois tubos com o óleo necessário até atingir esse nível. Não ultrapasse esse nível pois você corre o risco de causar calço hidráulico e danificar sua suspensão ou ainda causar um acidente.

Ao fechar a tampa dos tubos, teste o funcionamento e monte de volta as bengalas na moto.

Faça um teste em um trecho acidentado onde verificava o problema que tinha a sua frente e verifique a melhora. Se estiver progressiva demais, você pode verificar pode ter um sag muito reduzido, então abaixe o nível alguns milímetros para um ajuste perfeito (use uma seringa).

Esse método de ajuste de suspensão dianteira presume que o sistema esteja em boas condições. Retentores, buchas, superfície do cromo dos tubos, tudo deve estar em boas condições para não haver problema de vazamento, pois a pressão interna agora é bem mais alta e qualquer defeito pode-se agravar.


Fonte: por motonline | 27.08.2013

Boas estradas!
Confraria dos Lobos

terça-feira, 27 de agosto de 2013

#Você conhece a Medusa?

Medusa é a moto mais cara já produzida no mundo.

Apenas o quadro, feito com 315 kg de ouro, vale US$ 1 milhão; design é inspirado em personagens mitológicos

Todo apaixonado por motos, sabe: elas são um símbolo de aventura, liberdade e estilo de vida. Motos estilo choppers costumam ser customizadas, ficando mais caras que as convencionais.



Mas no caso da motocicleta Medusa customizada pela TT Custom Choppers, leva o título de ser a mais do mundo, pois custa U$ 1.2 Milhões de Dólares!



Mas ao olharmos esse veículo rústico com aspecto de enferrujado, deve-se perguntar, porque é tão caro? Segundo o proprietário, essa joia sobre duas rodas foi feita com ouro branco e amarelo em estado bruto, como encontrado na natureza.




A moto possui a cabeça da personagem mitológica esculpida no tanque. Já o motor, rodas e suspensão são envoltos por esculturas de cobras. A criação, um tanto excêntrica, é obra de um turco milionário chamado Tarhan Telli, designer de motos da TT Custom Choppers.



Telli levou mais de um ano para concluir o projeto e finalmente conseguiu um lugar no Guinness Book, como a moto mais cara do mundo. No entanto, o valor final do veículo não foi divulgado.



Com 700 quilos de peso total, a Medusa é equipada com um motor V-Twin de 1801cc, com 125 cavalos de potência e câmbio de seis marchas.





Fonte: Midia News/ Design Inova


Boas estradas!
Confraria dos Lobos